Sindec: 94 anos de união e lutas
Há noventa e quatro anos, um grupo de trabalhadores decidiu que defender direitos não era uma tarefa individual. Era um compromisso coletivo.

Representantes das principais centrais sindicais do país reuniram-se nesta quarta-feira, durante cerca de três horas, com a presidenta Dilma Rousseff para discutir os impactos da guerra cambial na indústria nacional, que acaba enfraquecida pela falta de competitividade em relação aos produtos vindos do exterior, por causa da valorização do real. Os sindicalistas também pediram mudanças no fator previdenciário e isenção de Imposto de Renda sobre a Participação nos Lucros ou Resultados (PLR).
Continuamos com uma pauta que já foi apresentada à presidenta e não temos nenhuma resposta, nenhum ponto concreto. Continuamos reivindicando e exigindo respostas que, até agora, não vieram: por exemplo, a isenção de imposto de renda na PLR", resumiu o presidente da Central Única dos Trabalhadores (CUT), Artur Henrique.
O deputado federal e presidente da Força Sindical, Paulinho da Força (PDT-SP), informou que a negociação para isentar os trabalhadores do desconto de Imposto de Renda sobre a PLR está avançada no Congresso, com duas propostas de emenda à Medida Provisória 556, mas depende de sinalização do Palácio do Planalto. "O ministro da Fazenda, Guido Mantega, diz que está estudando o assunto há um ano – parece aluno ruim", brincou.
Segundo Paulinho, a presidenta reconheceu o risco de desindustrialização, "deu uma aula de economia" aos sindicalistas, mas não anunciou medidas imediatas para conter o enfraquecimento da indústria nacional diante do aumento das importações, impulsionado pela valorização do real.
Eu fiquei satisfeito com o discurso dela, só que a prática do governo é outra. É um governo lento, demorado. Enquanto as empresas estão quebrando, e está começando a ter desemprego na área industrial, a avaliação da presidenta é altíssima. O problema é a indústria. A indústria brasileira está quebrando, e as medidas do governo são lentas", disse ele.
De acordo com o presidente da Força, o único resultado concreto da reunião de hoje foi uma declaração da presidenta sobre a guerra cambial. "Ela disse: 'Quem apostar no câmbio, vai perder. Se for preciso, meu governo vai editar uma medida provisória toda semana para garantir que o câmbio não se valorize'", relatou Paulinho.
As reivindicações dos sindicalistas e a desindustrialização voltarão a ser discutidas entre governo e centrais na próxima semana, em reuniões com os ministros da Secretaria-Geral da Presidência, Gilberto Carvalho, e da Fazenda, Guido Mantega.
Até chegar a um acordo, as centrais pretendem realizar mobilizações nacionais para cobrar avanços nas negociações. Entre elas, está prevista uma paralisação de metalúrgicos de São Paulo, na próxima semana.
Fonte: Agência Brasil
Há noventa e quatro anos, um grupo de trabalhadores decidiu que defender direitos não era uma tarefa individual. Era um compromisso coletivo.

Na noite desta segunda-feira (29 de junho), os comerciários e comerciárias aprovaram a prestação de contas do exercício de 2025 e o parecer do Conselho Fiscal do Sindec-POA, durante Assembleia realizada em formato híbrido, com participação presencial e virtual.

O presidente do Sindec-POA, Nilton Neco, participou, representando a Força Sindical, da reunião de encerramento do Grupo de Trabalho Tripartite do Comércio Varejista, promovido pelo Ministério do Trabalho e Emprego (MTE), que debateu o aperfeiçoamento da Portaria MTE nº 3.665/2023, responsável por regulamentar o trabalho no comércio aos feriados.

Na próxima segunda-feira (29) o Sindec-POA vai realizar a Assembleia de Prestação de Contas do exercício 2025.

A mobilização do Sindec-POA pela redução da jornada de trabalho e pelo fim da escala 6x1 segue ganhando força nas ruas, nas redes e agora também no som da luta da classe trabalhadora.

A Comissão Especial da Câmara dos Deputados destinada a debater a redução da jornada de trabalho e o fim da escala 6x1 está realizando, antes da votação da PEC, uma série de Seminários Públicos regionais em diferentes estados do país.

A luta por jornadas mais humanas e mais qualidade de vida para os trabalhadores tomou conta das ruas de Porto Alegre.

O Sindec-POA realizou uma ampla ação de fiscalização no comércio de Porto Alegre durante o feriado de Tiradentes, com o objetivo de garantir o cumprimento da Convenção Coletiva de Trabalho e proteger os direitos dos comerciários e comerciárias.

A delegação da Força Sindical-RS e Fetracos-RS esteve presente em Brasília participando do CONCLAT 2026 (Conferência Nacional da Classe Trabalhadora) e da grande Marcha das Centrais Sindicais, em mais um momento histórico de mobilização da classe trabalhadora, ocorrida nesta quarta-feira (15).

Acordo assegura aumento acima da inflação e amplia direitos da categoria.