Sindec: 94 anos de união e lutas
Há noventa e quatro anos, um grupo de trabalhadores decidiu que defender direitos não era uma tarefa individual. Era um compromisso coletivo.

A taxa de rotatividade global no mercado de trabalho alcançou 63,7% em 2013. Ou seja: a cada dez empregados, seis passam por desligamentos e admissões ao longo do ano. "A rotatividade descontada (excluindo-se aposentadoria, morte e pedido de demissão, entre outras) chegou a 43,4%, um porcentual bastante alto", diz Altair Garcia, técnico da subseção do Dieese na Força Sindical.
Os 43,4% são uma média. Os setores com maiores taxas são construção civil e agricultura. Neles, a rotatividade descontada chegou a 87,4% e 65,9%, respectivamente. Estes números constam do estudo ‘Os números da rotatividade no Brasil: um olhar sobre os dados da Rais 2002-2013’, divulgado pelo MTE e elaborado pelo Dieese.
O levantamento mostra que, entre 2002 e 2013, cerca de 45% dos desligamentos ocorreram com menos de seis meses, e 65% das contratações sequer atingiram um ano completo. "É preciso adotar medidas para inibir as demissões nos períodos de experiência, e ratificar a Convenção 158 da OIT", declara Eunice Cabral, presidenta do Sindicato das Costureiras de S.Paulo e Osasco.
Já Sergio Luiz Leite, Serginho, 1º secretário da Força Sindical, observa que "o que pega na rotatividade é o poder que a empresa tem de demitir. O trabalhador admitido recebe salário menor do que aquele que foi demitido, reduzindo a massa salarial e aumentando os gastos com seguro-desemprego, o que também é grave".
Para o Dieese, essa alternância no emprego não é boa para os trabalhadores, para as empresas e para a economia. "Os trabalhadores intercalam períodos empregados e períodos desempregados. As empresas perdem conhecimento e prática, gerando consequente queda de produtividade e de competitividade. E a economia vê recursos que poderiam ser investidos em outras áreas serem consumidos por políticas passivas de emprego".
Fonte: Força Sindical Nacional
Há noventa e quatro anos, um grupo de trabalhadores decidiu que defender direitos não era uma tarefa individual. Era um compromisso coletivo.

Na noite desta segunda-feira (29 de junho), os comerciários e comerciárias aprovaram a prestação de contas do exercício de 2025 e o parecer do Conselho Fiscal do Sindec-POA, durante Assembleia realizada em formato híbrido, com participação presencial e virtual.

O presidente do Sindec-POA, Nilton Neco, participou, representando a Força Sindical, da reunião de encerramento do Grupo de Trabalho Tripartite do Comércio Varejista, promovido pelo Ministério do Trabalho e Emprego (MTE), que debateu o aperfeiçoamento da Portaria MTE nº 3.665/2023, responsável por regulamentar o trabalho no comércio aos feriados.

Na próxima segunda-feira (29) o Sindec-POA vai realizar a Assembleia de Prestação de Contas do exercício 2025.

A mobilização do Sindec-POA pela redução da jornada de trabalho e pelo fim da escala 6x1 segue ganhando força nas ruas, nas redes e agora também no som da luta da classe trabalhadora.

A Comissão Especial da Câmara dos Deputados destinada a debater a redução da jornada de trabalho e o fim da escala 6x1 está realizando, antes da votação da PEC, uma série de Seminários Públicos regionais em diferentes estados do país.

A luta por jornadas mais humanas e mais qualidade de vida para os trabalhadores tomou conta das ruas de Porto Alegre.

O Sindec-POA realizou uma ampla ação de fiscalização no comércio de Porto Alegre durante o feriado de Tiradentes, com o objetivo de garantir o cumprimento da Convenção Coletiva de Trabalho e proteger os direitos dos comerciários e comerciárias.

A delegação da Força Sindical-RS e Fetracos-RS esteve presente em Brasília participando do CONCLAT 2026 (Conferência Nacional da Classe Trabalhadora) e da grande Marcha das Centrais Sindicais, em mais um momento histórico de mobilização da classe trabalhadora, ocorrida nesta quarta-feira (15).

Acordo assegura aumento acima da inflação e amplia direitos da categoria.