Matérias trabalhistas de interesse da categoria comerciária.
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Taxa de desemprego caiu para 6,7%
por Jousi Quevedo | Outro avanço no mercado de trabalho foi o salto na formalização do emprego.
A taxa de desemprego atingiu a mínima histórica em 2011, 6,7%, segundo a Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios (Pnad). Essa taxa não é comparável à da Pesquisa Mensal de Emprego (PME) do mesmo instituto, que faz o levantamento apenas de seis regiões metropolitanas do País. Em 2011, a taxa de desemprego média da PME foi de 6%. A partir de 2014, a PME passa a ser substituída pela Pnad Contínua, com o levantamento nacional.
O número de desempregados despencou 19,3% no País, de 8,216 milhões em 2009, quando foi divulgada a última pesquisa, para 6,627 milhões em 2011. "De 2008 para 2009, houve um avanço grande na desocupação por causa da crise internacional. Por isso temos agora uma redução de 1,6 milhão de pessoas na desocupação", explicou Cimar Azeredo, gerente da Coordenação de Trabalho e Rendimento do IBGE.
A queda no número de desocupados alcançou dois dígitos em todas as regiões brasileiras na passagem de 2009 para 2011: Norte (-13,8%), Nordeste (-13,0%), Sul (-28,2%), Sudeste (-21,3%) e Centro-Oeste (-24,0%). "Essa queda grande (no número de desempregados) é por causa do aumento que teve lá atrás depois da crise", afirmou Maria Lucia Vieira, gerente da PNAD.
A taxa de desemprego também teve redução em todas as regiões do País no período: Norte (de 8,2% em 2009 para 6,9% em 2011), Nordeste (de 8,9% para 7,9%), Sul (de 5,9% para 4,3%), Sudeste (8,8% para 7,0%) e Centro-Oeste (de 7,7% para 5,8%). A taxa nacional de desemprego vinha recuando desde 2005, mas, com o advento da crise econômica externa, houve retração no número de vagas em 2009. A taxa de desemprego, que ficou em 7,1% em 2008, tinha aumentado para 8,2% naquele ano.
Outro avanço no mercado de trabalho foi o salto na formalização do emprego. O número de pessoas ocupadas com carteira assinada no setor privado subiu 11,8% em 2011 ante 2009, o equivalente a 3,6 milhões de novos empregos formais. O contingente de trabalhadores com carteira foi estimado em 33,9 milhões, uma fatia de 74,6% dos empregados do setor privado (contra 70,2% verificados em 2009).
No mês de março, quando o mundo fala sobre o Dia Internacional da Mulher, nós, do Sindicato dos Empregados no Comércio de Porto Alegre - Sindec POA, não queremos prestar homenagens. Queremos assumir responsabilidade.
O Sindec-POA expressa seu posicionamento em relação à decisão do Governo Federal de prorrogar por mais 90 dias a entrada em vigor da Portaria nº 3.665/2023, que regulamenta o trabalho em feriados no setor do comércio.
Embora a terça-feira de Carnaval não seja considerada feriado pela legislação, a Convenção Coletiva do Sindec estabelece que as empresas obedeçam às mesmas condições exigidas para trabalho em feriados; ou seja, proíbe o funcionamento com utilização de empregados sem que as mesmas tenham firmado Acordo Coletivo de Trabalho (ACT).
Para garantir que somente as empresas regularizadas funcionem com mão de obra de comerciários no feriado de Nossa Senhora dos Navegantes (2), o Sindec-POA fará fiscalização.
As equipes do Sindec-POA seguem atuando presencialmente nos estabelecimentos comerciais até o dia 24 de dezembro, fiscalizando jornadas, escalas, folgas e condições de trabalho.
Ataques aos sindicatos são sempre inerentes à economia de mercado. É importante destacar que eles são mais intensos nos momentos de avanço do liberalismo e do neoliberalismo – pós-década de 1970 – impulsionados pela direita ou extrema direita, o que mostra a dimensão política desse movimento. Na história do Brasil, esse movimento se repetiu algumas vezes:
O Sindicato dos Comerciários de Porto Alegre – Sindec-POA vem a público esclarecer informações equivocadas que têm circulado acerca do recente julgamento dos segundos embargos de declaração do Tema 935 do Supremo Tribunal Federal, concluído em 25/11/2025.
Após as enchentes que reduziram linhas e horários de ônibus, comerciários de Porto Alegre enfrentam ainda mais dificuldades para voltar para casa, sobretudo no fim de ano. O sindicato lançou um abaixo-assinado pedindo reforço no transporte público.