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Artigos do presidente do sindicato dos comerciários.

Últimos artigos

Mais tempo para viver. Mais força para transformar

No mês de março, quando o mundo fala sobre o Dia Internacional da Mulher, nós, do Sindicato dos Empregados no Comércio de Porto Alegre - Sindec POA, não queremos prestar homenagens. Queremos assumir responsabilidade.

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A Luta Pela Redução da Jornada de Trabalho Precisa Ser Realista e Viável

Nos últimos meses, temos acompanhado um crescente debate sobre a jornada de trabalho no Brasil. Movimentos sociais surgiram e ganharam força nas redes sociais, defendendo diferentes propostas para reduzir a carga horária dos trabalhadores. No entanto, é preciso ter clareza sobre o que realmente é viável e pode ser aprovado no Congresso Nacional.

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Uma antiga luta sindical que retorna ao debate

Nos últimos dias, o debate sobre o fim da escala de trabalho 6x1 e a possibilidade de um modelo mais humanizado, com três dias de folga por semana, voltou ao centro das discussões. Esse é um tema que o Sindec-POA apoia e luta há décadas para que se torne realidade, não só pela sua importância social, mas por representar um avanço concreto nas condições de vida dos trabalhadores.

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Por palavras-chaves

Todas as notícias do sindicato organizadas por termos marcados.

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Notícias

Apagão de responsabilidade

Porto Alegre ainda enfrenta os efeitos do temporal da última terça-feira e quem sofre é a população.

Por que o medo da Convenção Coletiva

Recentemente, o governo promulgou portaria que permite a abertura do comércio nos feriados apenas mediante a celebração de Convenção Coletiva. No entanto, a maneira como esse assunto tem sido abordado pela imprensa suscita questionamentos sobre a compreensão efetiva dessa medida, colocando os sindicatos mais uma vez, em posição de desconfiança mediante a sociedade.

Desmistificando o debate sobre o Imposto Sindical

Mais uma vez alguns veículos de comunicação de forma polêmica e parcial, trazem à tona o debate sobre o imposto sindical obrigatório, extinto desde 2017, numa tentativa de colocar os trabalhadores contra os sindicatos.

Colocando os pingos nos Is sobre a contribuição sindical

Na última semana a contribuição aos sindicatos tomou as manchetes dos principais veículos de comunicação, pintando mais uma vez o Movimento Sindical como vilão que tem apenas o intuito de arrecadar o dinheiro do trabalhador.

Em cartaz: “Premonição” (versão mercado de trabalho no Brasil)

A mão de obra se torna quase escrava, os trabalhadores ficam a mercê dos empregadores, expostos a acidentes de trabalho e sem nenhuma garantia. A terceirização só é boa para o patrão que vai optar por ela sempre que isso lhe gerar uma redução de custos. Para eles é isso: trata-se apenas de lucro e não da vida dos trabalhadores e suas famílias.

A desumanidade no mercado de trabalho

São tempos difíceis para a classe trabalhadora. Vivemos sob os efeitos dos impactos causados pela pandemia que, infelizmente, potencializam as mazelas que sempre assolaram o mercado de trabalho.

E o governo ataca novamente

Sim, novamente o governo está atacando! A fome, a miséria e o desemprego? Antes fosse, porém o histórico que temos acompanhado nos mostra que o seu alvo preferido são os trabalhadores.

Uma afronta à vida

Na última segunda-feira (1) o governo mostrou mais uma vez a sua incoerência e despreparo em lidar com a maior crise sanitária e econômica do país, ao publicar a Portaria 620 que proíbe que o empregado que não tiver tomado a vacina contra a Covid-19 seja demitido ou barrado em processo seletivo.

A saúde mental dos trabalhadores pede socorro

Os últimos dois anos têm sido marcados por muitos desafios para todos. A pandemia trouxe à tona problemas já existentes na nossa sociedade, porém pouco discutidos, como por exemplo, a saúde mental dos trabalhadores que, cada vez mais tem mostrado sua fragilidade em acontecimentos que infelizmente se associam à violência.

O mal se corta é pela raiz

Desde a semana passada voltamos ao que parece ser a estaca zero na luta contra a pandemia. Números de mortes aumentando e hospitais lotados, culminaram na bandeira preta e, mais uma vez, o comércio pagou uma conta muito cara: a da irresponsabilidade de quem ainda não entendeu a gravidade da situação e a de medidas despreparadas para lidar com a crise sanitária e econômica.

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