Sindec: 94 anos de união e lutas
Há noventa e quatro anos, um grupo de trabalhadores decidiu que defender direitos não era uma tarefa individual. Era um compromisso coletivo.

Pesquisa divulgada nesta quarta-feira pelo Instituto de Pesquisas Econômicas Aplicadas (Ipea) informou que 36,2% dos trabalhadores brasileiros não perceberiam diferenças em suas rotinas produtivas caso fosse reduzida a exigência legal de 44 horas de trabalho semanal.
A percepção de maior tempo livre, originada da redução da jornada laboral, parece estar associada basicamente à posição na ocupação: os entrevistados que são trabalhadores subordinados é que têm maior chance de valorar (no sentido positivo) a redução da jornada", analisou, em nota, o Ipea.
No estudo "Sistema de Indicadores de Percepção Social – Trabalho e Tempo Livre (SIPS-TTL)" outra questão levantada foi o tempo dedicado ao trabalho acima do limite legal de 44 horas pela população ao longo das duas últimas décadas. A parte dos entrevistados que excedia o limite legal de horas na atividade laboral diminuiu significativamente entre 1992, quando era de 41,7%, e 2009, cujo índice chegou a 31,8%. Esse movimento se acelerou nos últimos dez anos, quando caiu 9,1 pontos percentuais, ante a queda de 0,8 ponto percentual entre 1992 e 2001.
O Ipea destacou que "todos os setores (para os quais há informações) registraram diminuição da jornada extraconstitucional". Porém, "o comércio, a construção e os serviços de transporte e comunicação continuam com proporções expressivas trabalhando 45 horas ou mais por semana, ao passo que os serviços sociais e a administração pública permanecem com proporções bem menores".
Essa versão do Sips levantou informações de 3.796 residentes em áreas urbanas, todos com pelo menos 18 anos de idade e ao menos um trabalho remunerado na semana de referência do levantamento.
Fonte: Valor
Há noventa e quatro anos, um grupo de trabalhadores decidiu que defender direitos não era uma tarefa individual. Era um compromisso coletivo.

Na noite desta segunda-feira (29 de junho), os comerciários e comerciárias aprovaram a prestação de contas do exercício de 2025 e o parecer do Conselho Fiscal do Sindec-POA, durante Assembleia realizada em formato híbrido, com participação presencial e virtual.

O presidente do Sindec-POA, Nilton Neco, participou, representando a Força Sindical, da reunião de encerramento do Grupo de Trabalho Tripartite do Comércio Varejista, promovido pelo Ministério do Trabalho e Emprego (MTE), que debateu o aperfeiçoamento da Portaria MTE nº 3.665/2023, responsável por regulamentar o trabalho no comércio aos feriados.

Na próxima segunda-feira (29) o Sindec-POA vai realizar a Assembleia de Prestação de Contas do exercício 2025.

A mobilização do Sindec-POA pela redução da jornada de trabalho e pelo fim da escala 6x1 segue ganhando força nas ruas, nas redes e agora também no som da luta da classe trabalhadora.

A Comissão Especial da Câmara dos Deputados destinada a debater a redução da jornada de trabalho e o fim da escala 6x1 está realizando, antes da votação da PEC, uma série de Seminários Públicos regionais em diferentes estados do país.

A luta por jornadas mais humanas e mais qualidade de vida para os trabalhadores tomou conta das ruas de Porto Alegre.

O Sindec-POA realizou uma ampla ação de fiscalização no comércio de Porto Alegre durante o feriado de Tiradentes, com o objetivo de garantir o cumprimento da Convenção Coletiva de Trabalho e proteger os direitos dos comerciários e comerciárias.

A delegação da Força Sindical-RS e Fetracos-RS esteve presente em Brasília participando do CONCLAT 2026 (Conferência Nacional da Classe Trabalhadora) e da grande Marcha das Centrais Sindicais, em mais um momento histórico de mobilização da classe trabalhadora, ocorrida nesta quarta-feira (15).

Acordo assegura aumento acima da inflação e amplia direitos da categoria.