Sindec: 94 anos de união e lutas
Há noventa e quatro anos, um grupo de trabalhadores decidiu que defender direitos não era uma tarefa individual. Era um compromisso coletivo.

A economia brasileira deve crescer 3,4% neste ano e 3,2% em 2012, prevê a Organização para Crescimento e Desenvolvimento Econômico (OCDE). Quanto a 2013, a expectativa é de que o Produto Interno Bruto (PIB) do país registre ampliação de 3,9%. Em 2010, houve crescimento de 7,5%.
A OCDE observou que uma política econômica mais apertada e uma demanda externa mais fraca influenciaram na desaceleração da economia do Brasil depois das altas taxas de crescimento vistas em 2010, mas as pressões inflacionárias não abrandaram e o avanço do crédito ainda é expressivo.
Com relação à inflação no Brasil, a entidade prevê que o índice de preços ao consumidor aumente 6,5% em 2011, tenha elevação de 5,8% em 2012 e apresente incremento de 4,7% em 2013. Vale destacar que a meta de inflação perseguida pelo governo é de 4,5%, com oscilação de 2 pontos percentuais para mais ou para menos.
Voltando-se para os outros países do bloco Bric (Brasil, Rússia, Índia e China), a OCDE espera a sustentação do ritmo de crescimento na Rússia, apesar de um enfraquecimento na confiança diante do desaquecimento global e da turbulência financeira.
No caso da Índia, a organização chamou atenção para o fato de a inflação seguir persistentemente acima do nível de conforto do banco central do país. Também destacou que as expectativas inflacionárias permanecem elevadas, com as pressões devendo diminuir apenas gradualmente em reação a uma suavização da demanda e à estabilização dos preços das commodities.
A China deve registrar uma moderação do crescimento neste ano, depois de um avanço de mais de 10% em 2010. A OCDE prevê um crescimento de 9,3% para a economia do país em 2011 e de 8,5% no calendário seguinte. Em 2013, o PIB chinês deve avançar 9,5%.
Com a demanda doméstica e o comércio exterior ganhando fôlego em 2013, o crescimento do PIB chinês deve recuperar-se e ficar perto de 10%", notou a OCDE.
De maneira geral, a entidade ressaltou que devem ser colocadas em curso políticas decisivas para frear a disseminação da crise da dívida soberana europeia e ajudar a recuperação da atividade econômica global.
A crise da zona do euro continua sendo o principal fator de risco para a economia mundial. A preocupação com a sustentabilidade da dívida soberana se tornou generalizada. Se não for administrada, o recente contágio a países com finanças públicas relativamente sólidas pode ampliar maciçamente as perturbações econômicas", alertou a OCDE.
Fonte: Valor Econômico
Há noventa e quatro anos, um grupo de trabalhadores decidiu que defender direitos não era uma tarefa individual. Era um compromisso coletivo.

Na noite desta segunda-feira (29 de junho), os comerciários e comerciárias aprovaram a prestação de contas do exercício de 2025 e o parecer do Conselho Fiscal do Sindec-POA, durante Assembleia realizada em formato híbrido, com participação presencial e virtual.

O presidente do Sindec-POA, Nilton Neco, participou, representando a Força Sindical, da reunião de encerramento do Grupo de Trabalho Tripartite do Comércio Varejista, promovido pelo Ministério do Trabalho e Emprego (MTE), que debateu o aperfeiçoamento da Portaria MTE nº 3.665/2023, responsável por regulamentar o trabalho no comércio aos feriados.

Na próxima segunda-feira (29) o Sindec-POA vai realizar a Assembleia de Prestação de Contas do exercício 2025.

A mobilização do Sindec-POA pela redução da jornada de trabalho e pelo fim da escala 6x1 segue ganhando força nas ruas, nas redes e agora também no som da luta da classe trabalhadora.

A Comissão Especial da Câmara dos Deputados destinada a debater a redução da jornada de trabalho e o fim da escala 6x1 está realizando, antes da votação da PEC, uma série de Seminários Públicos regionais em diferentes estados do país.

A luta por jornadas mais humanas e mais qualidade de vida para os trabalhadores tomou conta das ruas de Porto Alegre.

O Sindec-POA realizou uma ampla ação de fiscalização no comércio de Porto Alegre durante o feriado de Tiradentes, com o objetivo de garantir o cumprimento da Convenção Coletiva de Trabalho e proteger os direitos dos comerciários e comerciárias.

A delegação da Força Sindical-RS e Fetracos-RS esteve presente em Brasília participando do CONCLAT 2026 (Conferência Nacional da Classe Trabalhadora) e da grande Marcha das Centrais Sindicais, em mais um momento histórico de mobilização da classe trabalhadora, ocorrida nesta quarta-feira (15).

Acordo assegura aumento acima da inflação e amplia direitos da categoria.