Acontecimentos no mercado que afetam os comerciários.
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Varejo vendeu 0,2% mais em fevereiro, informou o IBGE
por Gabriella Oliveira | Na comparação com fevereiro de 2013, sem ajuste sazonal, as vendas do varejo cresceram 8,5% em fevereiro deste ano.
As vendas do comércio varejista cresceram 0,2% no mês de fevereiro sobre janeiro, na série com ajuste sazonal, informou, nesta terça-feira (15) o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). O resultado veio dentro do intervalo das estimativas dos analistas ouvidos pelo AE Projeções, que esperavam desde uma queda de 2,80% a uma alta de 1,00%, com mediana positiva de 0,30%.
Na comparação com fevereiro de 2013, sem ajuste sazonal, as vendas do varejo cresceram 8,5% em fevereiro deste ano. Nessa comparação, as projeções variavam de expansão de 4,40% a 10,20%, com mediana de 8,30%. Até fevereiro, as vendas do varejo restrito acumulam altas de 7,4% no ano e de 5,0% nos últimos 12 meses.
Quanto ao varejo ampliado, que inclui as atividades de material de construção e de veículos, as vendas diminuíram 1,6% em fevereiro em relação a janeiro, na série com ajuste sazonal. O resultado veio dentro do intervalo das estimativas dos analistas ouvidos pelo AE Projeções, que esperavam desde queda de 3,20% a alta de 1,00%, com mediana negativa de 1,20%.
Na comparação com fevereiro de 2013, sem ajuste, as vendas do varejo ampliado cresceram 8,4% em fevereiro deste ano. Nesse confronto, as projeções variavam de um aumento de 4,60% a 9,90%, com mediana de 6,35%. Até fevereiro, as vendas do comércio varejista ampliado acumulam altas de 6,5% no ano e de 3,9% nos últimos 12 meses.
O índice de média móvel trimestral das vendas do comércio varejista restrito subiu 0,1% no trimestre encerrado em fevereiro. No varejo ampliado, o índice de média móvel trimestral das vendas caiu 0,4% no trimestre encerrado em fevereiro.
O IBGE revisou o volume de vendas no varejo em dezembro de 2013 sobre novembro. A taxa passou de -0,2% para -0,3%. No varejo ampliado, a taxa de janeiro ante dezembro também foi revista, de 2,1% para 2,8%. A variação de dezembro ante novembro passou de -1,9% para -2,2%, enquanto a taxa de novembro ante outubro saiu de 0,8% para 1,2%, e a de outubro ante setembro passou de 1,7% para 1,6%.
A mobilização do Sindec-POA pela redução da jornada de trabalho e pelo fim da escala 6x1 segue ganhando força nas ruas, nas redes e agora também no som da luta da classe trabalhadora.
A Comissão Especial da Câmara dos Deputados destinada a debater a redução da jornada de trabalho e o fim da escala 6x1 está realizando, antes da votação da PEC, uma série de Seminários Públicos regionais em diferentes estados do país.
O Sindec-POA realizou uma ampla ação de fiscalização no comércio de Porto Alegre durante o feriado de Tiradentes, com o objetivo de garantir o cumprimento da Convenção Coletiva de Trabalho e proteger os direitos dos comerciários e comerciárias.
A delegação da Força Sindical-RS e Fetracos-RS esteve presente em Brasília participando do CONCLAT 2026 (Conferência Nacional da Classe Trabalhadora) e da grande Marcha das Centrais Sindicais, em mais um momento histórico de mobilização da classe trabalhadora, ocorrida nesta quarta-feira (15).
O governo federal lançou o programa de consignado para trabalhadores com carteira assinada (CLT) com a proposta de ampliar o acesso ao crédito e ajudar na organização financeira das famílias.
No mês de março, quando o mundo fala sobre o Dia Internacional da Mulher, nós, do Sindicato dos Empregados no Comércio de Porto Alegre - Sindec POA, não queremos prestar homenagens. Queremos assumir responsabilidade.
O Sindec-POA expressa seu posicionamento em relação à decisão do Governo Federal de prorrogar por mais 90 dias a entrada em vigor da Portaria nº 3.665/2023, que regulamenta o trabalho em feriados no setor do comércio.
Embora a terça-feira de Carnaval não seja considerada feriado pela legislação, a Convenção Coletiva do Sindec estabelece que as empresas obedeçam às mesmas condições exigidas para trabalho em feriados; ou seja, proíbe o funcionamento com utilização de empregados sem que as mesmas tenham firmado Acordo Coletivo de Trabalho (ACT).