Sindec: 94 anos de união e lutas
Há noventa e quatro anos, um grupo de trabalhadores decidiu que defender direitos não era uma tarefa individual. Era um compromisso coletivo.

O industrial gaúcho reduziu seus investimentos em 2012 e entende que a atual capacidade instalada em sua empresa é suficiente para atender a demanda prevista para este ano. A avaliação está na pesquisa Investimentos na Indústria do Rio Grande do Sul 2012, divulgada nesta quarta-feira (20), pela Federação das Indústrias do Rio Grande do Sul (Fiergs).
No ano passado, 81,3% das empresas do Estado realizaram investimentos, o menor percentual em três anos, sete pontos abaixo de 2011 e 2010. "A incerteza econômica, mais uma vez, foi o maior obstáculo, juntamente com a demanda insuficiente e a capacidade ociosa. Isso determinou uma redução na proporção de empresas que investiram", analisa o presidente da Fiergs, Heitor José Müller. O custo e a dificuldade na obtenção de créditos e financiamentos também foram citados e pesaram na decisão dos empresários frearem seus investimentos.
Conforme nota, o percentual de empresas que conseguiram em 2012 realizar os projetos como estava planejado foi de 59,1%, superior ao obtido em 2011 (53,9%) e menor do ano de 2010 (63,4%), quando a economia brasileira, recuperando-se da crise de 2008, cresceu 7,5%. Cerca de 65% dos investimentos realizados destinou-se à continuação de projetos anteriores.
Os empresários estarão mais cautelosos em 2013, embora 82,2% dos entrevistados tenham a intenção de investimento – valor superior ao de 2012 e inferior aos verificados nos dois anos anteriores. Para financiar seus projetos, os empresários industriais gaúchos esperam acesso facilitado e uma maior participação das instituições oficiais de fomento na liberação de crédito. O objetivo é diminuir para 44% o uso de recursos próprios, que em 2012 alcançou 60%.
Com um cenário externo desfavorável, forte concorrência com estrangeiros e capacidade instalada suficiente para atender à demanda prevista, os investimentos em 2013 ganharão ênfase na busca por competividade. Para isso, o setor pretende focar, especialmente, na melhoria do processo produtivo e na introdução de novos produtos. Terá como alvo prioritário, novamente, o mercado doméstico.
Fonte: Jornal do Comércio
Há noventa e quatro anos, um grupo de trabalhadores decidiu que defender direitos não era uma tarefa individual. Era um compromisso coletivo.

Na noite desta segunda-feira (29 de junho), os comerciários e comerciárias aprovaram a prestação de contas do exercício de 2025 e o parecer do Conselho Fiscal do Sindec-POA, durante Assembleia realizada em formato híbrido, com participação presencial e virtual.

O presidente do Sindec-POA, Nilton Neco, participou, representando a Força Sindical, da reunião de encerramento do Grupo de Trabalho Tripartite do Comércio Varejista, promovido pelo Ministério do Trabalho e Emprego (MTE), que debateu o aperfeiçoamento da Portaria MTE nº 3.665/2023, responsável por regulamentar o trabalho no comércio aos feriados.

Na próxima segunda-feira (29) o Sindec-POA vai realizar a Assembleia de Prestação de Contas do exercício 2025.

A mobilização do Sindec-POA pela redução da jornada de trabalho e pelo fim da escala 6x1 segue ganhando força nas ruas, nas redes e agora também no som da luta da classe trabalhadora.

A Comissão Especial da Câmara dos Deputados destinada a debater a redução da jornada de trabalho e o fim da escala 6x1 está realizando, antes da votação da PEC, uma série de Seminários Públicos regionais em diferentes estados do país.

A luta por jornadas mais humanas e mais qualidade de vida para os trabalhadores tomou conta das ruas de Porto Alegre.

O Sindec-POA realizou uma ampla ação de fiscalização no comércio de Porto Alegre durante o feriado de Tiradentes, com o objetivo de garantir o cumprimento da Convenção Coletiva de Trabalho e proteger os direitos dos comerciários e comerciárias.

A delegação da Força Sindical-RS e Fetracos-RS esteve presente em Brasília participando do CONCLAT 2026 (Conferência Nacional da Classe Trabalhadora) e da grande Marcha das Centrais Sindicais, em mais um momento histórico de mobilização da classe trabalhadora, ocorrida nesta quarta-feira (15).

Acordo assegura aumento acima da inflação e amplia direitos da categoria.