Sindec: 94 anos de união e lutas
Há noventa e quatro anos, um grupo de trabalhadores decidiu que defender direitos não era uma tarefa individual. Era um compromisso coletivo.

O governo vai recuar em alguns pontos das mudanças nas regras de acesso a benefícios trabalhistas e previdenciários, indicou o ministro do Planejamento, Nelson Barbosa, nesta quinta-feira (9). O governo aposta nesses ajustes para conduzir o ajuste fiscal e fechar as contas.
Segundo ele, a margem para alterações é pequena, mas o governo está disposto a negociar no Congresso para ter essas medidas aprovadas. "Estamos dispostos a negociar alguns pontos, mas queremos manter a estrutura geral das medidas, que é preciso haver uma adequação nas regras de acesso ao seguro-desemprego, ao abono salarial e à Previdência. Vamos discutir a modulação disso com os relatores", afirmou.
Ele destacou que a proposta enviada pelo governo, por meio de duas medidas provisórias, "está no grau correto para a atual realidade da economia brasileira", mas que "há opiniões divergentes". Barbosa participou nesta quinta de uma audiência pública no Senado para tratar dessas medidas.
As mudanças, nos moldes apresentados pelo Executivo, reduziriam os gastos obrigatórios da União em R$ 18 bilhões por ano. O governo conta com esse corte para cumprir a promessa de poupar R$ 66,3 bilhões para abatimento da dívida pública neste ano.
No entanto, o governo sofre resistência do Congresso para aprovar essas medidas, inclusive de sua base aliada. Segundo Barbosa, ter congressistas do PT na relatoria e na presidência das comissões mistas montadas para analisar o assunto demonstra "o compromisso que o partido tem com o governo e com o aperfeiçoamento dessas medidas".
Apesar de negar que seja uma medida de ajuste fiscal, por seu caráter permanente e "estrutural", Barbosa afirmou que a alteração nos benefícios será importante para o cumprimento da meta fiscal no ano e para retomada do crescimento.
É um primeiro passo para que se possa recuperar o crescimento o mais rápido possível. A gente está trabalhando para que isso aconteça já no terceiro trimestre."
Durante a audiência, Barbosa afirmou que o ajuste fiscal será feito mais do lado do corte de despesas do que da ampliação de receitas, e que as mudanças nos benefícios são "urgentes, necessárias e essenciais".
Barbosa lembrou que o Orçamento de 2015 deverá ser sancionado até dia 20 de abril e publicado até dia 22. Com 30 dias corridos, o decreto de contingenciamento - que definirá os cortes de gastos - deverá ser publicado. "Provavelmente vamos fazer isso antes desse período."
Fonte: Jornal do Comércio
Há noventa e quatro anos, um grupo de trabalhadores decidiu que defender direitos não era uma tarefa individual. Era um compromisso coletivo.

Na noite desta segunda-feira (29 de junho), os comerciários e comerciárias aprovaram a prestação de contas do exercício de 2025 e o parecer do Conselho Fiscal do Sindec-POA, durante Assembleia realizada em formato híbrido, com participação presencial e virtual.

O presidente do Sindec-POA, Nilton Neco, participou, representando a Força Sindical, da reunião de encerramento do Grupo de Trabalho Tripartite do Comércio Varejista, promovido pelo Ministério do Trabalho e Emprego (MTE), que debateu o aperfeiçoamento da Portaria MTE nº 3.665/2023, responsável por regulamentar o trabalho no comércio aos feriados.

Na próxima segunda-feira (29) o Sindec-POA vai realizar a Assembleia de Prestação de Contas do exercício 2025.

A mobilização do Sindec-POA pela redução da jornada de trabalho e pelo fim da escala 6x1 segue ganhando força nas ruas, nas redes e agora também no som da luta da classe trabalhadora.

A Comissão Especial da Câmara dos Deputados destinada a debater a redução da jornada de trabalho e o fim da escala 6x1 está realizando, antes da votação da PEC, uma série de Seminários Públicos regionais em diferentes estados do país.

A luta por jornadas mais humanas e mais qualidade de vida para os trabalhadores tomou conta das ruas de Porto Alegre.

O Sindec-POA realizou uma ampla ação de fiscalização no comércio de Porto Alegre durante o feriado de Tiradentes, com o objetivo de garantir o cumprimento da Convenção Coletiva de Trabalho e proteger os direitos dos comerciários e comerciárias.

A delegação da Força Sindical-RS e Fetracos-RS esteve presente em Brasília participando do CONCLAT 2026 (Conferência Nacional da Classe Trabalhadora) e da grande Marcha das Centrais Sindicais, em mais um momento histórico de mobilização da classe trabalhadora, ocorrida nesta quarta-feira (15).

Acordo assegura aumento acima da inflação e amplia direitos da categoria.