Sindec: 94 anos de união e lutas
Há noventa e quatro anos, um grupo de trabalhadores decidiu que defender direitos não era uma tarefa individual. Era um compromisso coletivo.

Numa caminhada que voltou a marcar a luta conjunta das centrais sindicais, a 7ª Marcha a Brasília, realizada nesta quarta-feira (6/3), contou com um número estimado em mais de 50 mil trabalhadores. A caminhada saiu do Estádio Nacional Mané Garrincha, percorrendo o Eixo Monumental, que configura a principal avenida da capital federal, até o Congresso Nacional.
Buscando restabelecer o diálogo com o governo federal, os dirigentes sindicais prepararam uma programação para a apresentação da pauta junto aos órgãos de representação dos três poderes. Composta por 12 itens, a reivindicação unitária é extensa, mas necessária, conforme o líder nacional da Força Sindical, deputado Paulo Pereira da Silva, o Paulinho.
A presidente Dilma há dois anos não recebe as centrais sindicais, e queremos discutir seriamente com o governo a questão da política econômica, que está levando o Brasil à recessão e ao desemprego, a questão do fim do fator previdenciário, da redução da jornada de trabalho sem redução de salário, corrigir a tabela do Imposto de Renda, acertar o aumento que deram para o seguro-desemprego", citou Paulinho.
O presidente da central também destacou que após a entrega das pauta a pressão irá continuar para que as reivindicações sejam atendidas.
Para o líder da Força Sindical no Rio Grande do Sul, Clàudio Janta, se atendidas, as medidas irão auxiliar no enfrentamento à crise e na geração de emprego e renda no país.
A maior expectativa é em torno do fator previdenciário, que já estava na pauta do Congresso, e a redução da jornada, que também já estava nesta pauta. E também questões estruturais e importantíssimas para os trabalhadores e para o futuro do Brasil, como os 10% do PIB para a educação e os 10% da receita do Brasil para a Saúde", avaliou.
Os dirigentes das centrais reuniram-se com o presidente do Senado, Renan Calheiros e com o presidente do Supremo Tribunal Federal (STF), Joaquim Barbosa. Também ocorreram encontros com o presidente da Câmara dos Deputados, Henrique Alves e com a presidente Dilma Rousseff.
Os itens da pauta trabalhista
Texto: Andréia Sarmanho
Fotografia: Cintia Rodrigues
Há noventa e quatro anos, um grupo de trabalhadores decidiu que defender direitos não era uma tarefa individual. Era um compromisso coletivo.

Na noite desta segunda-feira (29 de junho), os comerciários e comerciárias aprovaram a prestação de contas do exercício de 2025 e o parecer do Conselho Fiscal do Sindec-POA, durante Assembleia realizada em formato híbrido, com participação presencial e virtual.

O presidente do Sindec-POA, Nilton Neco, participou, representando a Força Sindical, da reunião de encerramento do Grupo de Trabalho Tripartite do Comércio Varejista, promovido pelo Ministério do Trabalho e Emprego (MTE), que debateu o aperfeiçoamento da Portaria MTE nº 3.665/2023, responsável por regulamentar o trabalho no comércio aos feriados.

Na próxima segunda-feira (29) o Sindec-POA vai realizar a Assembleia de Prestação de Contas do exercício 2025.

A mobilização do Sindec-POA pela redução da jornada de trabalho e pelo fim da escala 6x1 segue ganhando força nas ruas, nas redes e agora também no som da luta da classe trabalhadora.

A Comissão Especial da Câmara dos Deputados destinada a debater a redução da jornada de trabalho e o fim da escala 6x1 está realizando, antes da votação da PEC, uma série de Seminários Públicos regionais em diferentes estados do país.

A luta por jornadas mais humanas e mais qualidade de vida para os trabalhadores tomou conta das ruas de Porto Alegre.

O Sindec-POA realizou uma ampla ação de fiscalização no comércio de Porto Alegre durante o feriado de Tiradentes, com o objetivo de garantir o cumprimento da Convenção Coletiva de Trabalho e proteger os direitos dos comerciários e comerciárias.

A delegação da Força Sindical-RS e Fetracos-RS esteve presente em Brasília participando do CONCLAT 2026 (Conferência Nacional da Classe Trabalhadora) e da grande Marcha das Centrais Sindicais, em mais um momento histórico de mobilização da classe trabalhadora, ocorrida nesta quarta-feira (15).

Acordo assegura aumento acima da inflação e amplia direitos da categoria.