Classe C responde por 49% dos associados de planos de saúde
por Jousi Quevedo | Analista explica que a classe C é peça fundamental no mercado brasileiro e que as empresas de planos de saúde precisam se preocupar em atender bem esse público que está crescendo cada vez mais no Brasil.
A classe C já representa 49% dos associados de planos de saúde, segundo dados apresentados pelo sócio-diretor do Data Popular, Renato Meirelles, durante o 17º Congresso da Abramge, realizado na última quinta-feira (23).
Meirelles explicou que a classe C é peça fundamental no mercado brasileiro e que as empresas de planos de saúde precisam se preocupar em atender bem esse público que está crescendo cada vez mais no Brasil.
Em média, a classe C gasta R$ 30 bilhões com saúde, por ano. A maior parte deste gasto é com remédios, o que, na opinião de Meirelles, deve aumentar o interesse das operadoras de planos de saúde em desenvolver serviços com convênios com grandes redes de farmácia.
Esses convênios que oferecem descontos em farmácias credenciadas será um diferencial que atrairá esse público a contratar planos de saúde", explicou Meirelles.
Dados da classe média
Este ano a classe média já representa 53,9% da população brasileira. A expectativa é que em 2014, esse público represente 58,3% da população.
A classe média brasileira é mais rica que 64% da população do mundo. No ano passado, a classe C movimentou R$ 1,03 trilhão na economia brasileira. O que faz desse público o principal consumidor do país.
O verdadeiro mercado brasileiro é a classe média, mas as empresas ainda não enxergaram isso. As grandes empresas acham que entendem esse público, mas na verdade ainda têm muito para aprender sobre eles", disse Meirelles.
Uma pesquisa do Data Popular mostrou que se classe média brasileira fosse um país, ela estaria na 17ª posição do G20 (grupo das maiores economias do mundo).
Em 2012, com o último aumento do salário mínimo o País injetou R$ 55 bilhões nas mãos da classe média, o que aumenta ainda mais o poder de compra desses consumidores.
A mobilização do Sindec-POA pela redução da jornada de trabalho e pelo fim da escala 6x1 segue ganhando força nas ruas, nas redes e agora também no som da luta da classe trabalhadora.
A Comissão Especial da Câmara dos Deputados destinada a debater a redução da jornada de trabalho e o fim da escala 6x1 está realizando, antes da votação da PEC, uma série de Seminários Públicos regionais em diferentes estados do país.
O Sindec-POA realizou uma ampla ação de fiscalização no comércio de Porto Alegre durante o feriado de Tiradentes, com o objetivo de garantir o cumprimento da Convenção Coletiva de Trabalho e proteger os direitos dos comerciários e comerciárias.
A delegação da Força Sindical-RS e Fetracos-RS esteve presente em Brasília participando do CONCLAT 2026 (Conferência Nacional da Classe Trabalhadora) e da grande Marcha das Centrais Sindicais, em mais um momento histórico de mobilização da classe trabalhadora, ocorrida nesta quarta-feira (15).
O governo federal lançou o programa de consignado para trabalhadores com carteira assinada (CLT) com a proposta de ampliar o acesso ao crédito e ajudar na organização financeira das famílias.
No mês de março, quando o mundo fala sobre o Dia Internacional da Mulher, nós, do Sindicato dos Empregados no Comércio de Porto Alegre - Sindec POA, não queremos prestar homenagens. Queremos assumir responsabilidade.
O Sindec-POA expressa seu posicionamento em relação à decisão do Governo Federal de prorrogar por mais 90 dias a entrada em vigor da Portaria nº 3.665/2023, que regulamenta o trabalho em feriados no setor do comércio.
Embora a terça-feira de Carnaval não seja considerada feriado pela legislação, a Convenção Coletiva do Sindec estabelece que as empresas obedeçam às mesmas condições exigidas para trabalho em feriados; ou seja, proíbe o funcionamento com utilização de empregados sem que as mesmas tenham firmado Acordo Coletivo de Trabalho (ACT).