Acontecimentos no mercado que afetam os comerciários.
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Inadimplência das empresas deve ter queda gradual em 2013, diz Serasa
por Gabriella Oliveira | Indicador de perspectiva da inadimplência caiu 1,7% em novembro. Para os consumidores, foi registrada queda de 0,2%.
A inadimplência das empresas deverá apresentar trajetória de queda gradual ao longo de 2013, sinaliza nesta segunda-feira (21) a empresa de análise de crédito Serasa Experian.
O indicador de perspectiva da inadimplência das empresas caiu 1,7% em novembro em relação a outubro, situando-se em 91,5 pontos. A metodologia de construção do indicador permite antever os movimentos cíclicos da inadimplência com seis meses de antecedência.
A perspectiva de manutenção da taxa básica de juros (taxa Selic) em 2013, em patamar historicamente baixo, a tendência de aceleração do crescimento econômico interno e a predominância de um cenário externo mais positivo contribuirão para o estabelecimento de um quadro mais favorável para a queda da inadimplência das empresas em 2013", observam os economistas da Serasa, em nota.
Para o consumidor, o indicador recuou 0,2% em novembro, atingindo o valor de 99,8.
A desaceleração do ritmo da cadeia de quedas mensais e a configuração de uma estabilização do indicador próximo ao nível 100 sinalizam que a inadimplência do consumidor seguirá em queda gradual ao longo de 2013, convergindo para a sua normalização", diz a Serasa. Em nota, a empresa cita que essa normalização, em termos de taxa de inadimplência bancária, representa um patamar em torno de 7% da carteira de crédito às pessoas físicas (crédito referencial para taxa de juros), segundo apuração do Banco Central.
Colaboram para essa normalização fatores como a manutenção da taxa de desemprego próximo dos patamares mínimos históricos; salários sendo corrigidos, em sua ampla maioria, acima da inflação; presença de condições monetárias propícias a movimentos de renegociação de débitos em atraso; maior cautela e rigor no processo de análise e concessão de crédito bancário, diz a Serasa.
O Sindec-POA realizou uma ampla ação de fiscalização no comércio de Porto Alegre durante o feriado de Tiradentes, com o objetivo de garantir o cumprimento da Convenção Coletiva de Trabalho e proteger os direitos dos comerciários e comerciárias.
A delegação da Força Sindical-RS e Fetracos-RS esteve presente em Brasília participando do CONCLAT 2026 (Conferência Nacional da Classe Trabalhadora) e da grande Marcha das Centrais Sindicais, em mais um momento histórico de mobilização da classe trabalhadora, ocorrida nesta quarta-feira (15).
O governo federal lançou o programa de consignado para trabalhadores com carteira assinada (CLT) com a proposta de ampliar o acesso ao crédito e ajudar na organização financeira das famílias.
No mês de março, quando o mundo fala sobre o Dia Internacional da Mulher, nós, do Sindicato dos Empregados no Comércio de Porto Alegre - Sindec POA, não queremos prestar homenagens. Queremos assumir responsabilidade.
O Sindec-POA expressa seu posicionamento em relação à decisão do Governo Federal de prorrogar por mais 90 dias a entrada em vigor da Portaria nº 3.665/2023, que regulamenta o trabalho em feriados no setor do comércio.
Embora a terça-feira de Carnaval não seja considerada feriado pela legislação, a Convenção Coletiva do Sindec estabelece que as empresas obedeçam às mesmas condições exigidas para trabalho em feriados; ou seja, proíbe o funcionamento com utilização de empregados sem que as mesmas tenham firmado Acordo Coletivo de Trabalho (ACT).
Para garantir que somente as empresas regularizadas funcionem com mão de obra de comerciários no feriado de Nossa Senhora dos Navegantes (2), o Sindec-POA fará fiscalização.
As equipes do Sindec-POA seguem atuando presencialmente nos estabelecimentos comerciais até o dia 24 de dezembro, fiscalizando jornadas, escalas, folgas e condições de trabalho.
Ataques aos sindicatos são sempre inerentes à economia de mercado. É importante destacar que eles são mais intensos nos momentos de avanço do liberalismo e do neoliberalismo – pós-década de 1970 – impulsionados pela direita ou extrema direita, o que mostra a dimensão política desse movimento. Na história do Brasil, esse movimento se repetiu algumas vezes: