Acontecimentos no mercado que afetam os comerciários.
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Vendas no varejo cresceram 0,9% em novembro, informou o IBGE
por Gabriella Oliveira | O resultado veio dentro do intervalo das estimativas dos analistas.
As vendas do comércio varejista crescem 0,9% em novembro em relação a outubro, na série com ajuste sazonal, informou o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), nesta quarta-feira, 14. O resultado veio dentro do intervalo das estimativas dos analistas ouvidos pelo AE Projeções, que esperavam desde queda de 1,30% a alta de 1,70%, com mediana de positiva de 0,20%.
Na comparação com novembro de 2013, sem ajuste sazonal, as vendas do varejo avançaram 1% em novembro. Nesse confronto, as projeções vão de declínio de 2,30% a crescimento de 1,60%, com mediana negativa de 0,30%. As vendas do varejo restrito acumulam alta de 2,4% de janeiro a novembro de 2014 e aumentam 2,6% em 12 meses.
Quanto ao varejo ampliado, que inclui as atividades de material de construção e de veículos, as vendas cresceram 1,2% em novembro ante outubro, na série com ajuste sazonal. O resultado veio dentro do intervalo das estimativas dos analistas ouvidos pelo AE Projeções, que esperavam redução de 0,10% a alta de 2,50%, com mediana positiva de 0,90%.
Na comparação com novembro de 2013, sem ajuste, as vendas do varejo ampliado recuaram 2,7% em novembro de 2014. Nesse confronto, as projeções variavam de recuo de 1,70% a 5,40%, com mediana negativa de 3,50%. Até novembro, as vendas do comércio varejista ampliado acumulam queda de 1,6% no ano de 2014 e recuo de 1,2% em 12 meses.
O índice de média móvel trimestral das vendas do comércio varejista restrito subiu 0,9% no trimestre encerrado em novembro de 2014. No varejo ampliado, que inclui as atividades de veículos e material de construção, o índice de média móvel trimestral das vendas subiu 1,3% no trimestre encerrado em novembro.
O IBGE revisou o volume de vendas no varejo em outubro ante setembro, de 1,0% para 1,3%. A taxa de setembro ante agosto foi revista de 0,4% para 0,5%, e a de agosto ante julho passou de 1,4% para 1,5%. A taxa do varejo ampliado também passou por revisão. Em outubro ante setembro o resultado saiu de 1,7% para 1,9%, e o resultado de setembro ante agosto passou de 0,6% para 0,8%.
Embora a terça-feira de Carnaval não seja considerada feriado pela legislação, a Convenção Coletiva do Sindec estabelece que as empresas obedeçam às mesmas condições exigidas para trabalho em feriados; ou seja, proíbe o funcionamento com utilização de empregados sem que as mesmas tenham firmado Acordo Coletivo de Trabalho (ACT).
Para garantir que somente as empresas regularizadas funcionem com mão de obra de comerciários no feriado de Nossa Senhora dos Navegantes (2), o Sindec-POA fará fiscalização.
As equipes do Sindec-POA seguem atuando presencialmente nos estabelecimentos comerciais até o dia 24 de dezembro, fiscalizando jornadas, escalas, folgas e condições de trabalho.
Ataques aos sindicatos são sempre inerentes à economia de mercado. É importante destacar que eles são mais intensos nos momentos de avanço do liberalismo e do neoliberalismo – pós-década de 1970 – impulsionados pela direita ou extrema direita, o que mostra a dimensão política desse movimento. Na história do Brasil, esse movimento se repetiu algumas vezes:
O Sindicato dos Comerciários de Porto Alegre – Sindec-POA vem a público esclarecer informações equivocadas que têm circulado acerca do recente julgamento dos segundos embargos de declaração do Tema 935 do Supremo Tribunal Federal, concluído em 25/11/2025.
Após as enchentes que reduziram linhas e horários de ônibus, comerciários de Porto Alegre enfrentam ainda mais dificuldades para voltar para casa, sobretudo no fim de ano. O sindicato lançou um abaixo-assinado pedindo reforço no transporte público.
A Câmara dos Deputados aprovou, nesta terça-feira (4), o projeto de Lei (PL) 3935/2008 que aumenta de maneira gradual a licença paternidade até 20 dias.
Em celebração ao Dia do Comerciário, o SINDEC Porto Alegre lança uma nova campanha institucional que traduz o sentimento e a luta da categoria: “Mais tempo para viver. Mais força para trabalhar.”