Sindec: 94 anos de união e lutas
Há noventa e quatro anos, um grupo de trabalhadores decidiu que defender direitos não era uma tarefa individual. Era um compromisso coletivo.

As famílias gaúchas seguraram novas compras parceladas no mês de julho. Apesar dos incentivos de governo em redução em impostos e taxa de juros, o percentual de famílias endividadas apresentou redução, ao cair de 77%, em julho de 2011, para 66,1%, em julho de 2012. Mesmo com a redução do IPI de eletrodomésticos e veículos, que, em geral, são adquiridos a prazo, o ritmo mais lento da atividade econômica, bem como o próprio patamar elevado do endividamento até meados de 2011, contribuem para que o indicador esteja abaixo do nível do ano passado.
Na comparação com o mês anterior, o número de gaúchos endividados teve um pequeno aumento frente a junho (64,7%), puxado pelas famílias com renda superior a 10 salários mínimos. A pequena magnitude do aumento mostra que, apesar dos estímulos ao endividamento, gerados pela redução das taxas de juros, a desaceleração do consumo e a tendência de elevação da inadimplência (contas em atraso) observadas nos últimos meses inibem a formação de novas dívidas.
Conforme a avaliação do presidente do Sistema Fecomércio-RS/Sesc/Senac, Zildo De Marchi, os resultados deste mês sinalizaram a melhora no perfil da relação dos consumidores com o endividamento e inadimplência. "Os últimos meses, associados a outros indicadores, acenderam um sinal amarelo sobre a situação de endividamento das famílias. Em julho, começa a ser apontado um cenário mais benigno para o nível de consumo futuro, confirmando nossas expectativas", destaca De Marchi.
A parcela da renda comprometida com dívidas apresentou leve aumento, passando de 29,5%, em junho, para 30,9%, em julho. Os principais tipos de dívida atualmente são cartão de crédito (78,1%), carnês (29,9%) e crédito pessoal (20,1%). A participação do cheque especial caiu de 14,9% em jun/12 para 11,6% em jul/12.
Fonte: Fecomércio-RS
Há noventa e quatro anos, um grupo de trabalhadores decidiu que defender direitos não era uma tarefa individual. Era um compromisso coletivo.

Na noite desta segunda-feira (29 de junho), os comerciários e comerciárias aprovaram a prestação de contas do exercício de 2025 e o parecer do Conselho Fiscal do Sindec-POA, durante Assembleia realizada em formato híbrido, com participação presencial e virtual.

O presidente do Sindec-POA, Nilton Neco, participou, representando a Força Sindical, da reunião de encerramento do Grupo de Trabalho Tripartite do Comércio Varejista, promovido pelo Ministério do Trabalho e Emprego (MTE), que debateu o aperfeiçoamento da Portaria MTE nº 3.665/2023, responsável por regulamentar o trabalho no comércio aos feriados.

Na próxima segunda-feira (29) o Sindec-POA vai realizar a Assembleia de Prestação de Contas do exercício 2025.

A mobilização do Sindec-POA pela redução da jornada de trabalho e pelo fim da escala 6x1 segue ganhando força nas ruas, nas redes e agora também no som da luta da classe trabalhadora.

A Comissão Especial da Câmara dos Deputados destinada a debater a redução da jornada de trabalho e o fim da escala 6x1 está realizando, antes da votação da PEC, uma série de Seminários Públicos regionais em diferentes estados do país.

A luta por jornadas mais humanas e mais qualidade de vida para os trabalhadores tomou conta das ruas de Porto Alegre.

O Sindec-POA realizou uma ampla ação de fiscalização no comércio de Porto Alegre durante o feriado de Tiradentes, com o objetivo de garantir o cumprimento da Convenção Coletiva de Trabalho e proteger os direitos dos comerciários e comerciárias.

A delegação da Força Sindical-RS e Fetracos-RS esteve presente em Brasília participando do CONCLAT 2026 (Conferência Nacional da Classe Trabalhadora) e da grande Marcha das Centrais Sindicais, em mais um momento histórico de mobilização da classe trabalhadora, ocorrida nesta quarta-feira (15).

Acordo assegura aumento acima da inflação e amplia direitos da categoria.