Movimento de cartões cresce 17,7% no 1º trimestre, segundo Abecs
por Gabriella Oliveira | Os cartões de débito e crédito movimentaram R$ 223 bilhões no primeiro trimestre deste ano.
Os cartões de débito e crédito movimentaram R$ 223 bilhões no primeiro trimestre deste ano, montante 17,7% maior que no mesmo intervalo de 2013, segundo dados da Associação Brasileira das Empresas de Cartões de Crédito e Serviços (Abecs). Foram 2,4 bilhões de transações com plásticos nos três primeiros meses do ano, segundo a entidade, 12,5% a mais, na mesma base de comparação.
A expansão, conforme a entidade, está relacionada à contínua substituição de meios de pagamento por parte dos consumidores, bem como à expansão do e-commerce e à entrada de novos nichos de comércio e serviço no sistema de cartões. A representatividade dos cartões no consumo das famílias brasileiras chegou a 28,3% ao final de março, aumento de 2,3 pontos porcentuais em relação ao primeiro trimestre de 2013, de 26%.
Do montante transacionado no primeiro trimestre, o cartão de débito movimentou R$ 80,5 bilhões, crescimento de 22,3% em um ano. A modalidade tem sido mais utilizada, de acordo com a Abecs, pelo brasileiro na hora de pagar suas compras. Foram 1,26 bilhão de transações, aumento de 16,3%, na mesma base de comparação.
O uso de cartão de débito, além de crescer mais que o de cartão de crédito, se caracteriza por ter maior participação em compras de menor valor, substituindo diretamente o uso de dinheiro de papel nas transações do dia a dia", explica a associação, em nota à imprensa. De janeiro a março, o brasileiro gastou, em média, R$ 63,6 em cada transação com cartão de débito, praticamente metade do tíquete médio do plástico de crédito.
Nos três primeiros meses do ano, os cartões de crédito movimentaram R$ 142,4 bilhões, o que representa um crescimento de 15,2% em relação ao primeiro trimestre de 2013. Esse instrumento foi responsável por 1,13 bilhão de transações no período, aumento de 8,7%, e apresentou tíquete médio de R$ 125,2.
Os gastos de brasileiros no exterior, segundo a Abecs, feitos com cartão de crédito alcançaram R$ 6,59 bilhões no primeiro trimestre, o que representa um aumento de 2,5% ante o mesmo período de 2013. Enquanto isso, o valor gasto por estrangeiros no Brasil, nesses três meses, foi de R$ 3,14 bilhões, expansão de 5,3%.
Embora a terça-feira de Carnaval não seja considerada feriado pela legislação, a Convenção Coletiva do Sindec estabelece que as empresas obedeçam às mesmas condições exigidas para trabalho em feriados; ou seja, proíbe o funcionamento com utilização de empregados sem que as mesmas tenham firmado Acordo Coletivo de Trabalho (ACT).
Para garantir que somente as empresas regularizadas funcionem com mão de obra de comerciários no feriado de Nossa Senhora dos Navegantes (2), o Sindec-POA fará fiscalização.
As equipes do Sindec-POA seguem atuando presencialmente nos estabelecimentos comerciais até o dia 24 de dezembro, fiscalizando jornadas, escalas, folgas e condições de trabalho.
Ataques aos sindicatos são sempre inerentes à economia de mercado. É importante destacar que eles são mais intensos nos momentos de avanço do liberalismo e do neoliberalismo – pós-década de 1970 – impulsionados pela direita ou extrema direita, o que mostra a dimensão política desse movimento. Na história do Brasil, esse movimento se repetiu algumas vezes:
O Sindicato dos Comerciários de Porto Alegre – Sindec-POA vem a público esclarecer informações equivocadas que têm circulado acerca do recente julgamento dos segundos embargos de declaração do Tema 935 do Supremo Tribunal Federal, concluído em 25/11/2025.
Após as enchentes que reduziram linhas e horários de ônibus, comerciários de Porto Alegre enfrentam ainda mais dificuldades para voltar para casa, sobretudo no fim de ano. O sindicato lançou um abaixo-assinado pedindo reforço no transporte público.
A Câmara dos Deputados aprovou, nesta terça-feira (4), o projeto de Lei (PL) 3935/2008 que aumenta de maneira gradual a licença paternidade até 20 dias.
Em celebração ao Dia do Comerciário, o SINDEC Porto Alegre lança uma nova campanha institucional que traduz o sentimento e a luta da categoria: “Mais tempo para viver. Mais força para trabalhar.”