Qualificação é a chave para subir na profissão, diz especialista
por Jousi Quevedo | Cursos técnicos estão em alta, mas devem ser apenas a porta de entrada. Novas tecnologias e evolução rápida impõem treinamento constante.
O crescimento econômico nos últimos anos aqueceu o mercado de trabalho. As novas tecnologias estão inseridas definitivamente no meio corporativo. Por isso os especialistas cada vez mais falam sobre a necessidade de atualizações e aprimoramento na área de atuação.
O profissional precisa se preparar para desafios constantes, com respostas rápidas aos desafios das organizações. De acordo com o professor universitário de Gestão de Pessoas, Maurício Micheletti, atualmente as tecnologias e os processos empresariais mudam muito rapidamente. Isso significa que acabou o tempo em que o trabalhador tinha a garantia de uma profissão apenas fazendo um curso técnico.
O que as empresas realmente querem são pessoas que tenham alta capacidade de aprendizado. Com a velocidade das transformações, há cada vez menos espaço para pessoas que têm uma determinada habilidade. O que se busca são pessoas que tenham a capacidade de constantemente desenvolver novas habilidades. Por isso é tão importante que os trabalhadores estejam atualizados. Quanto mais conhecimento se tem, mais fácil fica adquirir novos conhecimentos", comenta o professor.
Cursos técnicos podem funcionar como uma porta de entrada para as empresas, mas é preciso que o profissional busque outras qualificações para subir de cargo. "Não tem saída: vivemos na sociedade do conhecimento, e essa tendência veio para ficar", completa Maurício.
O primeiro emprego com carteira assinada de Celso Antunes foi o de lavador de carros. Hoje, depois de curso universitário e MBA, ele atua como coordenador de logística em uma multinacional do ramo químico de Porto Feliz. "Fiz cursos de ajustador mecânico, técnico em contabilidade, técnico em processamento de dados, depois graduação em Administração de Empresas e MBA em Produção e Logística. A empresa reconheceu cada passo. No dia da minha colação de grau da faculdade, fui promovido, o que marcou esse reconhecimento", conta Celso.
Celso sentiu a necessidade de aprender uma nova língua, já que atua em uma empresa multinacional. Esse investimento lhe rendeu um treinamento na matriz da empresa, que fica na Alemanha.
No mês de março, quando o mundo fala sobre o Dia Internacional da Mulher, nós, do Sindicato dos Empregados no Comércio de Porto Alegre - Sindec POA, não queremos prestar homenagens. Queremos assumir responsabilidade.
O Sindec-POA expressa seu posicionamento em relação à decisão do Governo Federal de prorrogar por mais 90 dias a entrada em vigor da Portaria nº 3.665/2023, que regulamenta o trabalho em feriados no setor do comércio.
Embora a terça-feira de Carnaval não seja considerada feriado pela legislação, a Convenção Coletiva do Sindec estabelece que as empresas obedeçam às mesmas condições exigidas para trabalho em feriados; ou seja, proíbe o funcionamento com utilização de empregados sem que as mesmas tenham firmado Acordo Coletivo de Trabalho (ACT).
Para garantir que somente as empresas regularizadas funcionem com mão de obra de comerciários no feriado de Nossa Senhora dos Navegantes (2), o Sindec-POA fará fiscalização.
As equipes do Sindec-POA seguem atuando presencialmente nos estabelecimentos comerciais até o dia 24 de dezembro, fiscalizando jornadas, escalas, folgas e condições de trabalho.
Ataques aos sindicatos são sempre inerentes à economia de mercado. É importante destacar que eles são mais intensos nos momentos de avanço do liberalismo e do neoliberalismo – pós-década de 1970 – impulsionados pela direita ou extrema direita, o que mostra a dimensão política desse movimento. Na história do Brasil, esse movimento se repetiu algumas vezes:
O Sindicato dos Comerciários de Porto Alegre – Sindec-POA vem a público esclarecer informações equivocadas que têm circulado acerca do recente julgamento dos segundos embargos de declaração do Tema 935 do Supremo Tribunal Federal, concluído em 25/11/2025.
Após as enchentes que reduziram linhas e horários de ônibus, comerciários de Porto Alegre enfrentam ainda mais dificuldades para voltar para casa, sobretudo no fim de ano. O sindicato lançou um abaixo-assinado pedindo reforço no transporte público.