Sindec: 94 anos de união e lutas
Há noventa e quatro anos, um grupo de trabalhadores decidiu que defender direitos não era uma tarefa individual. Era um compromisso coletivo.

A Força Sindical, junto com outras centrais sindicais e entidades de aposentados continuam em vigília nesta quarta pressionando pelo fim do fator previdenciário. A mobilização em Brasília envolve sindicatos de diversas categorias, aposentados e deputados na luta por sensibilizar a Câmara a aprovar o projeto de lei que estabelece a fórmula 85/95 como substitutiva ao fator.
Foi firmado acordo na terça-feira, dia 27, entre lideranças do PDT, PR, PSC e PTB na Câmara Federal para os partidos obstruírem a pauta de votações (com exceção da Medida Provisória 583, que libera crédito para a seca do Nordeste) até o fim do ano, segundo o presidente da Força Sindical, o deputado Paulo Pereira da Silva, o Paulinho (PDT). O objetivo é pressionar pela colocação da proposta do fim do fator previdenciário em plenário.
Um grupo de sindicalistas do Rio Grande do Sul participa das ações em Brasília, entre eles diretores e colaboradores do Sindicato dos Comerciários de Porto Alegre João Pereira, Leandro dos Santos e Hilza Moraes.
O vice-presidente da Fetracos, Dionísio Mazui, vice-presidente da Força Sindical-RS, Walter Fabro, do Sindicato de Cachoeira do Sul, Roberto Lopes, do Sindicato dos Comerciários de Pelotas, Janete Porto, do Sindec Alvorada, Marco Antônio Silva, Sec Guaíba Ivone Simas e Adilson Bogorni também acompanham as mobilizações no Congresso.
A vigília dos representantes da categoria no Congresso deve continuar hoje, quando se esperava que o presidente da Câmara, Marco Maia (PT), colocasse em votação a proposta. No entanto, isso dependia de acordo com as lideranças partidárias (inclusive da base do governo), que não foi alcançado ontem. O problema é a negociação com o Executivo, que resiste em concordar com o fim do fator e com o regime 85/95 (que também consta no projeto), por meio do qual há a concessão do benefício integral quando a soma de idade e tempo de contribuição chegam a 95 anos, no caso do homem, e de 85, para a mulher.
Também hoje haverá audiência pública no Senado para debater sobre a atual fórmula de cálculo e sobre o índice de aumentos dos aposentados que recebem acima de um salário-mínimo.
Fonte: Diário do Grande ABC com informações Sindec-POA
Há noventa e quatro anos, um grupo de trabalhadores decidiu que defender direitos não era uma tarefa individual. Era um compromisso coletivo.

Na noite desta segunda-feira (29 de junho), os comerciários e comerciárias aprovaram a prestação de contas do exercício de 2025 e o parecer do Conselho Fiscal do Sindec-POA, durante Assembleia realizada em formato híbrido, com participação presencial e virtual.

O presidente do Sindec-POA, Nilton Neco, participou, representando a Força Sindical, da reunião de encerramento do Grupo de Trabalho Tripartite do Comércio Varejista, promovido pelo Ministério do Trabalho e Emprego (MTE), que debateu o aperfeiçoamento da Portaria MTE nº 3.665/2023, responsável por regulamentar o trabalho no comércio aos feriados.

Na próxima segunda-feira (29) o Sindec-POA vai realizar a Assembleia de Prestação de Contas do exercício 2025.

A mobilização do Sindec-POA pela redução da jornada de trabalho e pelo fim da escala 6x1 segue ganhando força nas ruas, nas redes e agora também no som da luta da classe trabalhadora.

A Comissão Especial da Câmara dos Deputados destinada a debater a redução da jornada de trabalho e o fim da escala 6x1 está realizando, antes da votação da PEC, uma série de Seminários Públicos regionais em diferentes estados do país.

A luta por jornadas mais humanas e mais qualidade de vida para os trabalhadores tomou conta das ruas de Porto Alegre.

O Sindec-POA realizou uma ampla ação de fiscalização no comércio de Porto Alegre durante o feriado de Tiradentes, com o objetivo de garantir o cumprimento da Convenção Coletiva de Trabalho e proteger os direitos dos comerciários e comerciárias.

A delegação da Força Sindical-RS e Fetracos-RS esteve presente em Brasília participando do CONCLAT 2026 (Conferência Nacional da Classe Trabalhadora) e da grande Marcha das Centrais Sindicais, em mais um momento histórico de mobilização da classe trabalhadora, ocorrida nesta quarta-feira (15).

Acordo assegura aumento acima da inflação e amplia direitos da categoria.