por Ligiane Brondani | Leia a opinião do presidente da Força Sindical-RS e secretário-geral do Sindec-POA, Clàudio Janta.
Os brasileiros assistem estarrecidos, dia após dia, aos novos capítulos dos escândalos de corrupção nacional que parecem não ter mais fim. O rombo é grande e existe uma conta grande a ser paga. E o que é ainda mais inaceitável, é que o governo coloque essa conta nas costas dos trabalhadores.
O governo Dilma diz que vai economizar cerca de R$ 18 bilhões por ano com as medidas para modificar o acesso ao abono salarial PIS/PASEP, que é um 14º salário para os trabalhadores baixa renda; afixando o mínimo de 18 meses empregado para ter direito ao seguro-desemprego; mudando as regras para pensão por morte e o auxílio-doença, entre outras alterações em benefícios consagrados dos trabalhadores. A saída para o governo é enxugar os benefícios dos trabalhadores para compensar os desvios e roubos na Petrobras e BNDES.
Nem que a vaca tussa vou tirar direito dos trabalhadores", havia afirmado Dilma no período de campanha. Mentiu.
Dizer que propostas como as MPs 664 e 665 e o veto ao reajuste a tabela do IR são saída para esta política de juros alto é que é conversa pra boi dormir. Vamos parar o Brasil dia 15 de março contra essas medidas desrespeitosas e onerosas aos trabalhadores e pelas bandeiras da pauta trabalhista, que não podem ser deixadas em segundo plano, como o Fim do Fator Previdenciário, a luta pela nova tabela do Imposto de Renda, Saúde 24 horas, aplicação da Convenção 158 da OIT, transporte digno, tarifa justa, luz e água com tarifa social, moradia e regularização fundiária.
Dia 15 de março. Ou a vaca para de tossir, ou o Brasil vai parar.
Clàudio Janta
Presidente da Força Sindical-RS e secretário-geral do Sindec-POA
As equipes do Sindec-POA seguem atuando presencialmente nos estabelecimentos comerciais até o dia 24 de dezembro, fiscalizando jornadas, escalas, folgas e condições de trabalho.
Ataques aos sindicatos são sempre inerentes à economia de mercado. É importante destacar que eles são mais intensos nos momentos de avanço do liberalismo e do neoliberalismo – pós-década de 1970 – impulsionados pela direita ou extrema direita, o que mostra a dimensão política desse movimento. Na história do Brasil, esse movimento se repetiu algumas vezes:
O Sindicato dos Comerciários de Porto Alegre – Sindec-POA vem a público esclarecer informações equivocadas que têm circulado acerca do recente julgamento dos segundos embargos de declaração do Tema 935 do Supremo Tribunal Federal, concluído em 25/11/2025.
Após as enchentes que reduziram linhas e horários de ônibus, comerciários de Porto Alegre enfrentam ainda mais dificuldades para voltar para casa, sobretudo no fim de ano. O sindicato lançou um abaixo-assinado pedindo reforço no transporte público.
A Câmara dos Deputados aprovou, nesta terça-feira (4), o projeto de Lei (PL) 3935/2008 que aumenta de maneira gradual a licença paternidade até 20 dias.
Em celebração ao Dia do Comerciário, o SINDEC Porto Alegre lança uma nova campanha institucional que traduz o sentimento e a luta da categoria: “Mais tempo para viver. Mais força para trabalhar.”
O presidente do Sindec-POA e secretário de Relações Internacionais da Força Sindical, Nilton Neco, representou o presidente nacional da Central, Miguel Torres, na 36ª Reunião de Ministros e Altas Autoridades do Trabalho do Mercosul.