Matérias trabalhistas de interesse da categoria comerciária.
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Desemprego fica em 10% em sete regiões
por Gabriella Oliveira | A taxa de desemprego no conjunto das 7 regiões metropolitanas cresceu em janeiro em relação a dezembro.
A taxa de desemprego no conjunto das 7 regiões metropolitanas onde a Fundação Seade e o Dieese realizam a Pesquisa de Emprego e Desemprego (PED) cresceu em janeiro em relação a dezembro e variou de 9,8% para 10%. A PED é realizada nas regiões metropolitanas do Distrito Federal, Belo Horizonte, Fortaleza, Porto Alegre, Recife, Salvador e São Paulo.
De acordo com a Seade e o Dieese, o nível de ocupação elevou-se em Porto Alegre (0,8%), teve pequena variação negativa em Fortaleza (-0,3%) e São Paulo (0,3%), ficou estável em Belo Horizonte e Salvador, e caiu no Distrito Federal (-1,5%) e Recife (-1,3%). O rendimento médio real dos ocupados nas sete regiões caiu 0,8% em dezembro ante novembro, para R$ 1.583,00. A renda média real dos assalariados caiu 0,5% na mesma base de comparação, para R$ 1.608,00.
Na região metropolitana de São Paulo (RMSP), a taxa de desemprego ficou estável em 10,0% na passagem de dezembro para janeiro. O nível de ocupação variou -0,3% em janeiro. O resultado do mês passado se deve, em parte, à retração nos Serviços (queda de 1,7% ou 96 mil postos de trabalho a menos), compensada parcialmente pelo aumento no Comércio e reparação de veículos automotores e motocicletas (3,1% de variação positiva ou criação de 55 mil postos). Na indústria de transformação, a alta foi de 0,3% (ou criação de 5 mil postos de trabalho) e na Construção houve queda de 0,3% (ou menos 2 mil postos de trabalho).
O total de desempregados na RMSP em janeiro foi estimado em 1,119 milhão de pessoas, 3 mil a menos que em dezembro. A taxa de participação, ou a proporção de pessoas com idade a partir de 10 anos incorporadas ao mercado de trabalho como ocupadas, variou de 63,2% para 62,9%. Ainda de acordo com a PED, o rendimento médio real dos ocupados na RMSP em dezembro recuou 1,6% em relação a novembro, passando a R$ 1.732,00. Já a renda média real dos assalariados caiu 1,1%, para R$ 1.728,00.
No mês de março, quando o mundo fala sobre o Dia Internacional da Mulher, nós, do Sindicato dos Empregados no Comércio de Porto Alegre - Sindec POA, não queremos prestar homenagens. Queremos assumir responsabilidade.
O Sindec-POA expressa seu posicionamento em relação à decisão do Governo Federal de prorrogar por mais 90 dias a entrada em vigor da Portaria nº 3.665/2023, que regulamenta o trabalho em feriados no setor do comércio.
Embora a terça-feira de Carnaval não seja considerada feriado pela legislação, a Convenção Coletiva do Sindec estabelece que as empresas obedeçam às mesmas condições exigidas para trabalho em feriados; ou seja, proíbe o funcionamento com utilização de empregados sem que as mesmas tenham firmado Acordo Coletivo de Trabalho (ACT).
Para garantir que somente as empresas regularizadas funcionem com mão de obra de comerciários no feriado de Nossa Senhora dos Navegantes (2), o Sindec-POA fará fiscalização.
As equipes do Sindec-POA seguem atuando presencialmente nos estabelecimentos comerciais até o dia 24 de dezembro, fiscalizando jornadas, escalas, folgas e condições de trabalho.
Ataques aos sindicatos são sempre inerentes à economia de mercado. É importante destacar que eles são mais intensos nos momentos de avanço do liberalismo e do neoliberalismo – pós-década de 1970 – impulsionados pela direita ou extrema direita, o que mostra a dimensão política desse movimento. Na história do Brasil, esse movimento se repetiu algumas vezes:
O Sindicato dos Comerciários de Porto Alegre – Sindec-POA vem a público esclarecer informações equivocadas que têm circulado acerca do recente julgamento dos segundos embargos de declaração do Tema 935 do Supremo Tribunal Federal, concluído em 25/11/2025.
Após as enchentes que reduziram linhas e horários de ônibus, comerciários de Porto Alegre enfrentam ainda mais dificuldades para voltar para casa, sobretudo no fim de ano. O sindicato lançou um abaixo-assinado pedindo reforço no transporte público.