Trabalhadores e sindicalistas estiveram presente no ato durante sessão na Câmara
por Jousi Quevedo | O tema foi muito bem colocado e de uma forma extremamente feliz pelo nosso presidente Clàudio Janta, porque efetivamente o transporte coletivo ele faz parte do trabalho decente - ressalta o sindicalista Johann.
O presidente da Força Sindical-RS, Clàudio Janta, esteve nesta quinta-feira, dia 9, na Câmara de Vereadores de Porto Alegre, onde ocupou o espaço na Tribuna Popular para tratar das condições do transporte coletivo da cidade e os aumentos no preço da passagem que os trabalhadores estão pagando.
Janta apresentou para os vereadores o conceito e a essência do Trabalho Decente, lembrando da realização da Conferência Nacional do Trabalho Decente em Brasília, no mês de maio.
Entendemos que o trabalho decente é um conjunto de ações empresariais, públicas dos trabalhadores. É um conjunto de coisas que levam a dignidade às pessoas. Não é só o local de trabalho, mas entendemos que o Trabalho Decente passa pela moradia das pessoas, pelo saneamento, pela escola e pela saúde - explica.
Sindicalistas e trabalhadores estiveram presente no ato, que marca as ações da central visando assegurar um transporte de qualidade para os trabalhadores da cidade.
O trabalhador que tem um salário de 500 ou 600 reais a passagem passa a ser cobrada por um valor muito alto, mesmo que o Prefeito tenha reduzido a inflação, os custos que estão embutidos são muito altos, além de outro problema sério que é a distância e a demora durante o percurso - afirma o diretor da Força Sindical, Cláudio Correa.
Efetivamente o transporte coletivo faz parte do Trabalho Decente. Essa premissa é extremamente importante porque o trabalhador necessita de um transporte digno e adequado, e isso tudo por um preço justo. Realmente, alguns aumentos tem sido injustificáveis. Parece que não obedeceram aspectos técnicos. Isso deve ser questionado por nós trabalhadores – comenta Antônio Johann, presidente do Senalba/RS (Sindicato dos empregados em entidades culturais, recreativas, de assistência social, de orientação e formação profissional no Rio Grande do Sul).
O Sindec-POA realizou uma ampla ação de fiscalização no comércio de Porto Alegre durante o feriado de Tiradentes, com o objetivo de garantir o cumprimento da Convenção Coletiva de Trabalho e proteger os direitos dos comerciários e comerciárias.
A delegação da Força Sindical-RS e Fetracos-RS esteve presente em Brasília participando do CONCLAT 2026 (Conferência Nacional da Classe Trabalhadora) e da grande Marcha das Centrais Sindicais, em mais um momento histórico de mobilização da classe trabalhadora, ocorrida nesta quarta-feira (15).
O governo federal lançou o programa de consignado para trabalhadores com carteira assinada (CLT) com a proposta de ampliar o acesso ao crédito e ajudar na organização financeira das famílias.
No mês de março, quando o mundo fala sobre o Dia Internacional da Mulher, nós, do Sindicato dos Empregados no Comércio de Porto Alegre - Sindec POA, não queremos prestar homenagens. Queremos assumir responsabilidade.
O Sindec-POA expressa seu posicionamento em relação à decisão do Governo Federal de prorrogar por mais 90 dias a entrada em vigor da Portaria nº 3.665/2023, que regulamenta o trabalho em feriados no setor do comércio.
Embora a terça-feira de Carnaval não seja considerada feriado pela legislação, a Convenção Coletiva do Sindec estabelece que as empresas obedeçam às mesmas condições exigidas para trabalho em feriados; ou seja, proíbe o funcionamento com utilização de empregados sem que as mesmas tenham firmado Acordo Coletivo de Trabalho (ACT).
Para garantir que somente as empresas regularizadas funcionem com mão de obra de comerciários no feriado de Nossa Senhora dos Navegantes (2), o Sindec-POA fará fiscalização.
As equipes do Sindec-POA seguem atuando presencialmente nos estabelecimentos comerciais até o dia 24 de dezembro, fiscalizando jornadas, escalas, folgas e condições de trabalho.
Ataques aos sindicatos são sempre inerentes à economia de mercado. É importante destacar que eles são mais intensos nos momentos de avanço do liberalismo e do neoliberalismo – pós-década de 1970 – impulsionados pela direita ou extrema direita, o que mostra a dimensão política desse movimento. Na história do Brasil, esse movimento se repetiu algumas vezes: