24,5% dos brasileiros desconhecem pagar impostos, aponta pesquisa
por Gabriella Oliveira | Em 2014, 73,9% afirmaram reconhecer impacto de tributos no dia a dia.
Um em cada 4 brasileiros desconhece pagar algum tipo de imposto. Foi que o mostrou a pesquisa nacional sobre o impacto de tarifas e tributos no Brasil de 2014, realizada pela Fecomércio RJ/Ipos, entre 17 e 31 de maio. Segundo análise divulgada nesta quinta-feira (14), 24,5% população não tem consciência da incidência de impostos no dia a dia.
O número de brasileiros que afirmam reconhecer o impacto da tributação, no entanto, representa 73,9%. Esta é a maior parcela desde o início da série histórica da pesquisa, iniciada em 2007, segundo a Fecomércio RJ. Em comparação com 2013 (67,8%), houve uma alta de 6,1%.
Deste total, 69,2% asseguraram pagar impostos municipais, como imposto predial territorial urbano (IPTU), taxas de iluminação e lixo, 55,3% afirmaram saber que pagam impostos indiretos sobre produtos e serviços e 35,1% reconheceram impostos estaduais, como o imposto sobre propriedade de veículos automotores (IPVA).
Segundo o economista da Fecomércio RJ, Christian Travassos, a pesquisa confirma que houve avanço no reconhecimento da população, "algo coerente com a formalização crescente do mercado de trabalho" e o aumento do acesso à informação.
Ainda segundo análise da entidade, entre os 73,9% dos brasileiros que disseram ter alguma despesa com tributos, 92,4% informaram pagar algum tipo de impostos sobre a compra de alimentos, seguidos de 92,1% na energia, 90,7% no vestuário e 89,9% na telefonia. Na compra de combustível, o número chegou a 85,6%, contra 88,6% nos produtos de saúde, 89% nos serviços bancários e habitação, e 89,1% em higiene.
Homens mais cientes
Ainda segundo pesquisa, os homens superaram as mulheres entre os mais conscientes a respeito do pagamento de impostos: 75,8% afirmaram ter ciência da tributação. Entre as mulheres, esse número chegou a 72,2%.
A pesquisa "Impacto de Tarifas e Tributos no Brasil" da Fecomércio-RJ/Ipsos é realizada anualmente com mil pessoas, em 70 cidades do país, incluindo nove regiões metropolitanas.
Embora a terça-feira de Carnaval não seja considerada feriado pela legislação, a Convenção Coletiva do Sindec estabelece que as empresas obedeçam às mesmas condições exigidas para trabalho em feriados; ou seja, proíbe o funcionamento com utilização de empregados sem que as mesmas tenham firmado Acordo Coletivo de Trabalho (ACT).
Para garantir que somente as empresas regularizadas funcionem com mão de obra de comerciários no feriado de Nossa Senhora dos Navegantes (2), o Sindec-POA fará fiscalização.
As equipes do Sindec-POA seguem atuando presencialmente nos estabelecimentos comerciais até o dia 24 de dezembro, fiscalizando jornadas, escalas, folgas e condições de trabalho.
Ataques aos sindicatos são sempre inerentes à economia de mercado. É importante destacar que eles são mais intensos nos momentos de avanço do liberalismo e do neoliberalismo – pós-década de 1970 – impulsionados pela direita ou extrema direita, o que mostra a dimensão política desse movimento. Na história do Brasil, esse movimento se repetiu algumas vezes:
O Sindicato dos Comerciários de Porto Alegre – Sindec-POA vem a público esclarecer informações equivocadas que têm circulado acerca do recente julgamento dos segundos embargos de declaração do Tema 935 do Supremo Tribunal Federal, concluído em 25/11/2025.
Após as enchentes que reduziram linhas e horários de ônibus, comerciários de Porto Alegre enfrentam ainda mais dificuldades para voltar para casa, sobretudo no fim de ano. O sindicato lançou um abaixo-assinado pedindo reforço no transporte público.
A Câmara dos Deputados aprovou, nesta terça-feira (4), o projeto de Lei (PL) 3935/2008 que aumenta de maneira gradual a licença paternidade até 20 dias.
Em celebração ao Dia do Comerciário, o SINDEC Porto Alegre lança uma nova campanha institucional que traduz o sentimento e a luta da categoria: “Mais tempo para viver. Mais força para trabalhar.”