Acontecimentos no mercado que afetam os comerciários.
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Comércio gaúcho ainda tem vagas abertas para temporários
por Jousi Quevedo | Carência de mão de obra qualificada dificulta preenchimento de postos de trabalho no RS.
A dois meses do Natal, o comércio gaúcho enfrenta dificuldades para preencher 9,5 mil vagas temporárias. Para quem busca trabalho, ainda há tempo para correr atrás de uma oportunidade com chance de futura efetivação.
Conforme pesquisa divulgada na terça-feira pela Federação do Comércio de Bens e de Serviços do Estado (Fecomércio-RS), 49,3% das empresas que irão contratar trabalhadores temporários têm a intenção de efetivar os profissionais após o final do contrato. O levantamento, feito no início do mês, apontou que 81,2% das vagas ainda estavam em aberto.
– O grau de instrução é a principal exigência – afirma Luiz Carlos Bohn, vice-presidente da Fecomércio.
A pesquisa abrangeu 384 empresas em Porto Alegre, Caxias do Sul, Pelotas, Santa Maria e Ijuí.
– Há uma carência de mão de obra qualificada. Há muitas vagas para fechar em muito pouco tempo – destaca Maura Landgraf Rizzato, consultora de recursos humanos da MRizzato RH.
Diante da dificuldade, as empresas estão contratando até mesmo profissionais sem experiência na área, desde que tenham Ensino Médio completo ou em andamento.
– A abertura de novos shoppings na Capital fez com que muitos profissionais com experiência e qualificação fossem absorvidos neste ano – conta Maura.
Aos 19 anos, a estudante Luciélen Saraiva Marques foi contratada para uma vaga temporária na loja O Boticário, rede de cosméticos e perfumes, em Porto Alegre. Sem nunca ter tido a carteira assinada, a jovem tem esperança da oportunidade se transformar no seu primeiro emprego formal.
– Vou me esforçar ao máximo para fazer por merecer – disse Luciélen.
Como buscar uma vaga
Procure o Sine, agências de empregos e as próprias empresas e leve seu currículo.
Com a urgência por parte das empresas em fechar as vagas, a disponibilidade e o interesse fazem diferença.
Demonstre disposição e vontade em aprender, caso não tenha experiência na área.
Mostre o seu melhor na vaga temporária, para aumentar as chances de contratação definitiva.
O Sindec-POA realizou uma ampla ação de fiscalização no comércio de Porto Alegre durante o feriado de Tiradentes, com o objetivo de garantir o cumprimento da Convenção Coletiva de Trabalho e proteger os direitos dos comerciários e comerciárias.
A delegação da Força Sindical-RS e Fetracos-RS esteve presente em Brasília participando do CONCLAT 2026 (Conferência Nacional da Classe Trabalhadora) e da grande Marcha das Centrais Sindicais, em mais um momento histórico de mobilização da classe trabalhadora, ocorrida nesta quarta-feira (15).
O governo federal lançou o programa de consignado para trabalhadores com carteira assinada (CLT) com a proposta de ampliar o acesso ao crédito e ajudar na organização financeira das famílias.
No mês de março, quando o mundo fala sobre o Dia Internacional da Mulher, nós, do Sindicato dos Empregados no Comércio de Porto Alegre - Sindec POA, não queremos prestar homenagens. Queremos assumir responsabilidade.
O Sindec-POA expressa seu posicionamento em relação à decisão do Governo Federal de prorrogar por mais 90 dias a entrada em vigor da Portaria nº 3.665/2023, que regulamenta o trabalho em feriados no setor do comércio.
Embora a terça-feira de Carnaval não seja considerada feriado pela legislação, a Convenção Coletiva do Sindec estabelece que as empresas obedeçam às mesmas condições exigidas para trabalho em feriados; ou seja, proíbe o funcionamento com utilização de empregados sem que as mesmas tenham firmado Acordo Coletivo de Trabalho (ACT).
Para garantir que somente as empresas regularizadas funcionem com mão de obra de comerciários no feriado de Nossa Senhora dos Navegantes (2), o Sindec-POA fará fiscalização.
As equipes do Sindec-POA seguem atuando presencialmente nos estabelecimentos comerciais até o dia 24 de dezembro, fiscalizando jornadas, escalas, folgas e condições de trabalho.
Ataques aos sindicatos são sempre inerentes à economia de mercado. É importante destacar que eles são mais intensos nos momentos de avanço do liberalismo e do neoliberalismo – pós-década de 1970 – impulsionados pela direita ou extrema direita, o que mostra a dimensão política desse movimento. Na história do Brasil, esse movimento se repetiu algumas vezes: