Sindec: 94 anos de união e lutas
Há noventa e quatro anos, um grupo de trabalhadores decidiu que defender direitos não era uma tarefa individual. Era um compromisso coletivo.

A diminuição da taxa de desemprego foi um marco do Brasil na última década, aliada à elevação do rendimento médio do trabalho, segundo avaliou o Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea), em comunicado divulgado na última semana. Porém, o órgão considerou que o aumento na criação de vagas entre 2009 e 2011 foi menor que a variação da população em idade de trabalhar.
Baseado em dados da Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios (Pnad), do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), o instituto confirmou queda do desemprego em todas as regiões e faixas de idade. E acrescentou que há diminuição na participação na força de trabalho dos mais jovens e mais velhos, o que pode impactar na redução da taxa de desemprego.
Segundo o técnico Miguel Foguel, a redução de pessoas com 63 anos na procura por emprego precisa ser mais bem estudada, assim como o fenômeno dos jovens em torno de 18 anos que não estão estudando, tampouco procurando um trabalho. A proporção desses aumentou em relação a 2009 e chegou a 19% entre as mulheres e a 9% entre os homens, em 2011.
Entre só os mais novos, temos a indicação de uma bifurcação: há os que saem do mercado e voltam à escola, para se qualificar, e os do fenômeno 'nem, nem', que nem estudam, nem trabalham", afirmou Foguel. Para ele, isso pode ser explicado pelo aumento da renda das famílias - "que dá ao jovem o luxo de não fazer nada" - e por questões sociológicas, que precisam ser estudadas.
O comunicado do Ipea destacou ainda que a queda do desemprego na última década ganhou força a partir de 2005. Mesmo refletindo efeitos da crise econômica financeira internacional, quando a taxa cresceu 1,3 ponto percentual em 2009, o índice voltou a cair em 2011. "Essa redução fez o desemprego atingir seu menos valor nos últimos dez anos", segundo o documento.
Os pesquisadores do instituto ainda reforçaram que Brasil está entre os países onde o desemprego menos aumentou, apesar da crise econômica, e onde houve uma "capacidade de reverter e compensar esses efeitos até 2011, o que não ocorreu na maioria das nações". Entre elas, o comunicado cita, países europeus como Reino Unido, além dos Estados Unidos.
O rendimento do trabalhador entre 2001 e 2011 também mostra recuperação, após diminuições do início da década, reforça o Ipea. O salto somente entre 2009 e 2011 foi de 8,4%, uma taxa de 4,1%, chegando a R$ 1.349 (médio) para todos os trabalhos e a R$ 1.306 do trabalho principal.
Fonte: Agência Brasil
Há noventa e quatro anos, um grupo de trabalhadores decidiu que defender direitos não era uma tarefa individual. Era um compromisso coletivo.

Na noite desta segunda-feira (29 de junho), os comerciários e comerciárias aprovaram a prestação de contas do exercício de 2025 e o parecer do Conselho Fiscal do Sindec-POA, durante Assembleia realizada em formato híbrido, com participação presencial e virtual.

O presidente do Sindec-POA, Nilton Neco, participou, representando a Força Sindical, da reunião de encerramento do Grupo de Trabalho Tripartite do Comércio Varejista, promovido pelo Ministério do Trabalho e Emprego (MTE), que debateu o aperfeiçoamento da Portaria MTE nº 3.665/2023, responsável por regulamentar o trabalho no comércio aos feriados.

Na próxima segunda-feira (29) o Sindec-POA vai realizar a Assembleia de Prestação de Contas do exercício 2025.

A mobilização do Sindec-POA pela redução da jornada de trabalho e pelo fim da escala 6x1 segue ganhando força nas ruas, nas redes e agora também no som da luta da classe trabalhadora.

A Comissão Especial da Câmara dos Deputados destinada a debater a redução da jornada de trabalho e o fim da escala 6x1 está realizando, antes da votação da PEC, uma série de Seminários Públicos regionais em diferentes estados do país.

A luta por jornadas mais humanas e mais qualidade de vida para os trabalhadores tomou conta das ruas de Porto Alegre.

O Sindec-POA realizou uma ampla ação de fiscalização no comércio de Porto Alegre durante o feriado de Tiradentes, com o objetivo de garantir o cumprimento da Convenção Coletiva de Trabalho e proteger os direitos dos comerciários e comerciárias.

A delegação da Força Sindical-RS e Fetracos-RS esteve presente em Brasília participando do CONCLAT 2026 (Conferência Nacional da Classe Trabalhadora) e da grande Marcha das Centrais Sindicais, em mais um momento histórico de mobilização da classe trabalhadora, ocorrida nesta quarta-feira (15).

Acordo assegura aumento acima da inflação e amplia direitos da categoria.