Confiança do consumidor gaúcho permanece em campo otimista
por Jousi Quevedo | Pesquia foi divulgada nesta terça-feira (25) pela Fecomércio-RS.
O consumidor gaúcho continua seguro em relação à situação da sua renda e da economia. Foi o que mostrou a edição de setembro da pesquisa ‘Intenção de Consumo das Famílias gaúchas’, promovida pela CNC e divulgada nesta terça-feira (25) pela Fecomércio-RS. O indicador marcou 134,3 pontos, estando acima do limite de indiferença, que é registrado em 100 pontos, em uma avaliação que vai de até 200.
Conforme o levantamento, que ouviu 600 famílias em Porto Alegre, o ICF-RS manteve-se praticamente estável em relação ao mês passado, com queda de 0,4%. Os resultados de setembro estão acima do patamar do ano passado, registrando elevação de 14,8%. O presidente do Sistema Fecomércio-RS/Sesc/Senac, Zildo De Marchi, acredita que o bom momento do emprego, com taxas de desemprego em nível bastante baixo, é o que possibilita uma avaliação otimista dos gaúchos. "Com o emprego e a renda das famílias em ascensão, o consumidor sente que a aquisição de novos produtos é viável, e isso estimula a confiança das pessoas", comenta.
A estabilidade do mês na comparação com agosto refletiu o comportamento distinto entre seus grupos de subindicadores. Enquanto os componentes referentes ao mercado de trabalho (emprego atual, renda atual e perspectiva profissional) apresentaram queda no mês, os subindicadores relacionados ao consumo das famílias (nível de consumo atual, acesso ao crédito e momento para duráveis) e às perspectivas futuras de consumo registraram elevação.
No indicador que avalia a perspectiva de consumo houve elevação de 2,9% em relação ao mês anterior, alcançando 116,5 pontos e corrigindo a queda do mês passado. Nesse item, 54,0% dos entrevistados acreditam que irão consumir no segundo semestre de 2012 o mesmo consumido no segundo semestre de 2011, enquanto 31,1% avaliam que deverão consumir mais.
O Sindec-POA realizou uma ampla ação de fiscalização no comércio de Porto Alegre durante o feriado de Tiradentes, com o objetivo de garantir o cumprimento da Convenção Coletiva de Trabalho e proteger os direitos dos comerciários e comerciárias.
A delegação da Força Sindical-RS e Fetracos-RS esteve presente em Brasília participando do CONCLAT 2026 (Conferência Nacional da Classe Trabalhadora) e da grande Marcha das Centrais Sindicais, em mais um momento histórico de mobilização da classe trabalhadora, ocorrida nesta quarta-feira (15).
O governo federal lançou o programa de consignado para trabalhadores com carteira assinada (CLT) com a proposta de ampliar o acesso ao crédito e ajudar na organização financeira das famílias.
No mês de março, quando o mundo fala sobre o Dia Internacional da Mulher, nós, do Sindicato dos Empregados no Comércio de Porto Alegre - Sindec POA, não queremos prestar homenagens. Queremos assumir responsabilidade.
O Sindec-POA expressa seu posicionamento em relação à decisão do Governo Federal de prorrogar por mais 90 dias a entrada em vigor da Portaria nº 3.665/2023, que regulamenta o trabalho em feriados no setor do comércio.
Embora a terça-feira de Carnaval não seja considerada feriado pela legislação, a Convenção Coletiva do Sindec estabelece que as empresas obedeçam às mesmas condições exigidas para trabalho em feriados; ou seja, proíbe o funcionamento com utilização de empregados sem que as mesmas tenham firmado Acordo Coletivo de Trabalho (ACT).
Para garantir que somente as empresas regularizadas funcionem com mão de obra de comerciários no feriado de Nossa Senhora dos Navegantes (2), o Sindec-POA fará fiscalização.
As equipes do Sindec-POA seguem atuando presencialmente nos estabelecimentos comerciais até o dia 24 de dezembro, fiscalizando jornadas, escalas, folgas e condições de trabalho.
Ataques aos sindicatos são sempre inerentes à economia de mercado. É importante destacar que eles são mais intensos nos momentos de avanço do liberalismo e do neoliberalismo – pós-década de 1970 – impulsionados pela direita ou extrema direita, o que mostra a dimensão política desse movimento. Na história do Brasil, esse movimento se repetiu algumas vezes: