
Sindec vai fiscalizar o comércio no feriado de Navegantes (2)
Para garantir que somente as empresas regularizadas funcionem com mão de obra de comerciários no feriado de Nossa Senhora dos Navegantes (2), o Sindec-POA fará fiscalização.

O Brasil se levantou nas ruas contra o descaso do Governo Federal e do Congresso Nacional em relação às nossas necessidades e direitos. Fomos às ruas várias vezes, em Porto Alegre, São Paulo e Brasília, mas fizeram pouco caso das nossas reivindicações. E, ainda por cima, atacam cotidianamente nossas entidades sindicais.
Exigimos uma nova tabela do Imposto de Renda. Mas eles acham que está certo os trabalhadores que ganham até 1.400,00 pagar 7 % de imposto. Isso tem que acabar! A mesma coisa fazem com o Fator Previdenciário, que precisa ser extinto, mas eles acham que temos de trabalhar até os 100 anos.
Agora, que obrigamos os prefeitos a recuar dos aumentos das tarifas de ônibus, também tentam repassar a conta para o nosso colo. A redução vai sair dos impostos municipais, enquanto o Governo Federal se recusa a discutir um Novo Pacto Federativo, e assim redistribuir de forma justa os altos impostos que pagamos.
Tem dinheiro para tudo, como a gastança da Copa do Mundo, menos para atender as necessidades dos trabalhadores e do povo. Investiram 1 bilhão em um só estádio de futebol, que poderia ser aplicado em 12 hospitais e 4 escolas, por exemplo. Não somos contra o futebol, mas com respeito à nossa cultura, com valorização do esporte popular, sem imposições da FIFA, como está acontecendo.
O Congresso Nacional tem tempo para votar o absurdo projeto da "cura gay", mas não se mexe para votar assuntos do interesse dos trabalhadores e da Nação, como medidas contra a desindustrialização do país. O governo, além de ignorar nossas reivindicações, ainda paralisa a economia do país, privatiza o Pré-Sal e ameaça privatizar a Petrobras. Afastaram-se do povo, dos trabalhadores e da juventude!
A hora é de avançar para defender as conquistas dos trabalhadores e do povo brasileiro. Comerciários, metalúrgicos, vigilantes, rodoviários, bancários, zeladores, aposentados e pensionistas, professores, estudantes... Vamos à luta para defender o Brasil, garantir nossos direitos e conquistas dias melhores para os trabalhadores.
Clàudio Janta
Presidente da Força Sindical-RS
Secretário-geral do Sindec-POA

Para garantir que somente as empresas regularizadas funcionem com mão de obra de comerciários no feriado de Nossa Senhora dos Navegantes (2), o Sindec-POA fará fiscalização.

As equipes do Sindec-POA seguem atuando presencialmente nos estabelecimentos comerciais até o dia 24 de dezembro, fiscalizando jornadas, escalas, folgas e condições de trabalho.
Ataques aos sindicatos são sempre inerentes à economia de mercado. É importante destacar que eles são mais intensos nos momentos de avanço do liberalismo e do neoliberalismo – pós-década de 1970 – impulsionados pela direita ou extrema direita, o que mostra a dimensão política desse movimento. Na história do Brasil, esse movimento se repetiu algumas vezes:
O Sindicato dos Comerciários de Porto Alegre – Sindec-POA vem a público esclarecer informações equivocadas que têm circulado acerca do recente julgamento dos segundos embargos de declaração do Tema 935 do Supremo Tribunal Federal, concluído em 25/11/2025.

Os comerciários aprovaram a previsão de orçamento, bem como o parecer do Conselho Fiscal da entidade.

O Sindec-POA encerrou a Campanha Salarial 2025 com um dos maiores aumentos reais do país e avançando em conquistas sociais históricas.

Após as enchentes que reduziram linhas e horários de ônibus, comerciários de Porto Alegre enfrentam ainda mais dificuldades para voltar para casa, sobretudo no fim de ano. O sindicato lançou um abaixo-assinado pedindo reforço no transporte público.

A Câmara dos Deputados aprovou, nesta terça-feira (4), o projeto de Lei (PL) 3935/2008 que aumenta de maneira gradual a licença paternidade até 20 dias.

Em celebração ao Dia do Comerciário, o SINDEC Porto Alegre lança uma nova campanha institucional que traduz o sentimento e a luta da categoria: “Mais tempo para viver. Mais força para trabalhar.”

A proposta apresentada é inaceitável: além de oferecer um reajuste abaixo do merecido, ainda quer empurrar o pagamento para janeiro do ano que vem.