Sindec: 94 anos de união e lutas
Há noventa e quatro anos, um grupo de trabalhadores decidiu que defender direitos não era uma tarefa individual. Era um compromisso coletivo.

A taxa de inadimplência das pessoas físicas, nos empréstimos bancários com recursos livres (sem contar crédito rural e habitacional), que mede atrasos nos pagamentos acima de 90 dias, voltou a subir em julho deste ano, informou o Banco Central nesta terça-feira (26).
A inadimplência nas operações bancárias das pessoas físicas subiu de 6,5% em junho para 6,6% no mês passado. Trata-se do maior patamar desde maio deste ano, quando estava em 6,7%.
O chefe do Departamento Econômico do Banco Central, Tulio Maciel, minimizou a alta da taxa de inadimplência das pessoas físicas em julho deste ano.
[O aumento em julho] não tem significância dada a magnitude. Os atrasos de 15 a 90 dias, que são um indicador antecedente relevante para a inadimplência [que mede atrasos acima de 90 dias] continuaram recuando. Evoluíram favoravelmente. Isso dá mais robustez ainda à percepção de que a inadimplência encontra-se em patamar historicamente baixo e estável", declarou ele.
Pessoas jurídicas e inadimplência de todas as operações
Já a taxa de inadimplência das operações dos bancos com as empresas, ainda no segmento com recursos livres, também subiu em julho deste ano, quando atingiu 3,5%. Em junho, estava em 3,4%. Este é o maior patamar desde maio do ano passado, quando estava em 3,7%.
Considerando a taxa total de inadimplência, que engloba operações com as pessoas físicas e empresas, ainda nas operações com recursos livres, houve alta de 4,8% em junho para 4,9% em julho – maior nível desde maio deste ano (5%). Nesse caso, não são considerados créditos habitacional e rural e as operações do Banco Nacional do Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES).
Medidas de estímulo ao crédito
O aumento da taxa de inadimplência das famílias e das empresas acontece em um momento no qual o governo anunciou medidas de estímulo ao crédito. O objetivo é tentar ajudar o crescimento da economia brasileira, que vem registrando baixos níveis neste ano.
Na semana passada, o Banco Central duas medidas que vão liberar cerca de R$ 25 bilhões para os bancos emprestarem aos seus clientes. Em julho, a instituição já havia liberado R$ 45 bilhões para os bancos emprestarem. Além disso, o Ministério da Fazenda também anunciou medidas para medidas para facilitar a compra de imóveis financiados, além da concessão do crédito consignado para trabalhadores do setor privado e para retomada de garantias – como automóveis e caminhões – pelos bancos, em caso de inadimplência.
Proteste recomenda cautela
A Associação Brasileira de Defesa do Consumidor (Proteste) recomendou que as pessoas pensem duas vezes antes de adquirir um novo empréstimo. "As instituições financeiras poderão retomar mais facilmente os bens financiados. Devemos ter em mente a situação do tomador de crédito hoje, que já se encontra endividado e que, num cenário de juros elevados, não tem para onde correr", avaliou a entidade.
Fonte: G1
Há noventa e quatro anos, um grupo de trabalhadores decidiu que defender direitos não era uma tarefa individual. Era um compromisso coletivo.

Na noite desta segunda-feira (29 de junho), os comerciários e comerciárias aprovaram a prestação de contas do exercício de 2025 e o parecer do Conselho Fiscal do Sindec-POA, durante Assembleia realizada em formato híbrido, com participação presencial e virtual.

O presidente do Sindec-POA, Nilton Neco, participou, representando a Força Sindical, da reunião de encerramento do Grupo de Trabalho Tripartite do Comércio Varejista, promovido pelo Ministério do Trabalho e Emprego (MTE), que debateu o aperfeiçoamento da Portaria MTE nº 3.665/2023, responsável por regulamentar o trabalho no comércio aos feriados.

Na próxima segunda-feira (29) o Sindec-POA vai realizar a Assembleia de Prestação de Contas do exercício 2025.

A mobilização do Sindec-POA pela redução da jornada de trabalho e pelo fim da escala 6x1 segue ganhando força nas ruas, nas redes e agora também no som da luta da classe trabalhadora.

A Comissão Especial da Câmara dos Deputados destinada a debater a redução da jornada de trabalho e o fim da escala 6x1 está realizando, antes da votação da PEC, uma série de Seminários Públicos regionais em diferentes estados do país.

A luta por jornadas mais humanas e mais qualidade de vida para os trabalhadores tomou conta das ruas de Porto Alegre.

O Sindec-POA realizou uma ampla ação de fiscalização no comércio de Porto Alegre durante o feriado de Tiradentes, com o objetivo de garantir o cumprimento da Convenção Coletiva de Trabalho e proteger os direitos dos comerciários e comerciárias.

A delegação da Força Sindical-RS e Fetracos-RS esteve presente em Brasília participando do CONCLAT 2026 (Conferência Nacional da Classe Trabalhadora) e da grande Marcha das Centrais Sindicais, em mais um momento histórico de mobilização da classe trabalhadora, ocorrida nesta quarta-feira (15).

Acordo assegura aumento acima da inflação e amplia direitos da categoria.