Sindec: 94 anos de união e lutas
Há noventa e quatro anos, um grupo de trabalhadores decidiu que defender direitos não era uma tarefa individual. Era um compromisso coletivo.

O resultado negativo do PIB (Produto Interno Bruto) irá afetar aposentados e trabalhadores em 2017, pois o índice é usado no cálculo do salário mínimo e dos benefícios do INSS iguais ao piso.
De acordo com a lei de valorização do mínimo, válida até 2019, o PIB é utilizado para garantir um aumento maior que a inflação. Porém, como o PIB encolheu 3,8% em 2015, o próximo reajuste do salário mínimo terá apenas a inflação que for registrada ao longo deste ano.
Por enquanto, a previsão do Banco Central é que a inflação medida pelo IPCA (Índice de Preços ao Consumidor Amplo) fique em 7,57% neste ano. Considerando essa previsão, em 2017, o piso subiria para R$ 946,61.
Como o piso pago para os aposentados segue o salário mínimo, esses beneficiários da Previdência também terão reajustes menores.
A política de valorização do mínimo está vinculada ao crescimento do país, então quando a atividade econômica cai, o salário também perde’’, afirma o economista Clemente Ganz Lúcio, do Dieese (Departamento Intersindical de Estatística e Estudos Socioeconômicos).
De 2003 a 2015, o mínimo teve aumento real de 76%, segundo o governo federal.
Os economistas acreditam que, neste ano, o país também deve crescer menos, o que trará reflexo no salário mínimo de 2018. A previsão é de retração de 3,45% e, com isso, o piso de 2018 deve ter apenas o reajuste da inflação.
É muito difícil que, já em 2017, o país se recupere dessa queda tão intensa. Sendo assim, é possível que o mínimo não tenha aumento acima da inflação nos próximos três anos’’, diz Lúcio.
Agora SP
Há noventa e quatro anos, um grupo de trabalhadores decidiu que defender direitos não era uma tarefa individual. Era um compromisso coletivo.

Na noite desta segunda-feira (29 de junho), os comerciários e comerciárias aprovaram a prestação de contas do exercício de 2025 e o parecer do Conselho Fiscal do Sindec-POA, durante Assembleia realizada em formato híbrido, com participação presencial e virtual.

O presidente do Sindec-POA, Nilton Neco, participou, representando a Força Sindical, da reunião de encerramento do Grupo de Trabalho Tripartite do Comércio Varejista, promovido pelo Ministério do Trabalho e Emprego (MTE), que debateu o aperfeiçoamento da Portaria MTE nº 3.665/2023, responsável por regulamentar o trabalho no comércio aos feriados.

Na próxima segunda-feira (29) o Sindec-POA vai realizar a Assembleia de Prestação de Contas do exercício 2025.

A mobilização do Sindec-POA pela redução da jornada de trabalho e pelo fim da escala 6x1 segue ganhando força nas ruas, nas redes e agora também no som da luta da classe trabalhadora.

A Comissão Especial da Câmara dos Deputados destinada a debater a redução da jornada de trabalho e o fim da escala 6x1 está realizando, antes da votação da PEC, uma série de Seminários Públicos regionais em diferentes estados do país.

A luta por jornadas mais humanas e mais qualidade de vida para os trabalhadores tomou conta das ruas de Porto Alegre.

O Sindec-POA realizou uma ampla ação de fiscalização no comércio de Porto Alegre durante o feriado de Tiradentes, com o objetivo de garantir o cumprimento da Convenção Coletiva de Trabalho e proteger os direitos dos comerciários e comerciárias.

A delegação da Força Sindical-RS e Fetracos-RS esteve presente em Brasília participando do CONCLAT 2026 (Conferência Nacional da Classe Trabalhadora) e da grande Marcha das Centrais Sindicais, em mais um momento histórico de mobilização da classe trabalhadora, ocorrida nesta quarta-feira (15).

Acordo assegura aumento acima da inflação e amplia direitos da categoria.