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Fecomércio-RS divulga pesquisa sobre intenção de consumo neste Natal
por Jousi Quevedo | Foram entrevistadas 384 pessoas entre 7 e 12 de novembro em Porto Alegre, Santa Maria, Caxias do Sul, Pelotas e Ijuí, principais cidades de cada uma das cinco macrorregiões do Estado.
No Rio Grande do Sul, em média, cada pessoa deverá comprar 6,1 presentes neste Natal, destinar R$ 406,00 para esta finalidade e adquirir principalmente os tradicionais itens de vestuário (78,4%), brinquedos (46,9%) e calçados (30,2%).
Esses são alguns dos principais resultados da pesquisa de final de ano realizada pela Fecomércio-RS para diagnosticar a intenção dos consumidores em relação às compras natalinas. Para esta amostra foram entrevistadas 384 pessoas entre 7 e 12 de novembro em Porto Alegre, Santa Maria, Caxias do Sul, Pelotas e Ijuí, principais cidades de cada uma das cinco macrorregiões do Estado.
Em comparação com o Natal do ano passado, os consumidores manifestaram que pretendem gastar um valor semelhante, o que, na visão do presidente do Sistema Fecomércio-RS/Sesc/Senac, Zildo De Marchi, se justifica pela incerteza do cenário internacional e pela cautela no comprometimento a longo prazo. "O Brasil está passando por um processo de desaceleração, o que faz com que as pessoas ajam de forma mais conservadora, evitando compras que comprometam a sua renda durante um grande período de tempo" aponta o presidente.
Número de presentes
Com relação ao número médio de presentes a serem comprados – 6,1 – a pesquisa indicou que as mulheres comprarão mais do que os homens. Enquanto elas manifestam a intenção de adquirir 6,6 unidades, eles afirmam que irão comprar, em média, 6,2 presentes.
Na análise quanto ao número médio de presentes por classe social, os integrantes da classe A pretendem comprar um maior número de presentes (9,7), seguidos pelos da classe B (7,7). No entanto, as pessoas da classe D (5,9) pretendem adquirir uma quantidade levemente maior do que as da classe C (5,7). Os da classe E manifestaram a intenção de comprar uma média de 4,5 presentes.
Intenção de gastos
Quanto às intenções de gastos individuais, o levantamento demonstra que a maior concentração de respostas (14,1%) está na faixa entre R$ 251,00 e R$ 300,00. A segunda maior concentração, com participação de 13,3%, situa-se entre R$ 51,00 e R$ 100,00. Em termos de gênero, os homens gastarão mais (R$ 425,98, em média) do que as mulheres (R$ 393,37, em média), e como comprarão menos itens, deverão ter um presente médio (R$ 80,73, em média) mais caro do que o dado pelas mulheres (R$ 61,85, em média).
Analisando os gastos por classe social, a proporção dos entrevistados que afirmaram pretender gastar mais de R$ 200,00 é de 95,5% entre os consumidores da classe A, 78,8% da classe B, 54,0% da classe C, 38,9% da classe E.
Para a classe A, 54,5% das pessoas pretendem despender mais de R$ 500,00 com as compras de Natal. Na classe B, a parcela da população cujo gasto ficará acima de R$ 500,00 é de 39,4%. Na classe C, esse percentual cai para 15,7%.
Considerando-se os gastos médios por presente por Classe Social, a pesquisa mostra que presente médio das classes B e C deverão custar valores muito próximos. Enquanto na classe B, o presente deverá custar, em média, R$ 71,87, o da classe C deverá ser de R$ 68,39. O presente da classe E deve ser marginalmente mais caro que o da classe E.
