Sindec: 94 anos de união e lutas
Há noventa e quatro anos, um grupo de trabalhadores decidiu que defender direitos não era uma tarefa individual. Era um compromisso coletivo.

O secretário-geral da Força Sindical, João Carlos Gonçalves, o Juruna, palestrou no segundo painel da manhã sobre Movimento Sindical no Brasil e a Força Sindical. O palestrante afirmou que o Brasil se encontra em seu maior período democrático, com estabilidade e sem intervenções. "Mas mesmo na democracia ainda temos muito o que conquistar. Porém é de comemorar que este seja o maior período da República brasileira em uma democracia. E esse contexto é importantíssmo para as negociações coletivas e a atuação sindical", afirmou.
Para ser dimensionado, Juruna afirma que o movimento sindical precisa nomear seus representantes no Conselho Industrial e articular a atuação concisa do movimento sindical para que os trabalhadores obtenham as melhores condições de trabalho possíveis. A organização do movimento sindical com pautas comuns e não mais separadamente pensando em negociações coletivas e interesses diretos através das centrais unifica lutas e atinge representações em diversas instâncias em conselhos e de negociação mais próxima com o governo.
Essa realidade nos coloca na sociedade com outros deveres e outros posiciinamentos, negociando o todo: a previdência social, mudanças na legislação, cobrança de atitudes na saúde. Uma maneira de entender as questões melhores para lutar de maneira ampla", disse.
As centrais oportunizaram que os trabalhadores sejam porta-vozes de seus interesses gerais como Educação, Saúde, Segurança, Condições de Emprego e Renda. "Os sindicatos podem transferir 10% da contribuição sindical para a central que ele escolha. E várias escolheram a Força para representar as suas reivindicações, lutar junto. Temos hoje mais de 1.400 sindicatos filiados", informou.
Já a reforma sindical, segundo Juruna, tem várias visões, com aspectos referentes à pluralidade sindical, a liberdade de constituir sindicato onde quer que seja. "Temos que garantir a unicidade sindical na base, com estatuto, debates a fim de garantir a unidade", disse Juruna, afirmando que há possibilidade de outras centrais se organizarem por ramos e setores econômicos, sendo um passo que talvez a Força Sindical dê.
Uma boa estratégia, apontou Juruna, é negociar com as demais centrais para garantir unicidade na base para que os movimentos sindicais no Brasil sigam unificados.
Os sindicalistas fazem negociações em nome do estado e municípios, com representação em conselhos, fóruns, câmaras e BNDES representando toda a sociedade brasileira. Em seus 20 anos, a Força Sindical foi a que mais ajudou o movimento sindical a dar um passo grande em nome dos trabalhadores por não ter medo de defender suas próprias ideias. Além disso, a Força Sindical foi vanguarda ao ser a primeira central a criar a Secretaria da Mulher.
A mediação foi de Miguel Padilha, presidente da Federação da Alimentação de Santa Catarina; e a assessora jurídica da Força RS, Carmem Pinto.
Os sindicalistas fazem negociações em nome do estado e municípios, com representação em conselhos, fóruns, câmaras e BNDES representando toda a sociedade brasileira. Em seus 20 anos, a Força Sindical foi a que mais ajudou o movimento sindical a dar um passo grande em nome dos trabalhadores por não ter medo de defender suas próprias ideias.
Texto: Josemari Quevedo
Fotografias: Cíntia Rodriguês
Há noventa e quatro anos, um grupo de trabalhadores decidiu que defender direitos não era uma tarefa individual. Era um compromisso coletivo.

Na noite desta segunda-feira (29 de junho), os comerciários e comerciárias aprovaram a prestação de contas do exercício de 2025 e o parecer do Conselho Fiscal do Sindec-POA, durante Assembleia realizada em formato híbrido, com participação presencial e virtual.

O presidente do Sindec-POA, Nilton Neco, participou, representando a Força Sindical, da reunião de encerramento do Grupo de Trabalho Tripartite do Comércio Varejista, promovido pelo Ministério do Trabalho e Emprego (MTE), que debateu o aperfeiçoamento da Portaria MTE nº 3.665/2023, responsável por regulamentar o trabalho no comércio aos feriados.

Na próxima segunda-feira (29) o Sindec-POA vai realizar a Assembleia de Prestação de Contas do exercício 2025.

A mobilização do Sindec-POA pela redução da jornada de trabalho e pelo fim da escala 6x1 segue ganhando força nas ruas, nas redes e agora também no som da luta da classe trabalhadora.

A Comissão Especial da Câmara dos Deputados destinada a debater a redução da jornada de trabalho e o fim da escala 6x1 está realizando, antes da votação da PEC, uma série de Seminários Públicos regionais em diferentes estados do país.

A luta por jornadas mais humanas e mais qualidade de vida para os trabalhadores tomou conta das ruas de Porto Alegre.

O Sindec-POA realizou uma ampla ação de fiscalização no comércio de Porto Alegre durante o feriado de Tiradentes, com o objetivo de garantir o cumprimento da Convenção Coletiva de Trabalho e proteger os direitos dos comerciários e comerciárias.

A delegação da Força Sindical-RS e Fetracos-RS esteve presente em Brasília participando do CONCLAT 2026 (Conferência Nacional da Classe Trabalhadora) e da grande Marcha das Centrais Sindicais, em mais um momento histórico de mobilização da classe trabalhadora, ocorrida nesta quarta-feira (15).

Acordo assegura aumento acima da inflação e amplia direitos da categoria.