Sindec: 94 anos de união e lutas
Há noventa e quatro anos, um grupo de trabalhadores decidiu que defender direitos não era uma tarefa individual. Era um compromisso coletivo.

O Brasil se levantou nas ruas contra o descaso do Governo Federal e do Congresso Nacional em relação às nossas necessidades e direitos. Fomos às ruas várias vezes, em Porto Alegre, São Paulo e Brasília, mas fizeram pouco caso das nossas reivindicações. E, ainda por cima, atacam cotidianamente nossas entidades sindicais.
Exigimos uma nova tabela do Imposto de Renda. Mas eles acham que está certo os trabalhadores que ganham até 1.400,00 pagar 7 % de imposto. Isso tem que acabar! A mesma coisa fazem com o Fator Previdenciário, que precisa ser extinto, mas eles acham que temos de trabalhar até os 100 anos.
Agora, que obrigamos os prefeitos a recuar dos aumentos das tarifas de ônibus, também tentam repassar a conta para o nosso colo. A redução vai sair dos impostos municipais, enquanto o Governo Federal se recusa a discutir um Novo Pacto Federativo, e assim redistribuir de forma justa os altos impostos que pagamos.
Tem dinheiro para tudo, como a gastança da Copa do Mundo, menos para atender as necessidades dos trabalhadores e do povo. Investiram 1 bilhão em um só estádio de futebol, que poderia ser aplicado em 12 hospitais e 4 escolas, por exemplo. Não somos contra o futebol, mas com respeito à nossa cultura, com valorização do esporte popular, sem imposições da FIFA, como está acontecendo.
O Congresso Nacional tem tempo para votar o absurdo projeto da "cura gay", mas não se mexe para votar assuntos do interesse dos trabalhadores e da Nação, como medidas contra a desindustrialização do país. O governo, além de ignorar nossas reivindicações, ainda paralisa a economia do país, privatiza o Pré-Sal e ameaça privatizar a Petrobras. Afastaram-se do povo, dos trabalhadores e da juventude!
A hora é de avançar para defender as conquistas dos trabalhadores e do povo brasileiro. Comerciários, metalúrgicos, vigilantes, rodoviários, bancários, zeladores, aposentados e pensionistas, professores, estudantes... Vamos à luta para defender o Brasil, garantir nossos direitos e conquistas dias melhores para os trabalhadores.
Clàudio Janta
Presidente da Força Sindical-RS
Secretário-geral do Sindec-POA
Há noventa e quatro anos, um grupo de trabalhadores decidiu que defender direitos não era uma tarefa individual. Era um compromisso coletivo.

Na noite desta segunda-feira (29 de junho), os comerciários e comerciárias aprovaram a prestação de contas do exercício de 2025 e o parecer do Conselho Fiscal do Sindec-POA, durante Assembleia realizada em formato híbrido, com participação presencial e virtual.

O presidente do Sindec-POA, Nilton Neco, participou, representando a Força Sindical, da reunião de encerramento do Grupo de Trabalho Tripartite do Comércio Varejista, promovido pelo Ministério do Trabalho e Emprego (MTE), que debateu o aperfeiçoamento da Portaria MTE nº 3.665/2023, responsável por regulamentar o trabalho no comércio aos feriados.

Na próxima segunda-feira (29) o Sindec-POA vai realizar a Assembleia de Prestação de Contas do exercício 2025.

A mobilização do Sindec-POA pela redução da jornada de trabalho e pelo fim da escala 6x1 segue ganhando força nas ruas, nas redes e agora também no som da luta da classe trabalhadora.

A Comissão Especial da Câmara dos Deputados destinada a debater a redução da jornada de trabalho e o fim da escala 6x1 está realizando, antes da votação da PEC, uma série de Seminários Públicos regionais em diferentes estados do país.

A luta por jornadas mais humanas e mais qualidade de vida para os trabalhadores tomou conta das ruas de Porto Alegre.

O Sindec-POA realizou uma ampla ação de fiscalização no comércio de Porto Alegre durante o feriado de Tiradentes, com o objetivo de garantir o cumprimento da Convenção Coletiva de Trabalho e proteger os direitos dos comerciários e comerciárias.

A delegação da Força Sindical-RS e Fetracos-RS esteve presente em Brasília participando do CONCLAT 2026 (Conferência Nacional da Classe Trabalhadora) e da grande Marcha das Centrais Sindicais, em mais um momento histórico de mobilização da classe trabalhadora, ocorrida nesta quarta-feira (15).

Acordo assegura aumento acima da inflação e amplia direitos da categoria.