Sindec: 94 anos de união e lutas
Há noventa e quatro anos, um grupo de trabalhadores decidiu que defender direitos não era uma tarefa individual. Era um compromisso coletivo.

O aumento da escolaridade média do trabalhador brasileiro é o principal fator por trás da recente queda da informalidade no mercado de trabalho, aponta estudo divulgado há pouco pelo Instituto Brasileiro de Economia (Ibre) da Fundação Getulio Vargas (FGV).
A pesquisa, de autoria dos economistas Fernando Holanda Barbosa Filho e Rodrigo Leandro de Moura, utilizou duas séries de dados do IBGE: a Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios (Pnad), de 2002 a 2009, e a Pesquisa Mensal de Emprego (PME), entre 2003 e 2011. Outra conclusão foi que a queda do emprego informal, vista em todos os setores da economia, deu-se com mais força fora das regiões metropolitanas.
Segundo o estudo do Ibre/FGV, a decomposição dos números mostra que 60% da queda geral na informalidade podem ser explicados pelo aumento da escolaridade do trabalhador. "Este resultado mostra mais uma vez o sucesso da política de universalização da educação no país", escreveram os pesquisadores no artigo científico.
Os trabalhadores mais educados (com maior escolaridade) aceitam menos o trabalho informal", afirmou Leandro de Moura, explicando que, com o aumento da participação dos trabalhadores com maior escolaridade no mercado de trabalho, a informalidade cai.
Em 2002, 34% dos trabalhadores formalmente empregados tinham acima de 10 anos de estudo. Em 2009, essa participação subiu para 47%. Quando os dados da escolaridade são cruzados com a experiência no trabalho, "a queda da participação de trabalhadores menos escolarizados com baixa experiência de trabalho chega a explicar 80% da queda da informalidade no país", diz o artigo.
Agropecuária
A informalidade também caiu porque a participação do setor agropecuário, no qual o trabalho informal é mais comum no total das vagas de emprego, também foi reduzida. A formalização do trabalho foi maior no interior, porque a informalidade era muito maior fora das cidades.
Mesmo com o crescimento mais acelerado na formalidade no interior, a taxa de informalidade fora das regiões metropolitanas ainda é mais alta, de 41,6% em 2009 - em 2002, era de 48,1%. Já nas regiões metropolitanas, a informalidade passou de 35,6%, em 2002, para 29,7%, em 2009. Na média do País, o recuo da informalidade foi de 43,6% para 37,4%, na mesma base de comparação.
A pesquisa mostrou também que a queda da informalidade está relacionada a um aumento da transição de trabalhadores do setor informal para o formal e à absorção dos trabalhadores desempregados pelo setor formal. Ou seja, desempregados e pessoas fora da força de trabalho (aqueles que não estão procurando emprego) foram menos incorporados pelo emprego informal.
Fonte: Agência Estado
Há noventa e quatro anos, um grupo de trabalhadores decidiu que defender direitos não era uma tarefa individual. Era um compromisso coletivo.

Na noite desta segunda-feira (29 de junho), os comerciários e comerciárias aprovaram a prestação de contas do exercício de 2025 e o parecer do Conselho Fiscal do Sindec-POA, durante Assembleia realizada em formato híbrido, com participação presencial e virtual.

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Na próxima segunda-feira (29) o Sindec-POA vai realizar a Assembleia de Prestação de Contas do exercício 2025.

A mobilização do Sindec-POA pela redução da jornada de trabalho e pelo fim da escala 6x1 segue ganhando força nas ruas, nas redes e agora também no som da luta da classe trabalhadora.

A Comissão Especial da Câmara dos Deputados destinada a debater a redução da jornada de trabalho e o fim da escala 6x1 está realizando, antes da votação da PEC, uma série de Seminários Públicos regionais em diferentes estados do país.

A luta por jornadas mais humanas e mais qualidade de vida para os trabalhadores tomou conta das ruas de Porto Alegre.

O Sindec-POA realizou uma ampla ação de fiscalização no comércio de Porto Alegre durante o feriado de Tiradentes, com o objetivo de garantir o cumprimento da Convenção Coletiva de Trabalho e proteger os direitos dos comerciários e comerciárias.

A delegação da Força Sindical-RS e Fetracos-RS esteve presente em Brasília participando do CONCLAT 2026 (Conferência Nacional da Classe Trabalhadora) e da grande Marcha das Centrais Sindicais, em mais um momento histórico de mobilização da classe trabalhadora, ocorrida nesta quarta-feira (15).

Acordo assegura aumento acima da inflação e amplia direitos da categoria.