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Em entrevista, deputado Jerônimo Goergen diz acreditar na isenção de IR sobre a PLR até R$ 10 mil
por Jousi Quevedo | O impasse sobre a definição do teto de isenção de Imposto de Renda sobre a Participação nos Lucros e Resultados (PLR) preocupa os trabalhadores brasileiros que esperam contar com o benefício para ter um rendimento melhor.
O impasse sobre a definição do teto de isenção de Imposto de Renda sobre a Participação nos Lucros e Resultados (PLR) preocupa os trabalhadores brasileiros que esperam contar com o benefício para ter um rendimento melhor. Em reunião na semana passada, o governo não apresentou um acordo às expectavias dos trabalhadores, que foram representados pelas centrais sindicais. O encontroi foi com os ministros da secretaria-geral da Presidência, Gilberto Carvalho, e da secretaria de Relações Institucionais, Ideli Salvati.
A proposta do governo federal foi considerada inadmissível pelos trabalhadores por contemplar apenas a ganhos até R$ 5 mil. Na ocasião foi apresentada uma contraproposta pelas centrais de isenção de IR para o trabalhador que recebe até R$ 10 mil.
O deputado federal Jerônimo Goergen (PP/RS) analisou a situação em conversa com a Força Sindical-RS. Ele é relator da Medida Provisória 556/11. A entrevista foi concedida antes da reunião das centrais com o governo e antes da MP 556/11 perder a validade no dia 31/05/2012. A Emenda à MP para aumentar o teto da PLR e inserir mais trabalhadores no benefício é do deputado federal Paulinho da Força (PDT/SP).
Leia a entrevista com o deputado federal Jerônimo Goergen (PP/RS):
Força Sindical-RS: Trabalhadores estão confiantes em sua atuação na relatoria da MP 556/11 sobre a PLR. Como está a questão na Câmara atualmente?
Deputado federal Jerônimo Goergen: A MP 556/11 perde a validade nesta quinta-feira (31). Não houve acordo entre governo e oposição para a votação da MP. Mas o governo se comprometeu em colocar a PLR numa outra medida provisória, promessa feita às centrais sindicais. O texto da MP 556 trazia um teto de isenção de R$ 12 mil, o governo acenou com R$ 6. Deve sair um valor intermediário que agrade os dois lados.
FS: Qual é o teto de isenção de IR sobre o PLR defendido?
Jerônimo Goergen: O teto de isenção deve ser uma média entre o possível e o ideal, algo em torno de R$ 8 a R$ 10 mil.
FS: Como o senhor acredita que será a decisão e em quanto tempo deve sair?
Jerônimo Goergen: Conforme o próprio governo, a decisão não deve demorar, até porque o ministro da Secretaria Geral da Presidência, Gilberto Carvalho, assumiu o compromisso da PLR no Dia do Trabalhador.
FS: De que forma a MP pode beneficiar a renda e o poder consumo dos trabalhadores?
Jerônimo Goergen - Na medida em que não haverá mais bitributação sobre a PLR, sobrará mais dinheiro no bolso do trabalhador. Mais dinheiro em circulação, mais poder de compra, mais negócios fechados, mais produtos vendidos.
FS: A que nível isto é importante para a economia brasileira?
Jerônimo Goergen: A isenção de IR na PLR deve fazer circular aproximadametne R$ 2 bilhões na economia.
Embora a terça-feira de Carnaval não seja considerada feriado pela legislação, a Convenção Coletiva do Sindec estabelece que as empresas obedeçam às mesmas condições exigidas para trabalho em feriados; ou seja, proíbe o funcionamento com utilização de empregados sem que as mesmas tenham firmado Acordo Coletivo de Trabalho (ACT).
Para garantir que somente as empresas regularizadas funcionem com mão de obra de comerciários no feriado de Nossa Senhora dos Navegantes (2), o Sindec-POA fará fiscalização.
As equipes do Sindec-POA seguem atuando presencialmente nos estabelecimentos comerciais até o dia 24 de dezembro, fiscalizando jornadas, escalas, folgas e condições de trabalho.
Ataques aos sindicatos são sempre inerentes à economia de mercado. É importante destacar que eles são mais intensos nos momentos de avanço do liberalismo e do neoliberalismo – pós-década de 1970 – impulsionados pela direita ou extrema direita, o que mostra a dimensão política desse movimento. Na história do Brasil, esse movimento se repetiu algumas vezes:
O Sindicato dos Comerciários de Porto Alegre – Sindec-POA vem a público esclarecer informações equivocadas que têm circulado acerca do recente julgamento dos segundos embargos de declaração do Tema 935 do Supremo Tribunal Federal, concluído em 25/11/2025.
Após as enchentes que reduziram linhas e horários de ônibus, comerciários de Porto Alegre enfrentam ainda mais dificuldades para voltar para casa, sobretudo no fim de ano. O sindicato lançou um abaixo-assinado pedindo reforço no transporte público.
A Câmara dos Deputados aprovou, nesta terça-feira (4), o projeto de Lei (PL) 3935/2008 que aumenta de maneira gradual a licença paternidade até 20 dias.
Em celebração ao Dia do Comerciário, o SINDEC Porto Alegre lança uma nova campanha institucional que traduz o sentimento e a luta da categoria: “Mais tempo para viver. Mais força para trabalhar.”