Sindec: 94 anos de união e lutas
Há noventa e quatro anos, um grupo de trabalhadores decidiu que defender direitos não era uma tarefa individual. Era um compromisso coletivo.

A Força Sindical e a Fetracos, representadas pelo presidente em exercício da Fetracos, Dionísio Mazui, participou hoje de reunião conjunta com as demais centrais sindicais e o apoio do diretor técnico do Dieese, Ricardo Franzói, sobre a elaboração da pauta unificada para encaminhamento das reivindicações de reajuste para o salário mínimo regional 2013.
O representante do Dieese apresentou os números que orientarão as discussões com o governo do Rio Grande do Sul, Assembleia Legislativa e empresários. O plano do grupo é que o reajuste conte a partir de 1º de janeiro de 2013.
Para consolidação da proposta, foi considerada a média do PIB do Brasil e do Rio Grande do Sul nos dois anos. Conforme Franzói, o percentual a ser proposto inclui o cálculo de reposição das perdas salariais ocorridas.
O documento base aprovado traz um conjunto de justificativas que mostram o comportamento da economia no Rio Grande do Sul, as taxas de emprego e desemprego e os impactos do reajuste do piso regional na geração de novos postos de trabalho.
É importante ressaltar que após a instituição do piso regional as micro e pequenas empresas foram as que mais empregaram e obtiveram o maior salário médio de admissão, contrariando o argumento patronal de que estes segmentos enfrentariam maiores dificuldades", informou Mazui.
A estrutura do documento apresenta indicadores que permitem aos trabalhadores uma posição consistente e melhor embasada para as negociações salariais.
Há uma preocupação tanto das centrais, quanto do Dieese de que o piso regional seja extinto ou não tenha mais legitimidade se não for valorizado diante do salário mínimo nacional.
No dia 18/9 ocorrerá a entrega do documento ao secretário responsável pelo Conselho de Desenvolvimento Econômico e Social do RS (CDES-RS), Marcelo Danéris, às 16h30min. Danéris iniciará os debates na condição de representante do Governo do Estado.
Há noventa e quatro anos, um grupo de trabalhadores decidiu que defender direitos não era uma tarefa individual. Era um compromisso coletivo.

Na noite desta segunda-feira (29 de junho), os comerciários e comerciárias aprovaram a prestação de contas do exercício de 2025 e o parecer do Conselho Fiscal do Sindec-POA, durante Assembleia realizada em formato híbrido, com participação presencial e virtual.

O presidente do Sindec-POA, Nilton Neco, participou, representando a Força Sindical, da reunião de encerramento do Grupo de Trabalho Tripartite do Comércio Varejista, promovido pelo Ministério do Trabalho e Emprego (MTE), que debateu o aperfeiçoamento da Portaria MTE nº 3.665/2023, responsável por regulamentar o trabalho no comércio aos feriados.

Na próxima segunda-feira (29) o Sindec-POA vai realizar a Assembleia de Prestação de Contas do exercício 2025.

A mobilização do Sindec-POA pela redução da jornada de trabalho e pelo fim da escala 6x1 segue ganhando força nas ruas, nas redes e agora também no som da luta da classe trabalhadora.

A Comissão Especial da Câmara dos Deputados destinada a debater a redução da jornada de trabalho e o fim da escala 6x1 está realizando, antes da votação da PEC, uma série de Seminários Públicos regionais em diferentes estados do país.

A luta por jornadas mais humanas e mais qualidade de vida para os trabalhadores tomou conta das ruas de Porto Alegre.

O Sindec-POA realizou uma ampla ação de fiscalização no comércio de Porto Alegre durante o feriado de Tiradentes, com o objetivo de garantir o cumprimento da Convenção Coletiva de Trabalho e proteger os direitos dos comerciários e comerciárias.

A delegação da Força Sindical-RS e Fetracos-RS esteve presente em Brasília participando do CONCLAT 2026 (Conferência Nacional da Classe Trabalhadora) e da grande Marcha das Centrais Sindicais, em mais um momento histórico de mobilização da classe trabalhadora, ocorrida nesta quarta-feira (15).

Acordo assegura aumento acima da inflação e amplia direitos da categoria.