Sindec: 94 anos de união e lutas
Há noventa e quatro anos, um grupo de trabalhadores decidiu que defender direitos não era uma tarefa individual. Era um compromisso coletivo.

A missão do Banco Interamericano de Desenvolvimento (BID) encerra nesta sexta–feira o trabalho no Estado. Desde a segunda-feira passada, 10 técnicos da instituição trabalham junto com representantes das secretarias da Justiça e dos Direitos Humanos, da Segurança Pública e do Planejamento em projetos para investimentos na área social que somam US$ 56 milhões.
As ações foram detalhadas nesta quinta-feira pelo secretário da Justiça e dos Direitos Humanos, Fabiano Pereira, o representante do BID no Brasil, Dino Caprirolo, além da diretora do Departamento de Direitos Humanos da SJDH, Tâmara Biolo Soares.
O dinheiro do BID será usado para investimentos na prevenção à violência com a instalação dos Centros POD Juventude, na construção de unidades da Fundação de Atendimento Socioeducativo (Fase) e no aprimoramento do policiamento comunitário. "Esse recurso tem endereço: será aplicado na área social", afirmou Fabiano. O secretário destacou ainda que boa parte dos projetos é voltada à geração de oportunidades. "Nós precisamos dar oportunidade, especialmente, aos jovens que sofrem com a violência", disse, acrescentando que a iniciativa faz parte do Programa de Oportunidades e Direitos (POD) da SJDH.
Ao falar sobre a importância de se implantar ações para prevenir a violência entre jovens, o representante do BID no Brasil destacou que o projeto com foco na área social é inédito. "É uma iniciativa única, original, o Rio grande do Sul é pioneiro", revelou Dino Caprirolo. Além de Porto Alegre, Viamão e Alvorada serão os municípios beneficiados com ações para reduzir a criminalidade entre jovens até 24 anos. As três cidades da Região Metropolitana concentram o maior número de homicídios do RS, cerca de 31%.
A previsão é de que o financiamento do BID comece a entrar nos cofres do Estado a partir de março de 2013, conforme a diretora do Departamento de Direitos Humanos, Tâmara Biolo Soares, que coordena o projeto. O governo do Estado terá até cinco anos para aplicar os recursos. Segundo ela, ainda não estão definidos o número de parcelas e prazo de pagamento do empréstimo.
Fonte: Jornal do Comércio
Há noventa e quatro anos, um grupo de trabalhadores decidiu que defender direitos não era uma tarefa individual. Era um compromisso coletivo.

Na noite desta segunda-feira (29 de junho), os comerciários e comerciárias aprovaram a prestação de contas do exercício de 2025 e o parecer do Conselho Fiscal do Sindec-POA, durante Assembleia realizada em formato híbrido, com participação presencial e virtual.

O presidente do Sindec-POA, Nilton Neco, participou, representando a Força Sindical, da reunião de encerramento do Grupo de Trabalho Tripartite do Comércio Varejista, promovido pelo Ministério do Trabalho e Emprego (MTE), que debateu o aperfeiçoamento da Portaria MTE nº 3.665/2023, responsável por regulamentar o trabalho no comércio aos feriados.

Na próxima segunda-feira (29) o Sindec-POA vai realizar a Assembleia de Prestação de Contas do exercício 2025.

A mobilização do Sindec-POA pela redução da jornada de trabalho e pelo fim da escala 6x1 segue ganhando força nas ruas, nas redes e agora também no som da luta da classe trabalhadora.

A Comissão Especial da Câmara dos Deputados destinada a debater a redução da jornada de trabalho e o fim da escala 6x1 está realizando, antes da votação da PEC, uma série de Seminários Públicos regionais em diferentes estados do país.

A luta por jornadas mais humanas e mais qualidade de vida para os trabalhadores tomou conta das ruas de Porto Alegre.

O Sindec-POA realizou uma ampla ação de fiscalização no comércio de Porto Alegre durante o feriado de Tiradentes, com o objetivo de garantir o cumprimento da Convenção Coletiva de Trabalho e proteger os direitos dos comerciários e comerciárias.

A delegação da Força Sindical-RS e Fetracos-RS esteve presente em Brasília participando do CONCLAT 2026 (Conferência Nacional da Classe Trabalhadora) e da grande Marcha das Centrais Sindicais, em mais um momento histórico de mobilização da classe trabalhadora, ocorrida nesta quarta-feira (15).

Acordo assegura aumento acima da inflação e amplia direitos da categoria.