Sindec: 94 anos de união e lutas
Há noventa e quatro anos, um grupo de trabalhadores decidiu que defender direitos não era uma tarefa individual. Era um compromisso coletivo.

Os dirigentes sindicais de entidades filiadas à Força Sindical-RS de todo Estado contaram também com uma palestra do Professor da Universidade Federal do Paraná, Doutorando em Liberdade Sindical, Sandro Lunardi, que abordou ações antissindicais do Ministério Público do Trabalho.
No início de sua fala, ele citou uma frase de Helena Kolody para reflexão dos seminaristas: "Nas mãos inspiradas nascem antigas palavras sempre com um novo matiz".
Um questionamento foi proposta também. "Os jovens têm participado das nossas assembleias? Em que ambiente estamos imersos? Em que sociedade estamos?", indagou.
Ele também declarou que o Movimento Sindical passa por uma crise de representação política das categorias. "Precisamos entender isso para buscar as alternativas e soluções. Quem sabe está na hora de fazer o nosso diagnóstico para nos aproximar com as categorias".
Lunardi afirmou que a taxa de sindicalização no Brasil, de 2005 a 2011, teve aumento na média nacional de 17%, e que o fortalecimento do Movimento Sindical se dá ao apresentar as pautas e disputar o espaço na sociedade.
Não podemos perder a nossa herança de lutas, mas também deve-se renovar inserindo os jovens no processo", destacou Sandro.
Ao falar sobre a intervenção do Ministério Público do Trabalho nas entidades sindicais, o palestrante ainda afirmou que sem sindicato forte não há representação e estrutura, que é essencial para a luta.
Os sindicatos prestam serviços relevante para os trabalhadores e serviços que suprem diversas lacunas na sociedade. Agora pergunto: Acabar com isso serve a quem?", concluiu Sandro Lunardi.
No sábado (17/8) o Seminário tem continuidade com o tema Política Partidária e o Movimento Sindical, ministrados pelo presidente da Força Sindical-RS, Clàudio Janta e Fernando Rosa, jornalista e produtor cultural.
Há noventa e quatro anos, um grupo de trabalhadores decidiu que defender direitos não era uma tarefa individual. Era um compromisso coletivo.

Na noite desta segunda-feira (29 de junho), os comerciários e comerciárias aprovaram a prestação de contas do exercício de 2025 e o parecer do Conselho Fiscal do Sindec-POA, durante Assembleia realizada em formato híbrido, com participação presencial e virtual.

O presidente do Sindec-POA, Nilton Neco, participou, representando a Força Sindical, da reunião de encerramento do Grupo de Trabalho Tripartite do Comércio Varejista, promovido pelo Ministério do Trabalho e Emprego (MTE), que debateu o aperfeiçoamento da Portaria MTE nº 3.665/2023, responsável por regulamentar o trabalho no comércio aos feriados.

Na próxima segunda-feira (29) o Sindec-POA vai realizar a Assembleia de Prestação de Contas do exercício 2025.

A mobilização do Sindec-POA pela redução da jornada de trabalho e pelo fim da escala 6x1 segue ganhando força nas ruas, nas redes e agora também no som da luta da classe trabalhadora.

A Comissão Especial da Câmara dos Deputados destinada a debater a redução da jornada de trabalho e o fim da escala 6x1 está realizando, antes da votação da PEC, uma série de Seminários Públicos regionais em diferentes estados do país.

A luta por jornadas mais humanas e mais qualidade de vida para os trabalhadores tomou conta das ruas de Porto Alegre.

O Sindec-POA realizou uma ampla ação de fiscalização no comércio de Porto Alegre durante o feriado de Tiradentes, com o objetivo de garantir o cumprimento da Convenção Coletiva de Trabalho e proteger os direitos dos comerciários e comerciárias.

A delegação da Força Sindical-RS e Fetracos-RS esteve presente em Brasília participando do CONCLAT 2026 (Conferência Nacional da Classe Trabalhadora) e da grande Marcha das Centrais Sindicais, em mais um momento histórico de mobilização da classe trabalhadora, ocorrida nesta quarta-feira (15).

Acordo assegura aumento acima da inflação e amplia direitos da categoria.