
Força Sindical-RS denuncia manobras para dividir comerciários
Força Sindical-RS denuncia manobras oportunistas para dividir comerciários e reafirma defesa da unidade como condição essencial para a luta coletiva.
A mesa de trabalhos foi composta pelo Presidente Nilton Neco, Secretário-geral, Claudio Janta, Tesoureiro Américo Cordeiro, Assessora Jurídica do Sindec-POA, advogada Carmem Pinto e Presidente da Fetracos-RS, Dionísio Mazuí.
A apresentação começou com a explanação da Economista do DIEESE, Daniela Sandi, sobre a conjuntura atual das negociações.
Sandi demonstrou que nos últimos 19 anos, o Sindec conquistou reajustes superiores à soma da inflação, e buscou sempre a valorização do piso para manter o poder de compra, além de benefícios da Convenção Coletiva que boa parte de acordos e a própria CLT não contemplam.
A economista mostrou que o Sindec sempre fechou com ganho real ou igual a inflação. Para os salários em geral, o acumulado da inflação alcançou 182,3%, o reajuste ficou em 220,9%, acima da inflação, dando um aumento do poder aquisitivo.
Sandi apresentou que, conforme o Banco Central, a estimativa para novembro é do índice 4,94%. Conforme a especialista, até o momento a maioria das categorias estão fechando acima da inflação (INPC).
Em seguida o Tesoureiro Américo Cordeiro apresentou os principais itens da pauta de reivindicações que apresenta um total de 122 cláusulas, dentre elas:
Américo também lembrou que, a cláusula que prevê inclusão dos autistas, uma luta travada pelo Secretário-geral Claudio Janta no poder legislativo; foi incluída em anos anteriores na pauta e nesse ano permanece para ser pleiteada durante a negociação com os sindicatos patronais.
Esse é o mote da campanha salarial desse ano. O presidente Neco explicou que com resiliência e trabalho, sindicato e categoria venceram a pandemia e as enchentes, agora os comerciários querem mais direitos, valorização nos salários e redução da jornada.
A ideia é usar todas as mídias possíveis para poder fazer uma pressão bem forte na classe patronal para avançar na convenção coletiva”, reforçou.
Por fim, a categoria aprovou em transformar a assembleia em referendaria. Ou seja, urnas vão passar no comércio até dia 30 de setembro para os comerciários que não puderam comparecer na assembleia votar na pauta de reinvindicação.
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