Nova classe média usará 53,9% do 13º para quitar dívidas, diz pesquisa
por Jousi Quevedo | Do total de R$ 118 bilhões pagos em 13º, R$ 64,1 bi irão para classe C. Quanto maior a renda, maior a parte destinada à poupança, diz instituto.
60% dos consumidores usarão 13º para quitar dívidas, diz AnefacAs despesas com compras de fim de ano e viagens serão o segundo destino preferencial do 13º recebido pela chamada nova classe média, representando 25,1% do total, segundo a pesquisa. O terceiro principal uso será a reserva financeira e poupança (16,6%).
Segundo a pesquisa, R$ 6 em cada R$ 10 reais pagos em 13º Salário esse ano estarão nas mãos de brasileiros pertencentes à chamada "nova classe média", na definição do instituto.
A partir de dados da Pesquisa Nacional por Amostragem de Domicílios (PNAD), o Data Popular projeta em R$ 118 bilhões o total de pagamentos de 13º salário no país. Desse total, R$ 64,1 bilhões (54,3%) serão destinados à classe C; R$ 45,4 bilhões (38,5%) às famílias de renda alta e R$ 8,5 bilhões (7,2%) às famílias de baixa renda.
A pesquisa foi realizada através de entrevista online com 5.003 pessoas de todo o país, em novembro.
Segundo o Data Popular, quanto maior a renda, maior a parte do 13º destinada à poupança. Entre a população de alta renda, 22,9% do pagamento deverão ser destinados para reserva financeira. Já entre a população de baixa renda, a parcela é de apenas 4,9%.
Pelas projeções do instituto, do total de R$ 118 bilhões pagos em 13º no país, R$ 54,8 bilhões serão usados no pagamentos de dívidas, R$ 34,4 bilhões em compras e viagens e R$ 21,5 bilhões em reserva financeira como poupança.
A pesquisa aponta ainda que pelo menos R$ 7,4 bilhões do 13º salário já foram utilizados
pelos brasileiros ao longo do ano, via antecipação do empregador ou financiamento bancário.
No mês de março, quando o mundo fala sobre o Dia Internacional da Mulher, nós, do Sindicato dos Empregados no Comércio de Porto Alegre - Sindec POA, não queremos prestar homenagens. Queremos assumir responsabilidade.
O Sindec-POA expressa seu posicionamento em relação à decisão do Governo Federal de prorrogar por mais 90 dias a entrada em vigor da Portaria nº 3.665/2023, que regulamenta o trabalho em feriados no setor do comércio.
Embora a terça-feira de Carnaval não seja considerada feriado pela legislação, a Convenção Coletiva do Sindec estabelece que as empresas obedeçam às mesmas condições exigidas para trabalho em feriados; ou seja, proíbe o funcionamento com utilização de empregados sem que as mesmas tenham firmado Acordo Coletivo de Trabalho (ACT).
Para garantir que somente as empresas regularizadas funcionem com mão de obra de comerciários no feriado de Nossa Senhora dos Navegantes (2), o Sindec-POA fará fiscalização.
As equipes do Sindec-POA seguem atuando presencialmente nos estabelecimentos comerciais até o dia 24 de dezembro, fiscalizando jornadas, escalas, folgas e condições de trabalho.
Ataques aos sindicatos são sempre inerentes à economia de mercado. É importante destacar que eles são mais intensos nos momentos de avanço do liberalismo e do neoliberalismo – pós-década de 1970 – impulsionados pela direita ou extrema direita, o que mostra a dimensão política desse movimento. Na história do Brasil, esse movimento se repetiu algumas vezes:
O Sindicato dos Comerciários de Porto Alegre – Sindec-POA vem a público esclarecer informações equivocadas que têm circulado acerca do recente julgamento dos segundos embargos de declaração do Tema 935 do Supremo Tribunal Federal, concluído em 25/11/2025.
Após as enchentes que reduziram linhas e horários de ônibus, comerciários de Porto Alegre enfrentam ainda mais dificuldades para voltar para casa, sobretudo no fim de ano. O sindicato lançou um abaixo-assinado pedindo reforço no transporte público.