Sindec: 94 anos de união e lutas
Há noventa e quatro anos, um grupo de trabalhadores decidiu que defender direitos não era uma tarefa individual. Era um compromisso coletivo.

O Departamento Intersindical de Estatística e Estudos Socio Econômicos (Dieese) e a Fundação Sistema Estadual de Análise de Dados (Seade) divulgaram ontem a pesquisa anual sobre "Mulheres no Mercado de Trabalho". Segundo dados divulgados pelos institutos de pesquisa, de maneira geral, as mulheres enfrentam grandes dificuldades no mercado de trabalho, já que ainda representam mais da metade da população desempregada e, quando ocupadas, recebem menores rendimentos do que os homens.
O estudo é feito no mês de março devido às comemorações do Dia Internacional da Mulher e faz parte do Sistema da Pesquisa de Emprego e Desemprego (PED), que utiliza dados de sete regiões metropolitanas.
A mulher registrou um rendimento médio por hora trabalhada inferior ao dos homens em todas as regiões pesquisadas. Segundo a economista do Dieese, Ana Maria Belavenuto, "a condição da mulher no mercado de trabalho sempre foi diferenciada, há estudos que mostram que mesmo a mulher tendo maior nível educacional, ocupa postos de menor remuneração [que os homens}". Para ela, o principal motivo dessa diferença ainda é que, culturamente, as mulheres são discriminadas no mercado de trabalho. "É como se a mulher fosse considerada menor que o homem, o que não é verdade", completa.
A professora da Escola Superior de Propaganda e Marketing (ESPM), Selma Felerico, concorda com a economista do Dieese no que diz respeito ao aspecto cultural como principal causador dessa diferenciação de salários.
Para Ana Belavenuto, se em uma situação ideal, com inflação zero, a remuneração das mulheres continuar crescendo em uma proporção maior do que a dos homens (sem alteração de salário masculino) as quantias se igualariam em cerca de dez anos.
Na Região Metropolitana de São Paulo em novembro do ano passado as mulheres ganharam por hora trabalhada R$ 7,32, enquanto os homens R$ 9,54 pelo mesmo período. O Distrito Federal registrou a maior diferença salarial, na mesma base de comparação, os homens ganharam R$ 13,23 enquanto as mulheres R$ 10,32. Já na região de Recife está a menor diferença, os homens ganharam R$ 5,66 e as mulheres R$ 4,72.
Punição
Também ontem, a Comissão de Direitos Humanos do Senado (CDH) aprovou, em votação terminativa, um projeto de lei do deputado Marçal Filho (PMDB-MS) que pune as empresas que pagarem salário menor para as mulheres contratadas para realizar a mesma atividade executada por homens. A proposta seguirá para sanção da presidente Dilma Rousseff.
Fonte: Agência Estado
Há noventa e quatro anos, um grupo de trabalhadores decidiu que defender direitos não era uma tarefa individual. Era um compromisso coletivo.

Na noite desta segunda-feira (29 de junho), os comerciários e comerciárias aprovaram a prestação de contas do exercício de 2025 e o parecer do Conselho Fiscal do Sindec-POA, durante Assembleia realizada em formato híbrido, com participação presencial e virtual.

O presidente do Sindec-POA, Nilton Neco, participou, representando a Força Sindical, da reunião de encerramento do Grupo de Trabalho Tripartite do Comércio Varejista, promovido pelo Ministério do Trabalho e Emprego (MTE), que debateu o aperfeiçoamento da Portaria MTE nº 3.665/2023, responsável por regulamentar o trabalho no comércio aos feriados.

Na próxima segunda-feira (29) o Sindec-POA vai realizar a Assembleia de Prestação de Contas do exercício 2025.

A mobilização do Sindec-POA pela redução da jornada de trabalho e pelo fim da escala 6x1 segue ganhando força nas ruas, nas redes e agora também no som da luta da classe trabalhadora.

A Comissão Especial da Câmara dos Deputados destinada a debater a redução da jornada de trabalho e o fim da escala 6x1 está realizando, antes da votação da PEC, uma série de Seminários Públicos regionais em diferentes estados do país.

A luta por jornadas mais humanas e mais qualidade de vida para os trabalhadores tomou conta das ruas de Porto Alegre.

O Sindec-POA realizou uma ampla ação de fiscalização no comércio de Porto Alegre durante o feriado de Tiradentes, com o objetivo de garantir o cumprimento da Convenção Coletiva de Trabalho e proteger os direitos dos comerciários e comerciárias.

A delegação da Força Sindical-RS e Fetracos-RS esteve presente em Brasília participando do CONCLAT 2026 (Conferência Nacional da Classe Trabalhadora) e da grande Marcha das Centrais Sindicais, em mais um momento histórico de mobilização da classe trabalhadora, ocorrida nesta quarta-feira (15).

Acordo assegura aumento acima da inflação e amplia direitos da categoria.