Sindec: 94 anos de união e lutas
Há noventa e quatro anos, um grupo de trabalhadores decidiu que defender direitos não era uma tarefa individual. Era um compromisso coletivo.

O número de famílias gaúchas que afirmam ter algum tipo de dívida foi de 64,7% da população. O resultado é menor do que o registro feito em junho de 2011, quando alcançou 75,4%. Na análise com o mês de maio (76,7%) houve queda ainda mais significativa: 12 pontos percentuais.
A Pesquisa de Endividamento e Inadimplência das Famílias gaúchas (PEIC-RS) está sendo divulgada nesta terça-feira (3) pela Fecomércio-RS (Federação do Comércio de Bens e de Serviços do Estado do RS).
Mesmo com as taxas de juros em nível inferior ao de 2011 e com outras medidas de estímulo por parte do governo, como a redução do IPI de eletrodomésticos e veículos, o ritmo mais lento da atividade econômica contribui para que o endividamento esteja abaixo do nível do ano passado", explicou o presidente do Sistema Fecomércio-RS, Zildo De Marchi.
Apesar da redução, a parcela de famílias que se declara muito endividada apresentou uma elevação, passando de 15,3%, em maio, para 16,1% em junho. A pesquisa mostrou também que as famílias que permanecem endividadas, em junho, apresentam uma parcela maior da renda comprometida com dívidas. Enquanto em mai/12, o comprometimento médio era de 24,8%, em jun/12 esse número saltou para 29,5%.
O percentual de famílias que não terão condições de pagar suas dívidas em atraso em um horizonte de 30 dias, por sua vez, apesar de apresentar redução frente ao mesmo período do ano passado, registrou 11,3%, implicando num aumento na comparação com o mês anterior, quando alcançou 6,5%. A intensa variabilidade registrada pelo indicador no período requer cautela na avaliação de uma possível deterioração do cenário de endividamento.
Os principais tipos de dívida atualmente são: cartão de crédito (66,8%), carnês (26,5%) e crédito pessoal (22,6%). A participação do cheque especial caiu de 34,6% em maio para 14,9% em junho.
Para acessar a pesquisa completa clique em http://links.fecomercio-rs.org.br/ascom/PEICjunho.pdf.
Para ver a análise dos resultados, clique em http://links.fecomercio-rs.org.br/ascom/analisepeic.pdf
Fonte: Fecomércio
Há noventa e quatro anos, um grupo de trabalhadores decidiu que defender direitos não era uma tarefa individual. Era um compromisso coletivo.

Na noite desta segunda-feira (29 de junho), os comerciários e comerciárias aprovaram a prestação de contas do exercício de 2025 e o parecer do Conselho Fiscal do Sindec-POA, durante Assembleia realizada em formato híbrido, com participação presencial e virtual.

O presidente do Sindec-POA, Nilton Neco, participou, representando a Força Sindical, da reunião de encerramento do Grupo de Trabalho Tripartite do Comércio Varejista, promovido pelo Ministério do Trabalho e Emprego (MTE), que debateu o aperfeiçoamento da Portaria MTE nº 3.665/2023, responsável por regulamentar o trabalho no comércio aos feriados.

Na próxima segunda-feira (29) o Sindec-POA vai realizar a Assembleia de Prestação de Contas do exercício 2025.

A mobilização do Sindec-POA pela redução da jornada de trabalho e pelo fim da escala 6x1 segue ganhando força nas ruas, nas redes e agora também no som da luta da classe trabalhadora.

A Comissão Especial da Câmara dos Deputados destinada a debater a redução da jornada de trabalho e o fim da escala 6x1 está realizando, antes da votação da PEC, uma série de Seminários Públicos regionais em diferentes estados do país.

A luta por jornadas mais humanas e mais qualidade de vida para os trabalhadores tomou conta das ruas de Porto Alegre.

O Sindec-POA realizou uma ampla ação de fiscalização no comércio de Porto Alegre durante o feriado de Tiradentes, com o objetivo de garantir o cumprimento da Convenção Coletiva de Trabalho e proteger os direitos dos comerciários e comerciárias.

A delegação da Força Sindical-RS e Fetracos-RS esteve presente em Brasília participando do CONCLAT 2026 (Conferência Nacional da Classe Trabalhadora) e da grande Marcha das Centrais Sindicais, em mais um momento histórico de mobilização da classe trabalhadora, ocorrida nesta quarta-feira (15).

Acordo assegura aumento acima da inflação e amplia direitos da categoria.