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Força Sindical-RS, Sindec e Fetracos estão na luta em Brasília pelo Fim do Fator Previdenciário; Governo prevê acordo para 10/7

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Estão em Brasília o presidente da central, Walter Fabro; o vice-presidente da Fetracos, Dionísio Mazui; e os diretores Luis Carlos Barbosa, Antônio Federizzi e Ivone Simas.

Lideranças nacionais da Força Sindical estão reunidas em Brasília para agenda de mobilização junto a deputados e senadores pela votação e o Fim do Fator Previdenciário. Nesta terça-feira, sob a liderança do presidente nacional da central, Miguel Torres, e o deputado federal e presidente licenciado da Força, Paulinho Pereira (PDT-SP), os sindicalistas visitaram o presidente da Câmara, Marco Maia, fizeram bandeirantes e panfletaçõ dentro do Congresso e estiveram no Senado.

Estão em Brasília o presidente da central, Walter Fabro; o vice-presidente da Fetracos, Dionísio Mazui; e os diretores Luis Carlos Barbosa, Antônio Federizzi e Ivone Simas.

Um caixão representando a necessidade de extinção do fator foi levado nas manifestações.

Na conversa com Maia, os sindicalistas insitiram na importância da votação para o presente e futuro de milhares de trabalhadores. Os sindicalistas também conversaram detidamente com o senador Paulo Paim (PT-RS).

O governo tem a expectativa de fechar acordo no próximo dia 10 com líderes de partidos da base aliada na Câmara em torno de uma proposta para a mudança no fator previdenciário, segundo a ministra de Relações Institucionais, Ideli Salvatti. A intenção, de acordo com Ideli, é votar a mudança ainda em agosto, na Câmara dos Deputados.

Entre hoje e amanhã, devemos fazer reuniões com os assessores das bancadas e a previsão é de termos a reunião no dia 10 para tentar bater o martelo. Acordamos com eles [líderes da base] a tentativa de fechar o acordo e votar em agosto", disse a ministra, hoje (3), em encontro com jornalistas no Palácio do Planalto.

O fator previdenciário é um mecanismo criado em 1999, durante o governo Fernando Henrique, que diminui em até 40% o valor das aposentadorias concedidas pela Previdência Social. O cálculo do valor é feito considerando o tempo de contribuição e a idade do trabalhador, e é baseado na expectativa de vida do segurado, de acordo com tabela do IBGE.

Segundo Ideli, na última reunião para discutir o assunto, com a sua participação e dos ministros Garibaldi Alves, da Previdência Social, e Guido Mantega, da Fazenda, além dos líderes partidários, foi encaminhada uma solução de acordo por meio da construção de uma fórmula móvel, que levaria em conta o aumento da expectativa de vida dos brasileiros.

Para o deputado federal Paulo Pereira da Silva, o Paulinho da Força, este é o momento de os trabalhadores reforçarem sua pressão sobre o governo, para que as mudanças realmente melhorem a situação de quem se aposenta. "O governo sabe que não aceitaremos nenhum acordo que piore a situação do trabalhador ou troque seis por meia dúzia. Por isso fizemos hoje nossa manifestação em Brasília e juntaremos todas as forças para encontrar uma solução que beneficie o trabalhador", disse.

Fontes: Agência Brasil e assessoria Força Sindical-RS e do deputado Paulinho da Força

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