Intenção de consumo das famílias gaúchas cai 10,6% em dezembro
por Ligiane Brondani | O dado consta da pesquisa Intenção de Consumo das Famílias Gaúchas IC.
A intenção de consumo das famílias gaúchas encerrou o último mês de 2014 em queda de 10,6% em relação a dezembro de 2013. Ainda em patamar otimista, aos 114,8 pontos, todos os sete componentes que formam o indicador apresentaram redução. O dado consta da pesquisa Intenção de Consumo das Famílias Gaúchas – ICF, divulgada pela Fecomércio-RS e que conta, no mínimo, com 600 famílias em sua amostra.
Com os resultados de dezembro, o ICF fecha o ano de 2014 com uma média 8% inferior à média do ano anterior, refletindo o comportamento de abatimento na confiança das famílias observado, inclusive, em todo o País", afirma o presidente da Fecomércio-RS, Luiz Carlos Bohn. A moderação do otimismo das famílias foi influenciada especialmente pela inflação em patamares elevados nos últimos meses. A escalada da taxa de juros e a conjuntura de baixo crescimento econômico que refletem no encarecimento do crédito à pessoa física e nos resultados das empresas, respectivamente, completam as justificativas para o resultado do ICF.
O indicador que mede a segurança com relação à situação do emprego teve recuo de 9,6% em dezembro na comparação com o mesmo mês de 2013, ficando em 125,5 pontos. O baixo crescimento econômico e a desaceleração do mercado de trabalho contribuem para abater o sentimento de segurança dos trabalhadores, que iniciou uma tendência de declínio em meados de 2013 e, após um período de estabilidade, voltou a registrar queda em dezembro passado.
Ainda no aspecto do mercado de trabalho, a avaliação quanto à situação de renda alcançou 130,3 pontos, em uma queda de 4,8% sobre dezembro de 2013. "Os dados referentes à situação de renda voltaram a apresentar queda após alguns meses de estabilidade. O indicador foi afetado principalmente pela desaceleração do mercado de trabalho e, consequentemente, dos salários. Apesar disso, ainda permanece em nível consideravelmente otimista", sinaliza Bohn.
Quanto ao nível de consumo atual, a queda foi de 20,2% frente a dezembro de 2013, ficando em um patamar pessimista de 96,7 pontos. Embora em níveis ainda otimistas, o indicador referente à facilidade de acesso ao crédito caiu 11,8% na mesma base de comparação, aos 116,4 pontos.
No mês de março, quando o mundo fala sobre o Dia Internacional da Mulher, nós, do Sindicato dos Empregados no Comércio de Porto Alegre - Sindec POA, não queremos prestar homenagens. Queremos assumir responsabilidade.
O Sindec-POA expressa seu posicionamento em relação à decisão do Governo Federal de prorrogar por mais 90 dias a entrada em vigor da Portaria nº 3.665/2023, que regulamenta o trabalho em feriados no setor do comércio.
Embora a terça-feira de Carnaval não seja considerada feriado pela legislação, a Convenção Coletiva do Sindec estabelece que as empresas obedeçam às mesmas condições exigidas para trabalho em feriados; ou seja, proíbe o funcionamento com utilização de empregados sem que as mesmas tenham firmado Acordo Coletivo de Trabalho (ACT).
Para garantir que somente as empresas regularizadas funcionem com mão de obra de comerciários no feriado de Nossa Senhora dos Navegantes (2), o Sindec-POA fará fiscalização.
As equipes do Sindec-POA seguem atuando presencialmente nos estabelecimentos comerciais até o dia 24 de dezembro, fiscalizando jornadas, escalas, folgas e condições de trabalho.
Ataques aos sindicatos são sempre inerentes à economia de mercado. É importante destacar que eles são mais intensos nos momentos de avanço do liberalismo e do neoliberalismo – pós-década de 1970 – impulsionados pela direita ou extrema direita, o que mostra a dimensão política desse movimento. Na história do Brasil, esse movimento se repetiu algumas vezes:
O Sindicato dos Comerciários de Porto Alegre – Sindec-POA vem a público esclarecer informações equivocadas que têm circulado acerca do recente julgamento dos segundos embargos de declaração do Tema 935 do Supremo Tribunal Federal, concluído em 25/11/2025.
Após as enchentes que reduziram linhas e horários de ônibus, comerciários de Porto Alegre enfrentam ainda mais dificuldades para voltar para casa, sobretudo no fim de ano. O sindicato lançou um abaixo-assinado pedindo reforço no transporte público.