Calendário PIS 2022 é confirmado; veja datas e quem vai receber até R$ 1.212
por Régis Araújo | Abono salarial cai para 22 milhões de trabalhadores a partir de fevereiro deste ano.
Vai começar em fevereiro o pagamento do calendário do abono Pis/Pasep 2022. A Caixa Econômica Federal vai liberar a partir do dia 8 os novos pagamentos do abono salarial já conhecido dos brasileiros. Vai receber o PIS/PASEP agora quem trabalhou com carteira assinada em 2020 e recebeu até 2 salários mínimos.
Após o Conselho Deliberativo do Fundo de Amparo ao Trabalhador (Codefat) aprovar o calendário, o presidente da Caixa Pedro Guimarães e o Ministro do Trabalho, Onyx Lorenzoni, divulgaram o calendário oficial na segunda, 10. Serão mais de 22 milhões de trabalhadores que terão direito ao abono salarial referente ao ano-base 2020, ou seja, o benefício será pago para quem trabalhou com carteira assinada ao longo de 2020. Serão liberados R$ 19,5 bilhões aos trabalhadores.
Calendário do Pis 2022 começa em fevereiro
De acordo com o calendário proposto pelo governo, o pagamento do Pis vai iniciar no dia 8 de fevereiro para os nascidos em janeiro e seguir até 31 de março quando o dinheiro será depositado para nascidos em dezembro. Quem mora nas cidades que decretaram estado de calamidade pública em virtude das fortes chuvas nos estados de Minas Gerais e Bahia receberá o PIS/PASEP no dia 8 de fevereiro, independentemente do mês de aniversário.
Já quem é do grupo do PASEP (servidores públicos) começa a receber em 15 de fevereiro, com depósitos concluídos até 24 de março.
Há prazo para sacar o abono Pis/Pasep e ele vai até 29 de dezembro de 2022 para todos os grupos. Quem não sacar, não perderá o valor, que ficará acumulado para a próxima liberação a ser divulgada pelo governo no ano que vem.
Confira o novo calendário do Pis/Pasep em 2022 que terá depósitos de fevereiro a março de 2022 para todos os grupos. Os pagamentos seguirão o mês de nascimento do beneficiário. Veja os dois calendários:
O Sindec-POA realizou uma ampla ação de fiscalização no comércio de Porto Alegre durante o feriado de Tiradentes, com o objetivo de garantir o cumprimento da Convenção Coletiva de Trabalho e proteger os direitos dos comerciários e comerciárias.
A delegação da Força Sindical-RS e Fetracos-RS esteve presente em Brasília participando do CONCLAT 2026 (Conferência Nacional da Classe Trabalhadora) e da grande Marcha das Centrais Sindicais, em mais um momento histórico de mobilização da classe trabalhadora, ocorrida nesta quarta-feira (15).
O governo federal lançou o programa de consignado para trabalhadores com carteira assinada (CLT) com a proposta de ampliar o acesso ao crédito e ajudar na organização financeira das famílias.
No mês de março, quando o mundo fala sobre o Dia Internacional da Mulher, nós, do Sindicato dos Empregados no Comércio de Porto Alegre - Sindec POA, não queremos prestar homenagens. Queremos assumir responsabilidade.
O Sindec-POA expressa seu posicionamento em relação à decisão do Governo Federal de prorrogar por mais 90 dias a entrada em vigor da Portaria nº 3.665/2023, que regulamenta o trabalho em feriados no setor do comércio.
Embora a terça-feira de Carnaval não seja considerada feriado pela legislação, a Convenção Coletiva do Sindec estabelece que as empresas obedeçam às mesmas condições exigidas para trabalho em feriados; ou seja, proíbe o funcionamento com utilização de empregados sem que as mesmas tenham firmado Acordo Coletivo de Trabalho (ACT).
Para garantir que somente as empresas regularizadas funcionem com mão de obra de comerciários no feriado de Nossa Senhora dos Navegantes (2), o Sindec-POA fará fiscalização.
As equipes do Sindec-POA seguem atuando presencialmente nos estabelecimentos comerciais até o dia 24 de dezembro, fiscalizando jornadas, escalas, folgas e condições de trabalho.
Ataques aos sindicatos são sempre inerentes à economia de mercado. É importante destacar que eles são mais intensos nos momentos de avanço do liberalismo e do neoliberalismo – pós-década de 1970 – impulsionados pela direita ou extrema direita, o que mostra a dimensão política desse movimento. Na história do Brasil, esse movimento se repetiu algumas vezes: