
Campanha do Sindec pelo fim da escala 6x1 ganha as ruas de Porto Alegre
A luta por jornadas mais humanas e mais qualidade de vida para os trabalhadores tomou conta das ruas de Porto Alegre.

Pelo segundo mês consecutivo, a cesta básica ficou mais cara em Porto Alegre. Em abril, o preço do conjunto de gêneros alimentícios, medido pelo Departamento Intersindical de Estatística e Estudos Socioeconômicos (Dieese), registrou alta de 2,49% em relação a março, atingindo R$ 368,97. O tomate voltou a ser o culpado pelo aumento. No mês, o produto subiu 24,4%, única variação de dois dígitos entre os gêneros pesquisados.
Segundo a economista do Dieese, Daniela Baréa Sandi, o aumento no preço do tomate passa pela crise hídrica da região Sudeste e atinge praticamente todo o País. "O tomate é o alimento mais sensível ao clima, e os efeitos da falta de chuva ainda ajudam a explicar a disparada dos preços na grande maioria das capitais", comenta. Em Campo Grande e Rio de Janeiro, por exemplo, onde foram registradas as maiores altas, o tomate subiu mais de 45%.
Outro produto que registrou aumento considerável, embora com menos impacto na cesta como um todo, foi o leite, que ficou 6,31% mais caro em abril. Além do aumento normal causado pelo início da entressafra e, consequentemente, menor oferta do produto, a alta também seria explicada pelo início de recuperação do valor do produto após as quedas decorrentes da descoberta de fraudes nos últimos dois anos.
No acumulado do ano, a cesta básica já registra um aumento de 5,86% na Capital e, nos últimos 12 meses, elevação de 2,67%. "No ano passado, os primeiros meses registraram aumentos muito expressivos, em função da carne e do próprio tomate, então a base de comparação é muito alta", explica Daniela sobre a variação anual muito próxima à registrada apenas no último mês. Apenas em março de 2014, por exemplo, o conjunto havia encarecido 12,5%, depois seguido por esporádicas quedas mensais.
Embora tenha ficado mais cara em termos absolutos, um aspecto positivo da pesquisa é o fato de que, em relação ao poder de compra, hoje trabalha-se menos para pagar a cesta básica do que era necessário há um ano. No mês passado, o trabalhador que recebe um salário-mínimo precisou cumprir jornada de 103h01min para adquirir o conjunto, enquanto em abril de 2014 o tempo era de 109h12min.
Além disso, a Capital, que chegou a ter a cesta básica mais cara do País há pouco tempo - última vez foi há exatamente um ano, em abril de 2014 -, agora está na quarta posição, atrás de São Paulo (R$ 387,05), Vitória (R$ 376,46) e Rio de Janeiro (R$ 374,85). Nos últimos 12 meses, a cesta básica de Porto Alegre foi a segunda que menos cresceu entre as 18 capitais pesquisadas. Apenas Belo Horizonte, que registrou aumento de 1,71% no período, teve uma alta menor. "O preço subiu, mas não deu aquela disparada que corrói o poder de compra", avalia a economista. Nos últimos 12 meses, a maior alta encontrada foi a do conjunto de Aracaju, onde o aumento atingiu 18,3%.
Fonte: Jornal do Comércio

A luta por jornadas mais humanas e mais qualidade de vida para os trabalhadores tomou conta das ruas de Porto Alegre.

O Sindec-POA realizou uma ampla ação de fiscalização no comércio de Porto Alegre durante o feriado de Tiradentes, com o objetivo de garantir o cumprimento da Convenção Coletiva de Trabalho e proteger os direitos dos comerciários e comerciárias.

A delegação da Força Sindical-RS e Fetracos-RS esteve presente em Brasília participando do CONCLAT 2026 (Conferência Nacional da Classe Trabalhadora) e da grande Marcha das Centrais Sindicais, em mais um momento histórico de mobilização da classe trabalhadora, ocorrida nesta quarta-feira (15).

Acordo assegura aumento acima da inflação e amplia direitos da categoria.
O governo federal lançou o programa de consignado para trabalhadores com carteira assinada (CLT) com a proposta de ampliar o acesso ao crédito e ajudar na organização financeira das famílias.
No mês de março, quando o mundo fala sobre o Dia Internacional da Mulher, nós, do Sindicato dos Empregados no Comércio de Porto Alegre - Sindec POA, não queremos prestar homenagens. Queremos assumir responsabilidade.

O Sindec-POA expressa seu posicionamento em relação à decisão do Governo Federal de prorrogar por mais 90 dias a entrada em vigor da Portaria nº 3.665/2023, que regulamenta o trabalho em feriados no setor do comércio.

Embora a terça-feira de Carnaval não seja considerada feriado pela legislação, a Convenção Coletiva do Sindec estabelece que as empresas obedeçam às mesmas condições exigidas para trabalho em feriados; ou seja, proíbe o funcionamento com utilização de empregados sem que as mesmas tenham firmado Acordo Coletivo de Trabalho (ACT).

Para garantir que somente as empresas regularizadas funcionem com mão de obra de comerciários no feriado de Nossa Senhora dos Navegantes (2), o Sindec-POA fará fiscalização.

As equipes do Sindec-POA seguem atuando presencialmente nos estabelecimentos comerciais até o dia 24 de dezembro, fiscalizando jornadas, escalas, folgas e condições de trabalho.