Sindec: 94 anos de união e lutas
Há noventa e quatro anos, um grupo de trabalhadores decidiu que defender direitos não era uma tarefa individual. Era um compromisso coletivo.

Na manhã desta quinta-feira (19/2), os presidentes estadual e nacional da Força Sindical, Clàudio Janta e Miguel Torres, respectivamente, foram recebidos no Palácio Piratini para a primeira reunião da Força Sindical com o novo governo. No encontro com o governador José Ivo Sartori, os sindicalistas manifestaram preocupação com os efeitos sentidos pela classe trabalhadora nacionalmente, que têm resultado em cortes de postos de trabalho e sintomas crescentes de desindustrialização.
Os dirigentes sindicais manifestaram apoio às diretrizes de contenção de gastos, afinada com a defesa feita nacionalmente pela central a favor da redução de Ministérios e enxugamento da máquina pública. A preocupação maior é com a manutenção dos empregos, que tem mobilizado as organizações sindicais em todo o país.
O presidente da central, Miguel Torres, comentou situação difícil vivenciada pelos metalúrgicos do ABC paulista, que lutam contra demissões desde o início de janeiro e reiterou preocupação da Força Sindical com os empregos no Rio Grande do Sul, que sofrem baixas principalmente no setor petrolífero. "Nos preocupa a manutenção dos postos de trabalho em muitas terceirizadas da Petrobras que atuam no estado", destacou.
Para o presidente estadual da Força Sindical, Clàudio Janta, efeito das demissões nos pólos petroquímico e metalúrgico podem ainda maiores, uma vez que mão de obra especializada não é exclusivamente oriunda de outras regiões. "Além do desemprego nas fábricas e do efeito na economia, vamos enfrentar o impacto sobre famílias inteiras", frisou Janta.
O governador observou que já é estimado que os efeitos da economia serão sentidos neste ano de forma mais severa, em que "todos os estados e municípios acabarão sendo afetados". Falou ainda sobre as medidas de austeridade adotadas pelo governo, que classificou como "difíceis, mas um dever de casa que precisa ser desempenhado com seriedade". Sartori demonstrou sensibilidade em relação aos empregos e manifestou a intenção de dar continuidade ao diálogo, mantendo em alerta situação dos postos de trabalho no estado.
Andréia Poerschke Sarmanho
Jornalista MTE 15.592
Há noventa e quatro anos, um grupo de trabalhadores decidiu que defender direitos não era uma tarefa individual. Era um compromisso coletivo.

Na noite desta segunda-feira (29 de junho), os comerciários e comerciárias aprovaram a prestação de contas do exercício de 2025 e o parecer do Conselho Fiscal do Sindec-POA, durante Assembleia realizada em formato híbrido, com participação presencial e virtual.

O presidente do Sindec-POA, Nilton Neco, participou, representando a Força Sindical, da reunião de encerramento do Grupo de Trabalho Tripartite do Comércio Varejista, promovido pelo Ministério do Trabalho e Emprego (MTE), que debateu o aperfeiçoamento da Portaria MTE nº 3.665/2023, responsável por regulamentar o trabalho no comércio aos feriados.

Na próxima segunda-feira (29) o Sindec-POA vai realizar a Assembleia de Prestação de Contas do exercício 2025.

A mobilização do Sindec-POA pela redução da jornada de trabalho e pelo fim da escala 6x1 segue ganhando força nas ruas, nas redes e agora também no som da luta da classe trabalhadora.

A Comissão Especial da Câmara dos Deputados destinada a debater a redução da jornada de trabalho e o fim da escala 6x1 está realizando, antes da votação da PEC, uma série de Seminários Públicos regionais em diferentes estados do país.

A luta por jornadas mais humanas e mais qualidade de vida para os trabalhadores tomou conta das ruas de Porto Alegre.

O Sindec-POA realizou uma ampla ação de fiscalização no comércio de Porto Alegre durante o feriado de Tiradentes, com o objetivo de garantir o cumprimento da Convenção Coletiva de Trabalho e proteger os direitos dos comerciários e comerciárias.

A delegação da Força Sindical-RS e Fetracos-RS esteve presente em Brasília participando do CONCLAT 2026 (Conferência Nacional da Classe Trabalhadora) e da grande Marcha das Centrais Sindicais, em mais um momento histórico de mobilização da classe trabalhadora, ocorrida nesta quarta-feira (15).

Acordo assegura aumento acima da inflação e amplia direitos da categoria.