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Novo ministro do Trabalho apoia jornada menor
por Jousi Quevedo | A redução significa quatro horas a menos por semana ou 45 minutos por dia, de segunda a sexta-feira.
O novo ministro do Trabalho, Brizola Neto (PDT), apoia a redução da jornada de trabalho de 44 para 40 horas semanais. A proposta é uma demanda antiga das centrais sindicais, que podem ter mais apoio para mudar a lei. Ontem aconteceu a primeira reunião entre as centrais e o ministro, que tomou posse no último dia 3.
Segundo um estudo do Dieese publicado em 2010, a jornada de 40 horas semanais poderia gerar mais de 2,5 milhões de postos de trabalho. O levantamento aponta que o aumento da produtividade do trabalho entre os anos de 1988 e 2008 está em torno de 84%, segundo dados do IBGE, para a indústria de transformação. E o salário médio real, nos últimos anos, não apresentou significativa expansão. Com isso, aumento no custo total da produção seria de apenas 1,99%.
A redução significa quatro horas a menos por semana ou 45 minutos por dia, de segunda a sexta-feira.
Em artigo publicado em seu blog Brizola Neto usa o estudo do Dieese para apoiar a redução da jornada. De acordo o texto, "a jornada de trabalho está relacionada à qualidade de vida. Longas jornadas, com excesso de horas extras, podem elevar produção, mas, além de reduzir a produtividade, adoecem o trabalhador e tiram tempo do seu relacionamento social com a familia e os amigos".
O Sindec-POA realizou uma ampla ação de fiscalização no comércio de Porto Alegre durante o feriado de Tiradentes, com o objetivo de garantir o cumprimento da Convenção Coletiva de Trabalho e proteger os direitos dos comerciários e comerciárias.
A delegação da Força Sindical-RS e Fetracos-RS esteve presente em Brasília participando do CONCLAT 2026 (Conferência Nacional da Classe Trabalhadora) e da grande Marcha das Centrais Sindicais, em mais um momento histórico de mobilização da classe trabalhadora, ocorrida nesta quarta-feira (15).
O governo federal lançou o programa de consignado para trabalhadores com carteira assinada (CLT) com a proposta de ampliar o acesso ao crédito e ajudar na organização financeira das famílias.
No mês de março, quando o mundo fala sobre o Dia Internacional da Mulher, nós, do Sindicato dos Empregados no Comércio de Porto Alegre - Sindec POA, não queremos prestar homenagens. Queremos assumir responsabilidade.
O Sindec-POA expressa seu posicionamento em relação à decisão do Governo Federal de prorrogar por mais 90 dias a entrada em vigor da Portaria nº 3.665/2023, que regulamenta o trabalho em feriados no setor do comércio.
Embora a terça-feira de Carnaval não seja considerada feriado pela legislação, a Convenção Coletiva do Sindec estabelece que as empresas obedeçam às mesmas condições exigidas para trabalho em feriados; ou seja, proíbe o funcionamento com utilização de empregados sem que as mesmas tenham firmado Acordo Coletivo de Trabalho (ACT).
Para garantir que somente as empresas regularizadas funcionem com mão de obra de comerciários no feriado de Nossa Senhora dos Navegantes (2), o Sindec-POA fará fiscalização.
As equipes do Sindec-POA seguem atuando presencialmente nos estabelecimentos comerciais até o dia 24 de dezembro, fiscalizando jornadas, escalas, folgas e condições de trabalho.
Ataques aos sindicatos são sempre inerentes à economia de mercado. É importante destacar que eles são mais intensos nos momentos de avanço do liberalismo e do neoliberalismo – pós-década de 1970 – impulsionados pela direita ou extrema direita, o que mostra a dimensão política desse movimento. Na história do Brasil, esse movimento se repetiu algumas vezes: