Sindec: 94 anos de união e lutas
Há noventa e quatro anos, um grupo de trabalhadores decidiu que defender direitos não era uma tarefa individual. Era um compromisso coletivo.

O emprego na indústria ficou estável (0%) na passagem de dezembro para janeiro, na série livre de influências sazonais, informou, nesta sexta-feira, o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). Na comparação com janeiro de 2012, o emprego industrial apontou queda de 1,1%. Em 12 meses, os postos de trabalho na indústria diminuíram 1,4%.
O número de horas pagas aos trabalhadores da indústria recuou 0,3% em janeiro ante dezembro, a terceira taxa negativa consecutiva, período em que acumulou perda de 0,7%. Na comparação com janeiro de 2012, o número de horas pagas teve queda de 1,4%, a 17ª taxa negativa seguida.
Houve recuo em 11 dos 14 locais pesquisados, assim como em 12 dos 18 ramos investigados. As principais influências negativas foram de vestuário (-7,8%), calçados e couro (-5,9%), outros produtos da indústria de transformação (-5,3%), máquinas e equipamentos (-2,9%), têxtil (-4,6%), madeira (-6,9%) e papel e gráfica (-2,6%). Na direção oposta, o setor de alimentos e bebidas (1,6%) teve o principal resultado positivo.
Entre os locais, a região Nordeste (-4,0%) foi a principal influência negativa, pressionada pela redução no número de horas pagas nos setores de alimentos e bebidas (-5,9%), vestuário (-4,4%), refino de petróleo e produção de álcool (-9,9%), indústrias extrativas (-8,4%) e borracha e plástico (-6,7%).
Outros impactos negativos foram do Rio Grande do Sul (-4,2%), da região Norte e Centro-Oeste (-3,2%), de São Paulo (-0,8%), e Pernambuco (-7,6%). O Paraná (1,7%) exerceu a principal contribuição positiva no número de horas pagas, graças aos setores de máquinas e aparelhos eletroeletrônicos e de comunicações (15,6%) e alimentos e bebidas (4,0%). Nos últimos 12 meses, o número de horas pagas na indústria caiu 1,9%.
Fonte: Zero Hora
Há noventa e quatro anos, um grupo de trabalhadores decidiu que defender direitos não era uma tarefa individual. Era um compromisso coletivo.

Na noite desta segunda-feira (29 de junho), os comerciários e comerciárias aprovaram a prestação de contas do exercício de 2025 e o parecer do Conselho Fiscal do Sindec-POA, durante Assembleia realizada em formato híbrido, com participação presencial e virtual.

O presidente do Sindec-POA, Nilton Neco, participou, representando a Força Sindical, da reunião de encerramento do Grupo de Trabalho Tripartite do Comércio Varejista, promovido pelo Ministério do Trabalho e Emprego (MTE), que debateu o aperfeiçoamento da Portaria MTE nº 3.665/2023, responsável por regulamentar o trabalho no comércio aos feriados.

Na próxima segunda-feira (29) o Sindec-POA vai realizar a Assembleia de Prestação de Contas do exercício 2025.

A mobilização do Sindec-POA pela redução da jornada de trabalho e pelo fim da escala 6x1 segue ganhando força nas ruas, nas redes e agora também no som da luta da classe trabalhadora.

A Comissão Especial da Câmara dos Deputados destinada a debater a redução da jornada de trabalho e o fim da escala 6x1 está realizando, antes da votação da PEC, uma série de Seminários Públicos regionais em diferentes estados do país.

A luta por jornadas mais humanas e mais qualidade de vida para os trabalhadores tomou conta das ruas de Porto Alegre.

O Sindec-POA realizou uma ampla ação de fiscalização no comércio de Porto Alegre durante o feriado de Tiradentes, com o objetivo de garantir o cumprimento da Convenção Coletiva de Trabalho e proteger os direitos dos comerciários e comerciárias.

A delegação da Força Sindical-RS e Fetracos-RS esteve presente em Brasília participando do CONCLAT 2026 (Conferência Nacional da Classe Trabalhadora) e da grande Marcha das Centrais Sindicais, em mais um momento histórico de mobilização da classe trabalhadora, ocorrida nesta quarta-feira (15).

Acordo assegura aumento acima da inflação e amplia direitos da categoria.