Supermercados registram menor expansão em oito anos
por Ligiane Brondani | Para 2015, a Abras prevê alta de 2% nas vendas reais - abaixo, portanto, do índice verificado em 2014.
As vendas reais do setor supermercadista subiram 2,24% em 2014 em relação ao ano anterior. Em dezembro, a alta foi de 2,94% sobre igual mês de 2013, informou ontem a Associação Brasileira de Supermercados (Abras).
O índice está deflacionado pelo IPCA/IBGE. Em valores nominais, a alta em 2014 foi de 8,73% e, em dezembro, de 9,54% em relação ao mesmo mês de 2013.
Com base nesses dados, o setor registrou em 2014 a mais baixa taxa de expansão em oito anos. A alta real de 2,24% é a menor taxa desde 2006, quando foi apurada retração de 1,59% nas vendas.
Para 2015, a Abras prevê alta de 2% nas vendas reais - abaixo, portanto, do índice verificado em 2014. Em setembro, a associação estimava alta de 2,5% nas vendas reais, mas já cogitava revisar essa projeção. Se crescer 2%, será (novamente) a menor taxa desde 2006.
O índice de 2,24% em 2014 é inferior à primeira previsão do setor, de alta de 3%, mas superior à estimativa revista em meados do ano, quando a Abras projetava a expansão para 1,9%. A taxa de crescimento real no ano passado de 2,24% é bem inferior ao índice apurado em 2013 (5,36%) e também menor que o registrado em 2012 (5,30%).
Segundo a Abras, apesar do índice mais fraco, o dado é visto como positivo em relação ao desempenho geral da economia, já que o Produto Interno Bruto (PIB) terá expansão inferior à apurada pelo setor - o boletim Focus, do Banco Central, aponta PIB com expansão de 0,15% no ano passado.
O que ainda nos mantém com uma visão otimista para 2015 é a expectativa de que a taxa de emprego não deverá ser afetada no ano e de que a massa salarial não deverá cair em 2015", disse ontem Fernando Yamada, presidente da Abras. "O que tem puxado o otimismo do setor são os segmentos de alimentos e bebidas, menos dependentes de crédito".
Até outubro de 2014, a consultoria Nielsen apurou alta no volume de vendas de alimentos e bebidas de 5% em relação ao mesmo período de 2013, quando a expansão no volume foi menor, informou ontem Fábio Gomes, gerente de atendimento da Nielsen, durante a coletiva de imprensa da Abras. Em 2013, volume de vendas cresceu apenas 0,8% no país.
No mês de março, quando o mundo fala sobre o Dia Internacional da Mulher, nós, do Sindicato dos Empregados no Comércio de Porto Alegre - Sindec POA, não queremos prestar homenagens. Queremos assumir responsabilidade.
O Sindec-POA expressa seu posicionamento em relação à decisão do Governo Federal de prorrogar por mais 90 dias a entrada em vigor da Portaria nº 3.665/2023, que regulamenta o trabalho em feriados no setor do comércio.
Embora a terça-feira de Carnaval não seja considerada feriado pela legislação, a Convenção Coletiva do Sindec estabelece que as empresas obedeçam às mesmas condições exigidas para trabalho em feriados; ou seja, proíbe o funcionamento com utilização de empregados sem que as mesmas tenham firmado Acordo Coletivo de Trabalho (ACT).
Para garantir que somente as empresas regularizadas funcionem com mão de obra de comerciários no feriado de Nossa Senhora dos Navegantes (2), o Sindec-POA fará fiscalização.
As equipes do Sindec-POA seguem atuando presencialmente nos estabelecimentos comerciais até o dia 24 de dezembro, fiscalizando jornadas, escalas, folgas e condições de trabalho.
Ataques aos sindicatos são sempre inerentes à economia de mercado. É importante destacar que eles são mais intensos nos momentos de avanço do liberalismo e do neoliberalismo – pós-década de 1970 – impulsionados pela direita ou extrema direita, o que mostra a dimensão política desse movimento. Na história do Brasil, esse movimento se repetiu algumas vezes:
O Sindicato dos Comerciários de Porto Alegre – Sindec-POA vem a público esclarecer informações equivocadas que têm circulado acerca do recente julgamento dos segundos embargos de declaração do Tema 935 do Supremo Tribunal Federal, concluído em 25/11/2025.
Após as enchentes que reduziram linhas e horários de ônibus, comerciários de Porto Alegre enfrentam ainda mais dificuldades para voltar para casa, sobretudo no fim de ano. O sindicato lançou um abaixo-assinado pedindo reforço no transporte público.