Acontecimentos no mercado que afetam os comerciários.
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Redução de IPI beneficiou setores específicos, aponta IBGE
por Gabriella Oliveira | A redução de IPI fica um pouco restrita aos setores em que está inserida.
A redução do Imposto sobre Produtos Industrializados (IPI) beneficiou apenas a produção dos setores contemplados, sem ter força suficiente para alavancar um crescimento mais robusto na indústria nacional em 2012, avaliou o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). "A palavra "robusta" a gente pode claramente descartar, mesmo que no período tenhamos visto alguns setores com crescimento "substancial", especialmente os beneficiados pela redução do IPI, como automóveis, eletrodomésticos da linha branca e artigos de mobiliário", afirmou André Macedo, gerente da Coordenação de Indústria do IBGE.
Segundo ele, a redução do IPI fez com que a categoria de bens de consumo duráveis apresentasse desempenho bem diferente do setor industrial como um todo. Enquanto os bens duráveis apontaram avanço de 9,4% em outubro e novembro, na comparação com o mesmo período de 2011, o total da indústria cresceu apenas 0,8%. Já a categoria de bens de capital amargou queda de 7,7% no mesmo período.
A redução de IPI fica um pouco restrita aos setores em que está inserida. A medida traz algum tipo de benefício, em função do encadeamento de alguns setores industriais, mas que não acaba tão disseminado na produção industrial", avaliou o gerente do IBGE.
No ano, a produção industrial registra perda de 2,6%. Embora tenha havido movimento de ajuste nos estoques, Macedo aponta outros fatores que estão impedido uma recuperação mais vigorosa da indústria. "Temos o endividamento das famílias, a recuperação mais lenta da expectativa dos empresários, o cenário adverso do mercado internacional que de alguma forma afeta a expectativa de investimentos, combinado com mercados internacionais importantes importando menos das nossas mercadorias. São fatores que ajudam a entender esse comportamento mais negativo no ano", citou.
Macedo lembra que os estoques em níveis altos prejudicaram a produção ao longo de alguns meses e, mesmo que tenham aparentemente chegado a um patamar próximo do desejável, os outros fatores inibidores permaneceram. "Isso de alguma forma explica muito o comportamento mais errático da produção industrial", completou.
No bimestre outubro-novembro, houve aumento de 17,7% na produção de automóveis, em relação ao mesmo período de 2011. A fabricação de eletrodomésticos cresceu 9,1%, puxada pelo resultado do setor de linhas branca (17,6%), enquanto a produção de artigos de mobiliário teve um avanço de 7,0%.
Por outro lado, houve queda de 30,3% na fabricação de outros equipamentos de transportes duráveis, que correspondem à redução na produção de motocicletas. "A produção de motocicletas teve queda com redução da jornada de trabalho e concessão de férias coletivas. O aperto no financiamento explica muito dessa menor evolução desses equipamentos na produção de bens duráveis", assinalou.
No mês de março, quando o mundo fala sobre o Dia Internacional da Mulher, nós, do Sindicato dos Empregados no Comércio de Porto Alegre - Sindec POA, não queremos prestar homenagens. Queremos assumir responsabilidade.
O Sindec-POA expressa seu posicionamento em relação à decisão do Governo Federal de prorrogar por mais 90 dias a entrada em vigor da Portaria nº 3.665/2023, que regulamenta o trabalho em feriados no setor do comércio.
Embora a terça-feira de Carnaval não seja considerada feriado pela legislação, a Convenção Coletiva do Sindec estabelece que as empresas obedeçam às mesmas condições exigidas para trabalho em feriados; ou seja, proíbe o funcionamento com utilização de empregados sem que as mesmas tenham firmado Acordo Coletivo de Trabalho (ACT).
Para garantir que somente as empresas regularizadas funcionem com mão de obra de comerciários no feriado de Nossa Senhora dos Navegantes (2), o Sindec-POA fará fiscalização.
As equipes do Sindec-POA seguem atuando presencialmente nos estabelecimentos comerciais até o dia 24 de dezembro, fiscalizando jornadas, escalas, folgas e condições de trabalho.
Ataques aos sindicatos são sempre inerentes à economia de mercado. É importante destacar que eles são mais intensos nos momentos de avanço do liberalismo e do neoliberalismo – pós-década de 1970 – impulsionados pela direita ou extrema direita, o que mostra a dimensão política desse movimento. Na história do Brasil, esse movimento se repetiu algumas vezes:
O Sindicato dos Comerciários de Porto Alegre – Sindec-POA vem a público esclarecer informações equivocadas que têm circulado acerca do recente julgamento dos segundos embargos de declaração do Tema 935 do Supremo Tribunal Federal, concluído em 25/11/2025.
Após as enchentes que reduziram linhas e horários de ônibus, comerciários de Porto Alegre enfrentam ainda mais dificuldades para voltar para casa, sobretudo no fim de ano. O sindicato lançou um abaixo-assinado pedindo reforço no transporte público.