Sindec: 94 anos de união e lutas
Há noventa e quatro anos, um grupo de trabalhadores decidiu que defender direitos não era uma tarefa individual. Era um compromisso coletivo.

A tribuna popular da Câmara de Vereadores de Porto Alegre foi ocupada pelo presidente em exercício da Federação dos Trabalhadores no Comércio do RS (Fetracos), Dionísio Mazuí, e pelo Tesoureiro-geral do Sindec-POA e diretor da Força Sindical-RS Luis Carlos Barbosa.
Ambos destacaram a 7ª Marcha dos Trabalhadores, ocorrida no mês passado em Brasília. A marcha saiu do Estádio Mané Garrincha até o Congresso Nacional e reuniu mais de 50 mil trabalhadores.
Mazui criticou a falta de diálogo do Governo Federal com o sindicalismo. "É importante dizer que nós elegemos um presidente representante dos trabalhadores e chegamos ao governo, mas de fato não chegamos ao poder. Isso porque os monopólios internacionais e interesses financeiros ainda continuam determinando, numa lógica de mercado, qual a política a ser adota pelo governo" argumentou o dirigente, ao reforçar que um dos pilares da democracia é o diálogo produtivo.
Ao concluir, o diretor afirmou que a central só poderá dizer que os trabalhadores chegaram ao poder quando as nossas reivindicações estiverem sendo atendidas e a classe estiver "participando efetivamente daquela riqueza que nós produzimos".
Em sua manifestação, Barbosa destacou "o crescimento pífio do PIB", que, segundo ele, coloca a economia em um patamar extremamente perigoso, diante das incertezas econômicas mundiais. "Queremos juros baixos, valorização do trabalho e desenvolvimento nacional. Um país como o nosso, com urgente necessidade de crescer e se desenvolver, não pode se dar ao luxo de transferir enormes volumes de capital sob a forma de renda improdutiva", disse Barbosa.
A central encerrou a participação na tribuna manifestando apoio aos projetos do vereador Clàudio Janta que designam cobrador para transporte acima de 21 passageiros e a abertura dos Postos 24 horas por dia e nos finais de semana. As bancadas dos partidos na Câmara mostraram reconhecimento às lutas e parabenizaram o trabalho desempenhado pela Força Sindical-RS.
Há noventa e quatro anos, um grupo de trabalhadores decidiu que defender direitos não era uma tarefa individual. Era um compromisso coletivo.

Na noite desta segunda-feira (29 de junho), os comerciários e comerciárias aprovaram a prestação de contas do exercício de 2025 e o parecer do Conselho Fiscal do Sindec-POA, durante Assembleia realizada em formato híbrido, com participação presencial e virtual.

O presidente do Sindec-POA, Nilton Neco, participou, representando a Força Sindical, da reunião de encerramento do Grupo de Trabalho Tripartite do Comércio Varejista, promovido pelo Ministério do Trabalho e Emprego (MTE), que debateu o aperfeiçoamento da Portaria MTE nº 3.665/2023, responsável por regulamentar o trabalho no comércio aos feriados.

Na próxima segunda-feira (29) o Sindec-POA vai realizar a Assembleia de Prestação de Contas do exercício 2025.

A mobilização do Sindec-POA pela redução da jornada de trabalho e pelo fim da escala 6x1 segue ganhando força nas ruas, nas redes e agora também no som da luta da classe trabalhadora.

A Comissão Especial da Câmara dos Deputados destinada a debater a redução da jornada de trabalho e o fim da escala 6x1 está realizando, antes da votação da PEC, uma série de Seminários Públicos regionais em diferentes estados do país.

A luta por jornadas mais humanas e mais qualidade de vida para os trabalhadores tomou conta das ruas de Porto Alegre.

O Sindec-POA realizou uma ampla ação de fiscalização no comércio de Porto Alegre durante o feriado de Tiradentes, com o objetivo de garantir o cumprimento da Convenção Coletiva de Trabalho e proteger os direitos dos comerciários e comerciárias.

A delegação da Força Sindical-RS e Fetracos-RS esteve presente em Brasília participando do CONCLAT 2026 (Conferência Nacional da Classe Trabalhadora) e da grande Marcha das Centrais Sindicais, em mais um momento histórico de mobilização da classe trabalhadora, ocorrida nesta quarta-feira (15).

Acordo assegura aumento acima da inflação e amplia direitos da categoria.