Ao analisar o comportamento dos consumidores da principal cidade de cada uma das cinco macrorregiões do Rio Grande do Sul, a pesquisa apontou que Santa Maria apresenta a maior intenção de gasto médio, com R$ 472,66. Pelotas aparece na segunda posição, com intenção de R$ 414,80, seguida por Caxias do Sul, onde os consumidores afirmam que vão gastar uma média R$ 410,15 com presentes. Porto Alegre figura na quarta posição, com gasto médio de R$ 403,82 e, Ijuí na última das cinco cidades, com a intenção de gasto de R$ 324,74.
Consolidados, os dados indicam que, em média, cada pessoa deve gastar R$ 406,00 em presentes neste Natal.
Itens e locais de compras
Os tipos de presentes com maior frequência nas respostas de intenção de compra são: vestuário (78,4%), brinquedos (46,9%), calçados (30,2%), perfumes/cosméticos (6,5%), eletroeletrônicos (5,5%), celular (5,2%), artigos de decoração (3,6%), CDs/DVDs (2,6%), bicicletas (2,3%) e relógios/jóias (2,1%).
Quanto ao local onde serão realizadas as compras de Natal, a grande maioria (78,4%) vai buscar as lojas do centro das cidades. Os shoppings são o segundo local mais citado (12,5%), seguido pelas lojas de bairro (8,6%) e camelôs ou centros populares de compras (6,3%).
Formas de pagamento
Em relação às formas de pagamento, 62,8% da amostra respondeu que deve pagar à vista pelas compras de Natal e 36,2% a prazo. Entre os consumidores que disseram optar pelo pagamento a prazo, a maior concentração de respostas se dá entre 4 e 6 parcelas (52,5%), seguidos pelo parcelamento de 1 a 3 vezes (36,7%), mais de 10 vezes (6,5%) e, por fim, de 4 a 5 vezes (4,3%).
Quando perguntados sobre o destino a ser dado ao 13º salário, as respostas mais frequentes foram a compra de presentes (46,6%), pagar contas do mês (41,4%) e poupar (37,0%).
No mês de março, quando o mundo fala sobre o Dia Internacional da Mulher, nós, do Sindicato dos Empregados no Comércio de Porto Alegre - Sindec POA, não queremos prestar homenagens. Queremos assumir responsabilidade.
O Sindec-POA expressa seu posicionamento em relação à decisão do Governo Federal de prorrogar por mais 90 dias a entrada em vigor da Portaria nº 3.665/2023, que regulamenta o trabalho em feriados no setor do comércio.
Embora a terça-feira de Carnaval não seja considerada feriado pela legislação, a Convenção Coletiva do Sindec estabelece que as empresas obedeçam às mesmas condições exigidas para trabalho em feriados; ou seja, proíbe o funcionamento com utilização de empregados sem que as mesmas tenham firmado Acordo Coletivo de Trabalho (ACT).
Para garantir que somente as empresas regularizadas funcionem com mão de obra de comerciários no feriado de Nossa Senhora dos Navegantes (2), o Sindec-POA fará fiscalização.
As equipes do Sindec-POA seguem atuando presencialmente nos estabelecimentos comerciais até o dia 24 de dezembro, fiscalizando jornadas, escalas, folgas e condições de trabalho.
Ataques aos sindicatos são sempre inerentes à economia de mercado. É importante destacar que eles são mais intensos nos momentos de avanço do liberalismo e do neoliberalismo – pós-década de 1970 – impulsionados pela direita ou extrema direita, o que mostra a dimensão política desse movimento. Na história do Brasil, esse movimento se repetiu algumas vezes:
O Sindicato dos Comerciários de Porto Alegre – Sindec-POA vem a público esclarecer informações equivocadas que têm circulado acerca do recente julgamento dos segundos embargos de declaração do Tema 935 do Supremo Tribunal Federal, concluído em 25/11/2025.
Após as enchentes que reduziram linhas e horários de ônibus, comerciários de Porto Alegre enfrentam ainda mais dificuldades para voltar para casa, sobretudo no fim de ano. O sindicato lançou um abaixo-assinado pedindo reforço no transporte público.