Sindec: 94 anos de união e lutas
Há noventa e quatro anos, um grupo de trabalhadores decidiu que defender direitos não era uma tarefa individual. Era um compromisso coletivo.

O presidente do Sindec-POA participou nesta segunda-feira, na Força Sindical em São Paulo, de ato de apoio à criação do Estado da Palestina. A solenidade pede o reconhecimento pela Organização das Nações Unidas (ONU) e contou com a presença do embaixador Ibrahim Alzeben. Neco é secretário de Relações Internacionais da Força Sindical.
Outro ato a favor do reconhecimento do Estado da Palestina na ONU (Organização das Nações Unidas) será realizado no próximo dia 20, às 17 horas, na Praça Ramos, em São Paulo. O ato ocorrerá no mesmo dia que a ONU analisará o pedido da Palestina de ser reconhecida como Estado.
Ontem, o embaixador da Palestina no Brasil, Ibrahim Al Zeben, se reuniu com o presidente da Força Sindical, Paulo Pereira da Silva, Paulinho, com o secretário-geral da Força Sindical, João Carlos Gonçalves, Juruna, com o secretário de Relações Internacionais da Central, Nilton Souza, Neco, e os vice-presidentes Eunice Cabral (Costureiras) e Antonio de Sousa Ramalho (Construção Civil).
Em seguida, o embaixador fez uma palestra para os dirigentes sindicais filiados à Central sobre a luta pelo reconhecimento do Estado palestino. "A primeira ajuda que os senhores poderão nos dar é compreender a situação dos palestinos, saber a versão dos vencidos que foram marginalizados". Para o embaixador, a manifestação no dia 20 é importante para pressionar a ONU a reconhecer o Estado palestino.
Os palestinos sofrem com a ocupação militar de Israel em parte do seu território. Quanto mais demora o conflito, mais vítimas terá ", disse o embaixador. Al Zeben declarou que os palestinos querem voltar à vida normal, ter Israel como um vizinho.
Neco destacou que a Central adota como política a solidariedade. "Foi com este intuito que entramos na campanha porque repudiamos os massacres, invasões e opressão", ressaltou.
Juruna lembrou que, cada vez mais, os fatos internacionais têm influência sobre a vida dos brasileiros, como as importações de produtos, a imigração e emigração de trabalhadores. "Por este motivo temos que buscar informações corretas sobre os fatos políticos e econômicos para nos posicionarmos", observou.
Há noventa e quatro anos, um grupo de trabalhadores decidiu que defender direitos não era uma tarefa individual. Era um compromisso coletivo.

Na noite desta segunda-feira (29 de junho), os comerciários e comerciárias aprovaram a prestação de contas do exercício de 2025 e o parecer do Conselho Fiscal do Sindec-POA, durante Assembleia realizada em formato híbrido, com participação presencial e virtual.

O presidente do Sindec-POA, Nilton Neco, participou, representando a Força Sindical, da reunião de encerramento do Grupo de Trabalho Tripartite do Comércio Varejista, promovido pelo Ministério do Trabalho e Emprego (MTE), que debateu o aperfeiçoamento da Portaria MTE nº 3.665/2023, responsável por regulamentar o trabalho no comércio aos feriados.

Na próxima segunda-feira (29) o Sindec-POA vai realizar a Assembleia de Prestação de Contas do exercício 2025.

A mobilização do Sindec-POA pela redução da jornada de trabalho e pelo fim da escala 6x1 segue ganhando força nas ruas, nas redes e agora também no som da luta da classe trabalhadora.

A Comissão Especial da Câmara dos Deputados destinada a debater a redução da jornada de trabalho e o fim da escala 6x1 está realizando, antes da votação da PEC, uma série de Seminários Públicos regionais em diferentes estados do país.

A luta por jornadas mais humanas e mais qualidade de vida para os trabalhadores tomou conta das ruas de Porto Alegre.

O Sindec-POA realizou uma ampla ação de fiscalização no comércio de Porto Alegre durante o feriado de Tiradentes, com o objetivo de garantir o cumprimento da Convenção Coletiva de Trabalho e proteger os direitos dos comerciários e comerciárias.

A delegação da Força Sindical-RS e Fetracos-RS esteve presente em Brasília participando do CONCLAT 2026 (Conferência Nacional da Classe Trabalhadora) e da grande Marcha das Centrais Sindicais, em mais um momento histórico de mobilização da classe trabalhadora, ocorrida nesta quarta-feira (15).

Acordo assegura aumento acima da inflação e amplia direitos da categoria.