Sindec: 94 anos de união e lutas
Há noventa e quatro anos, um grupo de trabalhadores decidiu que defender direitos não era uma tarefa individual. Era um compromisso coletivo.

O Ministério do Planejamento convocará cerca de 800mil segurados que recebem auxílio doença há mais de dois anos. O número representa metade dos beneficiários atendidos pelo programa da Previdência Social. O governo pretende revisar esses seguros para verificar se ele está sendo pago a quem já estaria capacitado para retornar ao trabalho.
Segundo o ministério, o processo de convocação terá início ainda em 2016, mas não há uma data para o início das perícias nem por quanto tempo esse trabalho irá se estender.
Na semana passada, o ministro Dyogo Oliveira afirmou que R$ 23 bilhões são gastos com auxílio-doença anualmente. Desse total, R$ 13 bilhões são com segurados afastados do trabalho há mais de dois anos. É justamente esse público o alvo da investigação. "Há pessoas que estão todo esse período recebendo grande parte, é de se supor, está curada, mas o Estado não faz perícias", declarou.
A Secretaria da Previdência Social disse, por meio de nota, que quem recebe o auxílio não precisa correr aos postos para agendar a revisão. O beneficiário será convocado por carta.
Segundo a legislação que rege os benefícios por incapacidade, quem sofre uma cidente ou tem alguma doença e precisa se afastar do trabalho por mais de 15 dias, passa a receber o auxílio-doença pelo INSS.
O advogado Theodoro Agostinho explicou que não há um prazo para os auxílios serem encerrados. Mesmo em casos de "alta programada", quando o perito define um dia para o segurado voltar a trabalhar, é possível pedir prorrogação do afastamento quantas vezes for necessário. O INSS, no entanto, pode convocar o beneficiário para reavaliação.
Conforme o especialista, o ideal para quem está há muito tempo nessa situação é conceder reabilitação profissional ou aposentadoria por invalidez.
Segundo o último boletim estatístico da Previdência, de maio, o valor médio pago como auxílio-doença no país era de R$ 1.279,40.
Este ano o governo já fez alterações no auxílio-doença. Em maio, foi assinada uma portaria que permite a concessão e manutenção do benefício por um médico do SUS. Isso só ocorrerá quando os peritos do INSS não puderem fazer a perícia. Os municípios que terão essa regra serão definidos pelo instituto, de acordo com a demanda de cadacidade.
Fonte: Diário SP
Há noventa e quatro anos, um grupo de trabalhadores decidiu que defender direitos não era uma tarefa individual. Era um compromisso coletivo.

Na noite desta segunda-feira (29 de junho), os comerciários e comerciárias aprovaram a prestação de contas do exercício de 2025 e o parecer do Conselho Fiscal do Sindec-POA, durante Assembleia realizada em formato híbrido, com participação presencial e virtual.

O presidente do Sindec-POA, Nilton Neco, participou, representando a Força Sindical, da reunião de encerramento do Grupo de Trabalho Tripartite do Comércio Varejista, promovido pelo Ministério do Trabalho e Emprego (MTE), que debateu o aperfeiçoamento da Portaria MTE nº 3.665/2023, responsável por regulamentar o trabalho no comércio aos feriados.

Na próxima segunda-feira (29) o Sindec-POA vai realizar a Assembleia de Prestação de Contas do exercício 2025.

A mobilização do Sindec-POA pela redução da jornada de trabalho e pelo fim da escala 6x1 segue ganhando força nas ruas, nas redes e agora também no som da luta da classe trabalhadora.

A Comissão Especial da Câmara dos Deputados destinada a debater a redução da jornada de trabalho e o fim da escala 6x1 está realizando, antes da votação da PEC, uma série de Seminários Públicos regionais em diferentes estados do país.

A luta por jornadas mais humanas e mais qualidade de vida para os trabalhadores tomou conta das ruas de Porto Alegre.

O Sindec-POA realizou uma ampla ação de fiscalização no comércio de Porto Alegre durante o feriado de Tiradentes, com o objetivo de garantir o cumprimento da Convenção Coletiva de Trabalho e proteger os direitos dos comerciários e comerciárias.

A delegação da Força Sindical-RS e Fetracos-RS esteve presente em Brasília participando do CONCLAT 2026 (Conferência Nacional da Classe Trabalhadora) e da grande Marcha das Centrais Sindicais, em mais um momento histórico de mobilização da classe trabalhadora, ocorrida nesta quarta-feira (15).

Acordo assegura aumento acima da inflação e amplia direitos da categoria.